sexta-feira, 12 de junho de 2009
Roupas feitas com...beatas de cigarro!!!
Desvio da natureza na produção e comercialização de produtos alimentares
Vamos aos centros comerciais comprar fruta e legumes e o que encontramos são na sua maioria produtos importados, possivelmente do outro lado do planeta, da Nova Zelândia, da Argentina ou do Chile. É assim porque as grandes superfícies preferem comprar em grandes quantidades e produtos com bonito aspecto para comercializar. Para isto são geneticamente manipulados, levam doses maciças de fertilizantes e pesticidas, são apanhados verdes e conservados por longos períodos em atmosferas controladas. Quanto a paladar e qualidade é outra conversa. Por exemplo, no caso das maçãs, a maioria das importadas são muito bonitas e grandes, mas também na sua maioria não têm paladar, não são doces nem amargas, não têm bicho, pouco ou nenhum sumo, numa palavra, o que chamamos “farinhentas”. Metade das que compramos vai para o balde do lixo.As maçãs nacionais de pequenos produtores, ou das quintas dos nossos amigos, são frutos pequenos, alguns com deformações e uns poucos com picadelas de bicho, mas muito doces e com sabor bem característico, umas um pouco mais ácidas umas e outras um pouco mais adocicadas. Esta fruta não se consegue comprar nos supermercados, muito embora seja fruta boa, de confiança para a saúde, e muito mais barata.
É a globalização no seu pior. Transportar alimentos do outro lado do Mundo, para serem consumidos fora da época de produção normal no local de destino, e conservados artificialmente (quer com químicos, quer gastando doses de electricidade), tem impactes ambientais enormes.
É um erro não utilizar para alimento os recursos da nossa proximidade. É um erro não darmos preferência por comer uvas na época das uvas, cerejas na época das cerejas e laranjas na época das laranjas, comer sardinhas no tempo das sardinhas, etc.:
- Era melhor para a economia do nosso país;
- Era melhor para a nossa saúde;
- Era melhor para os nossos agricultores;
- Era melhor para o ambiente;
- Era mais barato para os consumidores;
- Era melhor para a nossa felicidade intelectual;
- Só era pior para os grandes proprietários de supermercados
e importadores.
Porquê persistir em erros tão grosseiros? Nalguns países já se começa a dar verdadeiro valor aos mercados de rua com produtos locais.
Tem de haver uma profunda reflexão sobra as actuais regras e comportamentos da nossa sociedade.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Kid to Kid - Reutilização de produtos infantis




