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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Botões ecológicos

Botões feitos em Portugal a partir de papel reciclado, sêmola de batata, milho, marfim-vegetal, algodão, restos de madeira, plantas e frutos têm sido procurados por estilistas e marcas de moda de todo o mundo.

Estes botões ecológicos biodegradáveis são fabricados no Louro, Famalicão (norte do país), pela Louropel, empresa portuguesa que detêm uma “tecnologia patenteada única no mundo” e é a maior fabricante mundial de botões.

“Os norte-americanos gostam muito dos nossos botões ecológicos. Compramos há quatro anos esta patente na Itália. É um processo de fabricação único”, disse o gerente geral da Louropel, Avelino Rego, em entrevista à Agência Lusa.

Fonte: Agência Lusa

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Projecto utiliza peças de automóveis para criar incubadoras para bebés


A pensar nos países em desenvolvimento.
Tecnologia biomédica sustentável permite uma manutenção simplificada.

A fonte de calor são os faróis. Um alarme do carro sinaliza emergências. Um filtro de ar e um ventilador oferecem controlo da temperatura. Mas esta concepção não está relacionada com transportes. Trata-se de uma incubadora de baixo custo, idealizada para manter aquecidos bebés recém-nascidos, que são vulneráveis durante os primeiros dias de vida.
Ao contrário das incubadoras de elevada manutenção encontradas nas unidades neonatais dos cuidados intensivos nos Estados Unidos, esta é facilmente reparada, pois todas as suas peças operacionais vieram de veículos.
Incubadoras que chegam a custar US$ 40 mil ou mais, podem ser construídas por menos de mil dólares.

Os criadores da incubadora feita com peças de carro – um projeto promovido pela Iniciativa para a Saúde Global do Center for Integration of Medicine and Innovative Technology (Cimit), uma parceria sem fins lucrativos de hospitais e faculdades de engenharia de Boston, nos Estados Unidos – dizem que pode prevenir milhões de mortes de recém-nascidos nos países em desenvolvimento.

Na incubadora feita com peças de automóveis, os bebés nascidos às 32 semanas de gestação ou mais podem receber oxigénio suplementar, enquanto os seus pulmões ganham força, antibióticos, um ambiente acolhedor e tranquilo para dormir quando as mães estão ausentes ou não são capazes de segurá-los nos braços. Em caso de emergência, o berço da incubadora pode ser removido e carregado para outra parte do prédio ou até para outro hospital.

Na verdade, afirmam especialistas, os países em desenvolvimento não precisam de mais incubadoras, mas que funcionem. Durante anos, milhares de equipamentos foram doados por países ricos e acabaram em “cemitérios de incubadoras” – a maioria avariada, sendo que algumas nunca foram usadas. Segundo um estudo de 2007 da Duke University, 96% dos equipamentos médicos doados por estrangeiros falham dentro de cinco anos após a doação – a maioria devido a problemas eléctricos como picos de voltagem ou quedas de energia.

Para mais informações, consulte: http://mesquita.blog.br/

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Forno solar no Uzbequistão

A indústria da energia solar tem crescido a um ritmo quase duas vezes superior ao de outras energias renováveis. Diversos estudos estão sendo realizados para o desenvolvimento e aperfeiçoamento de painéis e aquecedores solares. Eis um projecto cujo objectivo é utilizar a energia solar para o derretimento do alumínio.

O gigantesco “forno-solar” recebeu o nome de “Physics-Sun” e está localizado em Parkent, no Uzbequistão.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Samsung Reclaim

O novo Samsung Reclaim está sendo divulgado como o primeiro telefone ecológico nos EUA construído a partir de bio-plásticos.
Produzido a partir de 80% de materiais recicláveis, o Samsung Reclaim traz para o consumidor mais consciente um produto para que possa comprar sem se sentir muito culpado.
A parte exterior do aparelho é feito de 40% de um bio-plástico, feito de milho. É livre de PVC, os ftalatos, e praticamente livre de BFR: três materiais comumente apontados como antiecológicos.
A embalagem exterior e a bandeja são feitos a partir de 70 por cento de material reciclado. As imagens e texto na caixa são impressos com tinta à base de soja.
O manual impresso foi substituído por um manual virtual que os utilizadores podem ter acesso on-line.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Artica Eco-Friendly New Air

Um grupo apoiado pelo Design Londres têm estado a trabalhar num sistema de arrefecimento natural que proporcione conforto, sem o impacto negativo ao meio ambiente. Com uma aparência elegante e contemporânea, o Artica tem uma agradável silhueta que é notavelmente semelhante a uma ventoínha de tecto. O produto em si é feito de materiais recicláveis e usa menos de 10% da energia que utiliza um sistema de ar convencional. Está ainda na sua fase de protótipo, e está previsto sair este Outubro. Com o Artica, estará a reduzir a sua pegada de carbono, sendo as emissões de CO2 reduzidas em 90%.