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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Botões ecológicos

Botões feitos em Portugal a partir de papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos têm sido procurados por estilistas e marcas de moda de todo o mundo.

Estes botões ecológicos biodegradáveis são fabricados no Louro, Famalicão (norte do país), pela Louropel, empresa portuguesa que detêm uma “tecnologia patenteada única no mundo” e é a maior fabricante mundial de botões.

“Os norte-americanos gostam muito dos nossos botões ecológicos. Compramos há quatro anos esta patente na Itália. É um processo de fabricação único”, disse o gerente geral da Louropel, Avelino Rego, em entrevista à Agência Lusa.

Fonte: Agência Lusa

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Lavar a roupa de forma ecológica

Dispositivo inovador que lhe poupa dinheiro, poupa o ambiente e poupa a sua saúde!
Consiste numa bola de polipropileno ecológico com bolas cerâmicas de propriedades magnéticas e iónicas que actuam sobre a água e as roupas limpando-as sem necessidade de produtos químicos, evitando a poluição da água e os resíduos de detergente na roupa prejudiciais à saúde.
Cada bola dura cerca de 1100 lavagens, ou uma utilização diária durante 3 anos e poupa-lhe cerca de 300 EUR em detergentes!
A sua capacidade de limpeza da depende da sujidade das roupas e da dureza da água. Poderá utilizar algum detergente no caso de nódoas difíceis ou adicionar uma colher de detergente às lavagens normais se não quiser abdicar do "cheirinho a lavado".
Pode também ser utilizada na máquina de lavar loiça ou no frigorífico para manter os alimentos frescos por mais tempo e eliminar maus odores.

Veja este vídeo informativo em: http://www.youtube.com/watch?v=ehbKqYYt9xw

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Tapete que reduz o consumo de água

Nos dias de hoje nada melhor do que sermos conscientes da nossa responsabilidade de contribuir no que pudermos para melhorar o mundo.
Idealizado para economizar água, este tapete foi concebido para ser colocado dentro do chuveiro ou na banheira. O tapete traz sensores ligados às torneiras que se desligam automaticamente no momento que a pessoa sai de cima do tapete. Quando regressa o sensor é accionado e a água começa a cair novamente.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Notebook de bambu

A moda do bambu chegou aos laptops. A Asus acaba de lançar o notebook amigo da natureza, revestido com os tão populares e resistentes caules lenhificados, que, segundo conta a Wikipédia, são usados para fazer prédios à prova de terramoto. Dois modelos estarão em breve nas lojas americanas, com écras de 11,1 e 12,1 polegadas. A versão mais elaborada, vem com um processador Core 2 Duo, 4 GB de RAM, disco rígido híbrido de 320 GB (com 256 MB de memória flash) e placa de vídeo GeForce 9300M GS de 256 MB. Poderá escolher entre baterias de 3, 6 ou 9 células. Traz instalado um software que ajusta o consumo de energia de acordo com as aplicações utilizadas no momento. Os preços não foram divulgados.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Eco Button, um botão amigo do ambiente

Existem várias maneiras para ajudar a salvar o mundo, o Eco Button é uma delas. Este gadget ensina a sua máquina a desligar todas as funções que consomem energia excepto um conjunto mínimo de memória necessária.
Basta ligar o Eco Button a uma entrada USB, e sempre que precise de tirar um intervalo ou deixar a sua secretária carregue no botão. O computador entrará num especial eco-modo, que é quase como o ter desligado completamente, mas diferente do modo stand-by. Quando voltar o eco-modo desliga-se rapidamente e volta ao ecrã que estava antes de ter saído.

Quando está no eco-modo, o Eco Button mede a quantidade exacta de energia que poupou bem como o total de energia que poupou desde que ligou o computador. Com o Eco button poderá poupar cerca de 60 euros por ano. Foi desenhado para funcionar em qualquer computador (com ambiente Windows) e só precisa de 5MB de espaço e 256Kb de RAM para ser instalado. E mais, se o preocupa a segurança como se preocupa com o ambiente, então poderá activar a função da palavra-passe de protecção no software eco button. E todas as vezes que reactivar a sua sessão será lhe pedido a palavra-passe antes do eco-modo se poder desligar.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Computadores com apelo "verde"


A Apple anunciou uma nova geração de computadores iMac e Mac mini. Todas as novidades, segundo a empresa, foram desenvolvidas em compromisso com o meio ambiente: seguem padrões de consumo baixo de energia e usam matéria-prima sem algumas substâncias nocivas. Além disso, a companhia anunciou o uso de material que pode ser facilmente reciclado nestas novidades, já disponíveis nos EUA. Numa lista de eletrónicos verdes divulgada pela organização Greenpeace em novembro de 2008, a Apple surge com fraca classificação : 4,3 pontos, quando o máximo (e melhor) é dez.
Já o Mac Mini, diz a empresa, tem desempenho gráfico até cinco vezes melhor que o seu antecessor. O modelo mais barato, de US$ 600, tem processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz, memória RAM de 1 GB (expansível para 4 GB), disco rígido de 120 GB e placa Nvidia Geforce 9400M. A versão de US$ 800 inclui o mesmo processador e placa, 2 GB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 320 GB.Os valores do Mac Mini não incluem monitor, teclado e mouse.


terça-feira, 16 de junho de 2009

Simulador de condução, como ferramenta pedagógica em segurança e ambiente está a ser desenvolvido por investigadores no Instituto Superior Técnico e no INESC-ID. Engenheiros desenvolvem software e plataforma interactiva para educar condutores a praticar condução segura, económica e amiga do ambiente. É um jogo de computador de carros. Mas aqui o paradigma não é uma corrida contra o tempo. Neste jogo ganha quem menos poluir e transgredir as regras e sinais de trânsito.Um simulador que nasce no projecto CleanDrive, uma investigação desenvolvida por engenheiros do INESC-ID e do Instituto de Engenharia Mecânica, do Instituto Superior Técnico.
Fonte: TV Ciência online

terça-feira, 2 de junho de 2009

Que fazer com o excesso de publicidade enviada pelas empresas.

