domingo, 14 de junho de 2009

Telhados Green - A tendência na arquitectura

Singapura

Nova Iorque
Ecologia, economia e estética estão unidas num só projecto: a Bio-construção. A última moda em arquitectura é sem dúvida um novo modo belíssimo de viver e utilizar os tectos das nossas cidades, ajudando o ecossistema e combatendo a poluição.
A vida nas cidades cada vez mais verticais, onde o espaço para o jardim ou a sonhada horta no quintal é cada vez mais difícil, cria uma nova forma de como desfrutar o telhado dos arranha céus dos grandes centros urbanos de maneira mais criativa e ambientalmente ecológica. Esta tem sido uma forte tendência em grandes metrópoles como Nova York, Vancouver, Tóquio, Singapura e até mesmo nas cidades menos poluídas, como por exemplo, Monte Carlo. A iniciativa além de inovadora e melhorar muito a vista panorâmica dos edifícios, traz inúmeras vantagens para o meio ambiente, mas acima de tudo para aqualidade de vida humana.

Vancouver

Monte Carlo

Tóquio

Fonte: http://ecotrendstips.wordpress.com/

Reciclagem de peças de automóveis


Sistema de Rodagem e Suspensão: Pneus:
Combustível alternativo em fábricas de cimento;
Asfalto;
Tapetes, mantas, coxins;
Percintas para sofás, tubos de drenagem de água, batentes;
Óleo combustível e gás.

Rodas de Ferro:
Peças metálicas ou produtos para construção civil.

Jantes de liga leve (alumínio):
Produtos de alumínio.

Amortecedores, molas, bandejas e outras peças da suspensão:
O óleo interno do amortecedor é utilizado na fabricação de lubrificantes.
As partes metálicas são transformadas em produtos para construção civil.

Sistema de Freio:
Tambores e discos de freio:
Discos e tambores novos.

Partes metálicas:

Peças de metal ou produtos para construção civil.

Sistema de Exaustão:
Tambores e discos de freio:
Discos e tambores novos.

Partes metálicas:
Peças de metal ou produtos para construção civil.


sexta-feira, 12 de junho de 2009

Roupas feitas com...beatas de cigarro!!!

Uma designer chilena descobriu como fazer um tecido utilizando as nojentas e numerosas beatas de cigarro que se espalham pelas ruas. Consta que são mais de 4 trilhões de beatas todos os anos a sujar o nosso ambiente. O projeto Mantis, de Alexandra Guerrerro, encontrou uma maneira de misturar o material do filtro com lã natural e fazer um tecido rústico. Antes, claro, limpa o material. Começa com um processo em autoclaves, que purifica as beatas com vapor e temperaturas altas. Depois, é aplicado um solvente. Volta novamente ao autoclave. Seguidamente, as beatas passam pela secagem. Finalmente, são trituradas e misturadas. Segundo a designer, uma pesquisa conduzida por uma ambientalista garantiu que o tecido resultante fica suficientemente purificado para garantir a segurança dos clientes. Até agora, Alexandra produziu um poncho, um bolero, um vestido, um chapéu e até sabão.

Desvio da natureza na produção e comercialização de produtos alimentares

Vamos aos centros comerciais comprar fruta e legumes e o que encontramos são na sua maioria produtos importados, possivelmente do outro lado do planeta, da Nova Zelândia, da Argentina ou do Chile. É assim porque as grandes superfícies preferem comprar em grandes quantidades e produtos com bonito aspecto para comercializar. Para isto são geneticamente manipulados, levam doses maciças de fertilizantes e pesticidas, são apanhados verdes e conservados por longos períodos em atmosferas controladas. Quanto a paladar e qualidade é outra conversa. Por exemplo, no caso das maçãs, a maioria das importadas são muito bonitas e grandes, mas também na sua maioria não têm paladar, não são doces nem amargas, não têm bicho, pouco ou nenhum sumo, numa palavra, o que chamamos “farinhentas”. Metade das que compramos vai para o balde do lixo.
As maçãs nacionais de pequenos produtores, ou das quintas dos nossos amigos, são frutos pequenos, alguns com deformações e uns poucos com picadelas de bicho, mas muito doces e com sabor bem característico, umas um pouco mais ácidas umas e outras um pouco mais adocicadas. Esta fruta não se consegue comprar nos supermercados, muito embora seja fruta boa, de confiança para a saúde, e muito mais barata.
É a globalização no seu pior. Transportar alimentos do outro lado do Mundo, para serem consumidos fora da época de produção normal no local de destino, e conservados artificialmente (quer com químicos, quer gastando doses de electricidade), tem impactes ambientais enormes.
É um erro não utilizar para alimento os recursos da nossa proximidade. É um erro não darmos preferência por comer uvas na época das uvas, cerejas na época das cerejas e laranjas na época das laranjas, comer sardinhas no tempo das sardinhas, etc.:
- Era melhor para a economia do nosso país;
- Era melhor para a nossa saúde;
- Era melhor para os nossos agricultores;
- Era melhor para o ambiente;
- Era mais barato para os consumidores;
- Era melhor para a nossa felicidade intelectual;
- Só era pior para os grandes proprietários de supermercados
e importadores.
Porquê persistir em erros tão grosseiros? Nalguns países já se começa a dar verdadeiro valor aos mercados de rua com produtos locais.
Tem de haver uma profunda reflexão sobra as actuais regras e comportamentos da nossa sociedade.