Descubra mais em: guiadafamilia.com/guiadagravida
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Ideias originais para reutilizar objectos!
Mini-estufa
Suporte batedeira para algodão
Isolador sonoro-ténis 
Xau Xau Hack
Link consultado: ideias-originais-para-reutilizar
Dez mil clientes mistério, são pagos para consumir e avaliar
Fazer compras, comer em restaurantes, frequentar hotéis ou um SPA, pode ser uma fonte de rendimento para quem quer ser cliente mistério. Existem já 10 mil portugueses que se tornaram "voluntários" para avaliar serviços abertos ao público. Com anúncios publicitários apresentaram-lhes a prespectiva de fazerem auditorias à qualidade das empresas, lojas, restaurantes ou hotéis, seguradoras, bancos, transportes públicos, telecomunicações e até mesmo hospitais, contribuíndo assim para a melhoria dos serviços e consequentemente para o factor ambiental. Esta forma de fazer auditorias, tem com objectivo permitir às empresas conhecerem os seus pontos fortes e fracos e "optimizarem" as acções de formação, que visam um compromisso para com a nossa qualidade de vida.
Fonte: Dica da semana 11-06-09
domingo, 7 de junho de 2009
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Utilização de fibras e tintas naturais
O respeito pelo meio ambiente, a utilização de fibras e tintas naturais e a reciclagem de roupas e objetos usados são a base da moda ecológica, que pouco a pouco ganha terreno entre os consumidores e estilistas na Itália. A também chamada “ecomoda” confecciona roupa orgânica. Isto é, elaboradas com tecidos em cuja produção não são usados produtos químicos, nem fertilizantes, nem pesticidas. Com 72 mil empresas e 700 mil empregados, a indústria italiana do vestuário é uma das principais do mundo: fatura quase US$ 90 milhões ao ano. E, embora a moda de baixo impacto ambiental esteja mais desenvolvida em mercados como o inglês e o alemão, até gigantes do ramo, como Giorgio Armani, estão dispostos a aderir à tendência.Armani agora cria jeans “ecologicamente corretos”, feitos com algodão orgânico. Outras grifes famosas internacionais vendidas na Itália, com Levi Strauss, Gap, Nike ou Marks & Spencer, também uniram-se à moda ecológica. Ponchos feitos com fibra de soja, trajes elaborados com embalagens de ovos ou calças fabricadas a partir de algas são alguns exemplos desta moda alternativa que combina criatividade com materiais insólitos. Muitos estilistas também reutilizam vestidos velhos ou que já não servem mais, para conservar os recursos naturais.
Roupa ecológica no Parlamento Europeu
O Parlamentou Europeu recebeu esta sexta-feira um desfile de roupa ecológica organizado pela associação ambientalista Greenpeace. O objectivo é mostrar que é possível criar moda sem utilizar produtos químicos.«São muitas as indústrias na Europa e no mundo que abandonaram o uso de substâncias químicas perigosas que, na opinião dos especialistas, são cancerígenas e podem comprometer o sistema hormonal e reprodutor das pessoas», afirmou o responsável pelas políticas químicas do Greenpeace, Marco Contiero.
«O problema desta nova forma de vestuário está na dificuldade de encontrar as fibras ecológicas e na obtenção de fundos para investigação», acrescentou o ambientalista.
O desfile aconteceu dias antes da votação no Parlamento Europeu da norma sobre substâncias químicas, «Reach», que tem como objectivo estabelecer na Europa a obrigatoriedade de registar, avaliar e autorizar os produtos químicos utilizados.
Fonte: Diário Digital
Governo lança programa para reduzir lixo urbano até 2016
Fraldas reutilizáveis, menos jornais gratuitos, facturas electrónicas, e água da torneira em vez de garrafa estão entre as medidas de um plano apresentado hoje pelo Ministério do Ambiente para reduzir a quantidade de lixo produzida no país. A acção mais eficaz, porém, é fazer compostagem dos resíduos orgânicos em casa.É a terceira tentativa oficial de se controlar a produção de lixo. O primeiro Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos não atingiu a sua meta de redução. A 2ª etapa começou mal: em 2007 falhou novamente o alvo.
O agora divulgado Programa Nacional de Prevenção de Resíduos Urbanos promete reduzir, através de um conjunto de medidas, a recolha de lixo entre 50 e 100 quilos por pessoa, por ano. Cada português deita fora 470 quilos de lixo por ano.
A compostagem é a medida que surte maior efeito. Numa habitação portuguesa, cerca de um terço do lixo é composto por resíduos orgânicos – como cascas de frutas ou restos de comida. Com a compostagem em casa, nas escolas e em zonas rurais, pode-se reduzir o lixo orgânico em cerca de 17 por cento.
As fraldas descartáveis podem ser evitadas em 20 por cento, segundo o plano. Mas o peso absoluto desta redução, no cômputo geral, é mais reduzido.
Num cenário mais optimista, a produção total de lixo poderia ser reduzida em 17 por cento até 2016. Um cenário menos optimista – mas mais adaptado à realidade portuguesa, segundo o plano – coloca a redução em 10 por cento. Se nada for feito, estima-se que a quantidade de lixo crescerá quatro por cento.
Fonte: Público
quarta-feira, 3 de junho de 2009
terça-feira, 2 de junho de 2009
Que fazer com o excesso de publicidade enviada pelas empresas.
Está na altura de mandarmos o nosso recado às empresas que abusam da nossa paciência.
Quantas vezes recebe publicidade na sua caixa do correio que não tem nenhum interesse como: cartas com resposta paga, publicidade de negócios, de bancos, instituições de crédito e outros.
Que fazer? Deitar no lixo?
Aqui fica uma boa ideia para nos desfazermos desse abuso de publicidade, sem prejudicar o meio ambiente: ao receber as cartas de diversas empresas troque os conteúdos das mesmas, ponha novamente no correio, assim receberão de volta o “lixo” e ainda terão de pagar duas vezes a publicidade enviada. Mas tenha em atenção que nesses documentos reenviados não deverão constar os seus dados pessoais.
Se todos fizermos isso estamos preservar as nossas florestas!

sábado, 30 de maio de 2009
Reciclagem e reutilização de materiais
Mala feita com disquetes
Ave em conceito metálico
Arte com caricas
Cão em metal
Cobra feita com latas
Peixe elaborado em metal
Corpete e botas concebidos com papel e tampas de latas
Mala de senhora feita com tampas de latas
Vestidos de papel reutilizado
Earthship Biotecture: Sustentável e Independente
Um Earthship é uma estrutura que é auto-suficiente. É um edifício que oferece o seu próprio calor, frio, água, electricidade e de tratamento de efluentes. Além disso, é construído com materiais reutilizados, materiais ecologicamente sensíveis, que são relativamente baratos, facilmente disponíveis, e fáceis de usar. Tem como base pneus usados de automóveis, e basta reunir todos estes critérios e temos os alicerces fundamentais para uma Earthship. Pode parecer uma loucura construir uma casa de pneus, mas não é tão louco como pode parecer. Além disso, os pneus são apenas o começo ...Para saber mais, clique aqui : http://www.greenhomebuilding.com/earthship.htm

sexta-feira, 29 de maio de 2009
Pen drive "verde"

