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quinta-feira, 23 de julho de 2009

Unpackaged – A Loja sem embalagens


Existe uma loja em Londres que vende os seus produtos sem embalagem, comercializando produtos orgânicos de produção local, dando prioridade às cooperativas e redes sociais. Os clientes trazem de casa a sua própria embalagem, tais como sacos, potes ou caixas.

O lógotipo foi inspirado nos potes multiusos utilizados na loja. Os recipientes para grãos foram inspirados no chão que já existia na loja, em branco e preto.

As caixas de madeira e outros recipientes com retorno que chegam dos fornecedores, são utilizados para expôr os produtos, sendo visível perceber qual o conceito da loja. Caso o cliente não traga qualquer embalagem, a Unpackaged empresta, com o compromisso de as devolver.

Para a inauguração da loja, conceberam convites utilizando embalagens de cereais e de sabão em pó, com informações gerais e onde consta o diagrama que explica o funcionamento da mesma.

Num futuro próximo, haverá também serviço de entrega para os escritórios locais, nomeadamente, sabonete líquido, papel higiénico, chá, açúcar e outros produtos não-perecíveis ecológicos.

Fonte: http://embalagemsustentavel.wordpress.com/

sábado, 4 de julho de 2009

Ideias para o novo mundo: Cidades flutuantes

Ninguém gosta de pensar nisso, mas no fundo todos sabemos que se as coisas continuarem com estão, certamente teremos imensos desastres naturais e elevação do nível dos oceanos devido ao aquecimento global. Muitas cidades ficarão alagadas e as pessoas terão que migrar para o interior ou procurar saídas alternativas como a apresentada pelo arquitecto francês Vincent Callebaut.
Vincent sugeriu uma cidade flutuante inspirada em plantas aquáticas. Segundo ele uma cidade como estas poderias abrigar cerca de 50 mil habitantes. Funcionaria como um iceberg, ou seja, parte ficaria para fora das águas, outra dentro. A energia usada para manter a ilha artificial seria inteiramente de recursos renováveis, como eólica, solar e de ondas.
Os Lilypads, como são chamadas as cidades, foram inspiradas no formato das vitórias-régias, muito comuns na região Amazônica, que são grandes, pesadas, mas que se mantém à superfície de água. Tudo o que puder ser reciclado, será, fazendo com que as cidades-flutuantes sejam totalmente livres de emissões de carbono ou maiores danos ao meio ambiente. A megalópole ecológica também utilizaria a chuva para encher um reservatório central com água doce, esta utilizada para consumo e rega de vegetais.Agora, só falta saber o que é viável e o que é puro realismo fantástico…

Link consultado: http://cavedon.net/blog/