Está na altura de mandarmos o nosso recado às empresas que abusam da nossa paciência.
Quantas vezes recebe publicidade na sua caixa do correio que não tem nenhum interesse como: cartas com resposta paga, publicidade de negócios, de bancos, instituições de crédito e outros.
Que fazer? Deitar no lixo?
Aqui fica uma boa ideia para nos desfazermos desse abuso de publicidade, sem prejudicar o meio ambiente: ao receber as cartas de diversas empresas troque os conteúdos das mesmas, ponha novamente no correio, assim receberão de volta o “lixo” e ainda terão de pagar duas vezes a publicidade enviada. Mas tenha em atenção que nesses documentos reenviados não deverão constar os seus dados pessoais.

Se todos fizermos isso estamos preservar as nossas florestas!


sexta-feira, 15 de maio de 2009

Ajudar a AMI, reciclando!


Talvez não saiba, mas o óleo alimentar que já não serve para si poderá ainda ajudar muita gente. Em vez de o deitar fora, entregue-o nos restaurantes aderentes para que este seja recolhido. Além de diminuir a poluição do planeta, cada litro de óleo será transformado num donativo para ajudar a AMI na luta contra a exclusão social. Pela primeira vez, vai passar a existir em Portugal, uma resposta de âmbito nacional para o destino dos óleos alimentares usados. A partir de dia 15 de Julho, a AMI lança ao público este projecto que conta já com a participação de milhares de restaurantes, hotéis, cantinas, Escolas, Juntas de Freguesia e Câmaras Municipais. A AMI dá com este projecto continuidade à sua aposta no sector do ambiente, como forma de actuar preventivamente sobre a degradação ambiental e sobre as alterações climáticas, responsáveis pelo aumento das catástrofes humanitárias e pela morte de 13 milhões de pessoas em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Este novo projecto ambiental da AMI permitirá evitar a contaminação das águas residuais, que acontece quando o resíduo é despejado na rede pública de esgotos, e a deposição do óleo em aterro. Os óleos alimentares usados poderão assim ser transformados em biodiesel, fornecendo uma alternativa ecológica aos combustíveis fósseis, e contribuindo desta forma para reduzir as emissões de Gases de Efeito de Estufa. Ao contrário do que por vezes acontece com o biodiesel de produção agrícola, esta forma de produção não implica a desflorestação nem a afectação de terrenos, nem concorre com o mercado da alimentação. São produzidos todos os anos em Portugal, 120 milhões de litros de óleos alimentares usados, quantidade suficiente para fabricar 170 milhões de litros de biodiesel. A AMI dá assim a sua contribuição para favorecer a independência energética do país, conseguindo atingir este objectivo de forma sustentável e com uma visão de longo prazo, não comprometendo outros recursos igualmente fundamentais para o desenvolvimento da sociedade e para o bem-estar da população. Para mais informações clique aqui.

Óleo doméstico

Onde costuma habitualmente depositar o seu óleo doméstico depois de usado? No lava-loiça, na sanita, no contentor do lixo?
Na Escola Secundária do Entroncamento, existe um oleão onde pode e deve depositar este resíduo, e assim poupar a sua canalização e as nossas águas, estando desta forma a proteger o Ambiente, porque o óleo não é desperdiçado, mas sim reutilizado.
Dar um fim adequado aos óleos alimentares usados, é cada vez mais uma prática urgente que deve ser levada a sério por todos nós. Os oleões permitem um final mais ecológico deste resíduo.

domingo, 10 de maio de 2009

Empresas Verdes


A crescente preocupação com o ambiente tem contribuído para o estabelecimento de novas directrizes legislativas que condicionam e controlam a forma como o produto chega ao mercado. A implementação de novas regras tem influenciado os processos de produção, obrigando as empresas a modernizarem-se e a terem de se sujeitar a controlos de qualidade rigorosos. Contudo, esta nova forma de encarar o produto como um bem que respeita o ambiente também tem contribuído para que as empresas envolvam na sua comunicação este atributo, como uma mais-valia essencial. Se por um lado aderir à elaboração de um produto ecológico representa um grande investimento a nível empresarial, este acaba por tornar-se em benefício, consequência da evolução do mercado. Portanto, há que comunicar, há que apostar em estratégias de marketing sustentáveis que revelem os benefícios da adopção de uma política ambiental/verde. Desta forma pretendem chegar ao consumidor criando uma cultura ambiental em que ele se sinta enquadrado, socialmente aceite e consciencializado que também está a participar activamente para melhorar o ambiente através do consumo destes produtos.