Arte e código de barras
quinta-feira, 28 de maio de 2009
American Indians - quotations on protecting our environment

" The survival of the world depends upon our sharing what we have and working together. if we don't, the whole world will die. First the planet, and next the people. "
" We must protect the forests for our children, grandchildren and children yet to be born. We must protect the forests for those who can't speak for themselves such as the birds, animals, fish and trees."
Qwatsinas [Hereditary Chief Edward Moody], Nuxalk Nation
" We do not inherit the Earth from our Ancestors, we borrow it from our Children."
Ancient Indian Proverb
Translation-Tradução
Se não o fizermos o mundo inteiro morrerá."
" Temos de proteger as florestas pelos nossos filhos, netos e futuras gerações. Temos de proteger as florestas em nome daqueles que não se podem defender, tal como, os pássaros, animais, peixes e árvores."
Utopia: ecoponto inteligente para reciclagem
Imagine que existia um ecoponto que identifica o tipo de lixo e abre a tampa certa para a reciclagem? Este conceito faz isso e além de funcional é totalmente vanguardista.É isso o que este ecoponto conceito faz, além de ser um projecto muito bonito de urbanização.

Depois os responsáveis pela recolha levam o material separado através da abertura maior.
Consultar: Ecoponto Inteligente
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Já pensou nos efeitos do impacto ambiental ao navegar na internet e fazer pesquisas no Google?
Cada segundo que estamos ligados à Internet, geramos 0,02 gr de emissões de carbono. Quando fazemos uma pesquisa na internet, esta emissão aumenta consideravelmente. Para efectuar a pesquisa o site de busca precisa de consultar vários bancos de dados ao mesmo tempo. De todos os sites actuais, o que mais emite este gas é o Google: 7 gr de dióxido de carbono por pesquisa. A eficiência do Google tem um preço para o meio ambiente. 7 gr de emissão de dióxido de carbono parece pouco, não é? Mas multiplique este número pelas 200 milhões de buscas na internet que são feitas por dia… Agora já não parece tão pouco, certo? Por esse e outros motivos, a notícia do G1 cita que: "Uma pesquisa recente estimou que o sector global da tecnologia de informação gera tantos gases de efeito de estufa como todas as companhias aéreas juntas".Por um lado, é verdade que os nossos computadores irão usar mais energia e, portanto, contribuir mais para o efeito de estufa do que o Google. Porém, isso não isenta os sistemas de pesquisa de procurarem soluções para minimizar o seu impacto ambiental. Da mesma maneira que, os fabricantes de computadores também devem tomar medidas para que os seus produtos sejam menos poluentes.
Na questão ambiental, todos os esforços são necessários.
terça-feira, 26 de maio de 2009
A inflação das novidades
A evolução dos ritmos e imperativos de inovação é impressionante. Todos os anos são propostos aos europeus 20 000 novos produtos de grande consumo.Em 1995, a Sony comercializou qualquer coisa como 5000 novos produtos. Esta febre de renovação conduziu a um forte aumento da procura de denominações, ao ponto de ter originado uma verdadeira inflacção de nomes de marcas: no total, encontram-se hoje registados 90 000 nomes de marcas.
No sector do vestuário, uma marca como a Zara, renova os seus artigos de duas em duas semanas, produzindo aproximadamente 12 000 modelos por ano, diferenciados em função dos países.
As indústrias culturais obedecem à mesma lei "frenética" do novo e do efémero. Não obstante, o elevado nível de concentração das indústrias culturais não devem ocultar outro fenómeno dominante, que tem a ver com a crescente variedade dos produtos e com a redução do tempo do seu ciclo de vida. A economia do hiperconsumo assiste ao alastrar da lógica do mercado, a um capitalismo mediático dominado por uma predilecção pelo descartável.
Gilles Lipovetski