Prefira produtos locais e nacionais. Seja bom para si mesmo!


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Video - Poema: "No limite"

Kid to Kid - Reutilização de produtos infantis

Ao atravessarmos uma grave crise económica, todas as ideias inovadoras que surjam são de louvar e esta não é excepção. Cada vez existem mais empresas que se dedicam à compra e venda de artigos em segunda mão, tudo isto porque os miúdos crescem mais depressa que o rendimento familiar. O KiD to KiD é uma loja que compra e (re)vende: roupas de crianças dos 0 aos 10 anos, pré-mamã, acessórios de puericultura, cadeiras auto e de passeio, livros, brinquedos, jogos, vídeos, ... tudo em perfeitas condições. Quando podemos comprar calças, camisas e vestidos por menos de oito euros porquê gastar tanto dinheiro em artigos que se usam apenas durante alguns meses ? RECICLAR é a palavra-de-ordem. Invista duas horas a rever os seus armários e a pôr de parte o que já não precisa. Selecione os melhores artigos para ter a certeza que se encontram em bom estado e num estilo actual.

Descubra mais em: guiadafamilia.com/guiadagravida

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ideias originais para reutilizar objectos!

Por esta altura reciclar objectos velhos e inúteis já devia ser um hábito para toda a gente, mas apesar das campanhas e todo o investimento para essa causa, ainda estamos um bocado longe disso... Ou porque não há um ecoponto perto de casa ou porque dá muito trabalho andar a separar o lixo lá de casa...Seja como for, reciclar não é a única forma de "ajudar" o planeta, podemos também, usando a criatividade, dar outra utilidade a tralha velha que não sirva para nada transformando-a em belas utilidades... úteis...Neste post, podem ver algumas ideias que apesar de bastante estranhas, valem pela sua originalidade!

Cabide-funil


Mini-estufa


Suporte batedeira para algodão


Isolador sonoro-ténis


Xau Xau Hack

Link consultado: ideias-originais-para-reutilizar

Dez mil clientes mistério, são pagos para consumir e avaliar



Fazer compras, comer em restaurantes, frequentar hotéis ou um SPA, pode ser uma fonte de rendimento para quem quer ser cliente mistério. Existem já 10 mil portugueses que se tornaram "voluntários" para avaliar serviços abertos ao público. Com anúncios publicitários apresentaram-lhes a prespectiva de fazerem auditorias à qualidade das empresas, lojas, restaurantes ou hotéis, seguradoras, bancos, transportes públicos, telecomunicações e até mesmo hospitais, contribuíndo assim para a melhoria dos serviços e consequentemente para o factor ambiental. Esta forma de fazer auditorias, tem com objectivo permitir às empresas conhecerem os seus pontos fortes e fracos e "optimizarem" as acções de formação, que visam um compromisso para com a nossa qualidade de vida.

Fonte: Dica da semana 11-06-09

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Utilização de fibras e tintas naturais

O respeito pelo meio ambiente, a utilização de fibras e tintas naturais e a reciclagem de roupas e objetos usados são a base da moda ecológica, que pouco a pouco ganha terreno entre os consumidores e estilistas na Itália. A também chamada “ecomoda” confecciona roupa orgânica. Isto é, elaboradas com tecidos em cuja produção não são usados produtos químicos, nem fertilizantes, nem pesticidas. Com 72 mil empresas e 700 mil empregados, a indústria italiana do vestuário é uma das principais do mundo: fatura quase US$ 90 milhões ao ano. E, embora a moda de baixo impacto ambiental esteja mais desenvolvida em mercados como o inglês e o alemão, até gigantes do ramo, como Giorgio Armani, estão dispostos a aderir à tendência.
Armani agora cria jeans “ecologicamente corretos”, feitos com algodão orgânico. Outras grifes famosas internacionais vendidas na Itália, com Levi Strauss, Gap, Nike ou Marks & Spencer, também uniram-se à moda ecológica. Ponchos feitos com fibra de soja, trajes elaborados com embalagens de ovos ou calças fabricadas a partir de algas são alguns exemplos desta moda alternativa que combina criatividade com materiais insólitos. Muitos estilistas também reutilizam vestidos velhos ou que já não servem mais, para conservar os recursos naturais.
Autora: Francesca Colombo

Roupa ecológica no Parlamento Europeu

O Parlamentou Europeu recebeu esta sexta-feira um desfile de roupa ecológica organizado pela associação ambientalista Greenpeace. O objectivo é mostrar que é possível criar moda sem utilizar produtos químicos.
«São muitas as indústrias na Europa e no mundo que abandonaram o uso de substâncias químicas perigosas que, na opinião dos especialistas, são cancerígenas e podem comprometer o sistema hormonal e reprodutor das pessoas», afirmou o responsável pelas políticas químicas do Greenpeace, Marco Contiero.

«O problema desta nova forma de vestuário está na dificuldade de encontrar as fibras ecológicas e na obtenção de fundos para investigação», acrescentou o ambientalista.

O desfile aconteceu dias antes da votação no Parlamento Europeu da norma sobre substâncias químicas, «Reach», que tem como objectivo estabelecer na Europa a obrigatoriedade de registar, avaliar e autorizar os produtos químicos utilizados.

Fonte: Diário Digital

Governo lança programa para reduzir lixo urbano até 2016

Fraldas reutilizáveis, menos jornais gratuitos, facturas electrónicas, e água da torneira em vez de garrafa estão entre as medidas de um plano apresentado hoje pelo Ministério do Ambiente para reduzir a quantidade de lixo produzida no país. A acção mais eficaz, porém, é fazer compostagem dos resíduos orgânicos em casa.
É a terceira tentativa oficial de se controlar a produção de lixo. O primeiro Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos não atingiu a sua meta de redução. A 2ª etapa começou mal: em 2007 falhou novamente o alvo.
O agora divulgado Programa Nacional de Prevenção de Resíduos Urbanos promete reduzir, através de um conjunto de medidas, a recolha de lixo entre 50 e 100 quilos por pessoa, por ano. Cada português deita fora 470 quilos de lixo por ano.
A compostagem é a medida que surte maior efeito. Numa habitação portuguesa, cerca de um terço do lixo é composto por resíduos orgânicos – como cascas de frutas ou restos de comida. Com a compostagem em casa, nas escolas e em zonas rurais, pode-se reduzir o lixo orgânico em cerca de 17 por cento.
As fraldas descartáveis podem ser evitadas em 20 por cento, segundo o plano. Mas o peso absoluto desta redução, no cômputo geral, é mais reduzido.
Num cenário mais optimista, a produção total de lixo poderia ser reduzida em 17 por cento até 2016. Um cenário menos optimista – mas mais adaptado à realidade portuguesa, segundo o plano – coloca a redução em 10 por cento. Se nada for feito, estima-se que a quantidade de lixo crescerá quatro por cento.
Fonte: Público

terça-feira, 2 de junho de 2009

Que fazer com o excesso de publicidade enviada pelas empresas.

Está na altura de mandarmos o nosso recado às empresas que abusam da nossa paciência.
Quantas vezes recebe publicidade na sua caixa do correio que não tem nenhum interesse como: cartas com resposta paga, publicidade de negócios, de bancos, instituições de crédito e outros.
Que fazer? Deitar no lixo?
Aqui fica uma boa ideia para nos desfazermos desse abuso de publicidade, sem prejudicar o meio ambiente: ao receber as cartas de diversas empresas troque os conteúdos das mesmas, ponha novamente no correio, assim receberão de volta o “lixo” e ainda terão de pagar duas vezes a publicidade enviada. Mas tenha em atenção que nesses documentos reenviados não deverão constar os seus dados pessoais.