Reciclagem de vidro de embalagem
O futuro apresenta-se risonho para a indústria vidreira. Hoje o vidro é visto como um produto de qualidade, com uma importante faceta ecológica, e constitui um dos melhores exemplos de reciclagem eficiente, podendo afirmar-se que é 100% recicável. No caso particular da reciclagem do vidro de embalagem, esta está particularmente avançada no nosso país, devendo, em grande medida, o seu sucesso ao crescente uso do vidrão. Actualmente , as garrafas produzidas em Portugal, são constituídas por 25% a 30% de vidro recuperado. Uma percentagem baixa, se comparada com os 45% a 50% atingidos nalguns paises europeus.Vantagens do vidro reciclado:
- De mil toneladas de casco (vidro reciclado), obtém-se mil toneladas de vidro novo, o que representa uma poupança de matéria- prima muito significativa. Para produzir mil toneladas de vidro são necessárias mil e duzentas toneladas de matéria-prima.
- A reduçao da temperatura de fusão, e por conseguinte, a poupança de combustível é outra das vantagens. A quantidade de calor necessária para fundir um vidro sódio-cálcio normal de composição seca é de 716 kcal/kg; enquanto para fundir o mesmo quilograma de casco esta se situa nas 430 kcal. Teoricamente, podemos afirmar que um aumento de 10% de casco permite uma poupança até 5% de combustível. Em consequência é possível, não só aumentar o rendimento do forno, como prolongar o tempo de vida útil do mesmo.
- A redução de emissão de gases poluentes (sulfuretos).
- A diminuição do volume de resíduos industriais nos aterros.
- O casco é directamente utilizado na "receita" do vidro, entrando com a percentagem de 25-30%, em média.
segunda-feira, 25 de maio de 2009
GREEN CORK - Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça
O GREEN CORK é um Programa de Reciclagem de Rolhas de Cortiça desenvolvido pela Quercus, em parceria com a Corticeira Amorim, a Modelo/Continente e a Biological. Tem como objectivo não só a transformação das rolhas usadas noutros produtos, mas, também, com o seu esforço de reciclagem, permitir o financiamento de parte do Programa “CRIAR BOSQUES, CONSERVAR A BIODIVERSIDADE”, que utilizará exclusivamente árvores que constituem a nossa floresta autóctone, entre os quais o Sobreiro, Quercus suber.O projecto foi construído tendo por base a utilização de circuitos de distribuição já existentes, o que permite obtermos um sistema de recolha sem custos adicionais, que possibilita que todas as verbas sejam destinadas à plantação de árvores. Tudo isto sem aumentar as emissões de CO2! As rolhas de cortiça recicladas nunca são utilizadas para produzir novas rolhas, mas têm muitas outras aplicações, que vão desde a indústria automóvel, à construção civil ou aeroespacial.
Este projecto de reciclagem ajudará o ambiente de 3 formas:
1 - redução de resíduos;
2 - defesa da rolha de cortiça como produto plenamente ecológico e consequente defesa do montado;
3 - plantação de novas árvores (espécies mediterrânicas).
A internacionalização do projecto está já a ser negociada. Em breve, as rolhas usadas de outros países europeus começarão a ser recicladas em Portugal, dentro de um esquema montado a partir daqui, resultando num contributo adicional para o esforço de reflorestações e conservação de florestas autóctones portuguesas. Este exemplo único de exploração de uma floresta autóctone, que conseguiu ao longo dos tempos conciliar criação de riqueza, serviço ambiental e impacto social positivo, irá agora completar este ciclo, renovando a própria floresta que esteve na sua origem.
Algodão Biológico
O que é o algodão biológico?O algodão biológico é algodão que é cultivado sem recurso a pesticidas nem a organismos geneticamente modificados.
A produção biológica utiliza métodos e materiais que têm reduzido impacto no meio ambiente, reforçando e mantendo a fertilidade do solo, contribuindo para o aumento da biodiversidade:
utiliza a rotação de culturas, em vez dos agro-químicos e fertilizantes artificiais;
utiliza o controlo de pragas por métodos naturais/biológicos em vez de pesticidas.
domingo, 24 de maio de 2009
Questionário Ambiental

1. Quanta energia é necessária para produzir uma folha de papel, em comparação a fazer uma fotocópia frente e verso no mesmo papel?
a) 10 vezes mais
b) Metade
c) 10 vezes menos
2. Se todas as latas de alumínio utilizadas na Europa fossem recicladas, pouparíamos energia suficiente para:
a) Utilizar um forno durante 13 horas
b) Fazer cinco viagens de foguetão até à Lua
c) Dar a volta ao mundo de automóvel 675 000 vezes
3. Que percentagem do consumo de energia do seu frigorífico poupa se o descongelar regularmente?
a) 5%
b) 10%
c)30%
Respostas ao questionário:
1.a A produção de papel é um processo que polui a água e consome energia.
Utilize menos papel e poupe energia imprimindo em frente e verso, o que gasta dez vezes menos energia do que a produção de uma nova folha de papel.
2.c A reciclagem de 1 kg de latas de alumínio usadas, consome dez vezes menos energia do que a sua nova produção.
3.c O seu frigorífico pode ser uma fonte de desperdício de energia. Se não for descongelado regularmente, o seu consumo de energia pode aumentar 30%. Os congeladores devem ser descongelados logo que a camada de gelo atinja 3 mm de espessura.