Se todos fizermos isso estamos preservar as nossas florestas!


sábado, 30 de maio de 2009

Reciclagem e reutilização de materiais

Mala feita com disquetes

Ave em conceito metálico


Arte com caricas


Cão em metal

Cobra feita com latas


Peixe elaborado em metal


Corpete e botas concebidos com papel e tampas de latas


Mala de senhora feita com tampas de latas


Vestidos de papel reutilizado

Earthship Biotecture: Sustentável e Independente

Um Earthship é uma estrutura que é auto-suficiente. É um edifício que oferece o seu próprio calor, frio, água, electricidade e de tratamento de efluentes. Além disso, é construído com materiais reutilizados, materiais ecologicamente sensíveis, que são relativamente baratos, facilmente disponíveis, e fáceis de usar. Tem como base pneus usados de automóveis, e basta reunir todos estes critérios e temos os alicerces fundamentais para uma Earthship. Pode parecer uma loucura construir uma casa de pneus, mas não é tão louco como pode parecer. Além disso, os pneus são apenas o começo ...
Para saber mais, clique aqui : http://www.greenhomebuilding.com/earthship.htm

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Pen drive "verde"


Seguindo a onda da tecnologia “verde” e procurando usar o máximo possível de materiais biodegradáveis , a ATP Electronics apresentou na CeBIT 2009 o EarthDrive, a primeira pen drive USB reciclável. Segundo a fabricante, a pen drive usa a maior quantidade possível de produtos biodegradáveis, facilitando assim a reciclagem quando for descartada. Para aumentar a durabilidade, o EarthDrive tem componentes protegidos que o tornam à prova d'água, de poeiras e de choques. O produto conta também com um software de segurança embutido, que permite a proteção de dados por meio de senhas. O produto “verde” EarthDrive já está disponível no mercado.
Fonte: actualidadesdainformatica.blogspot.com

Arte e código de barras

quinta-feira, 28 de maio de 2009

American Indians - quotations on protecting our environment


American Indians have traditionally stressed the close relationship between man and nature and the need to protect the Earth and the Earth's environment. Here are some quotations on that subject.


" The survival of the world depends upon our sharing what we have and working together. if we don't, the whole world will die. First the planet, and next the people. "
Fools Crow, Ceremonial Chief of the Teton Sioux


" We must protect the forests for our children, grandchildren and children yet to be born. We must protect the forests for those who can't speak for themselves such as the birds, animals, fish and trees."
Qwatsinas [Hereditary Chief Edward Moody], Nuxalk Nation


" We do not inherit the Earth from our Ancestors, we borrow it from our Children."
Ancient Indian Proverb


Translation-Tradução

Os índios americanos têm vindo a sublinhar a relação íntima entre o Homem e a Natureza, bem como a necessidade de proteger a terra e o ambiente. Seguem-se algumas citações sobre este tema:

"A sobrevivência do mundo depende da nossa capacidade de partilhar e trabalhar em conjunto.
Se não o fizermos o mundo inteiro morrerá."

" Temos de proteger as florestas pelos nossos filhos, netos e futuras gerações. Temos de proteger as florestas em nome daqueles que não se podem defender, tal como, os pássaros, animais, peixes e árvores."

" Não herdámos a terra dos nossos antepassados, pedimo-la emprestada aos nossos filhos."

Utopia: ecoponto inteligente para reciclagem

Imagine que existia um ecoponto que identifica o tipo de lixo e abre a tampa certa para a reciclagem? Este conceito faz isso e além de funcional é totalmente vanguardista.
Reciclar é uma necessidade que aumenta a cada dia. Pensado em facilitar a vida e aumentar o volume de reciclagem foi projectado este conceito de ecoponto.
É isso o que este ecoponto conceito faz, além de ser um projecto muito bonito de urbanização.
Agora como identificar o tipo de lixo? Código de barras. Cada embalagem tem um código identificando o tipo de material, você passa este código ... E abre-se a tampa referente ao material do código.


Depois os responsáveis pela recolha levam o material separado através da abertura maior.


Consultar: Ecoponto Inteligente

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Já pensou nos efeitos do impacto ambiental ao navegar na internet e fazer pesquisas no Google?

Cada segundo que estamos ligados à Internet, geramos 0,02 gr de emissões de carbono. Quando fazemos uma pesquisa na internet, esta emissão aumenta consideravelmente. Para efectuar a pesquisa o site de busca precisa de consultar vários bancos de dados ao mesmo tempo. De todos os sites actuais, o que mais emite este gas é o Google: 7 gr de dióxido de carbono por pesquisa. A eficiência do Google tem um preço para o meio ambiente. 7 gr de emissão de dióxido de carbono parece pouco, não é? Mas multiplique este número pelas 200 milhões de buscas na internet que são feitas por dia… Agora já não parece tão pouco, certo? Por esse e outros motivos, a notícia do G1 cita que: "Uma pesquisa recente estimou que o sector global da tecnologia de informação gera tantos gases de efeito de estufa como todas as companhias aéreas juntas".
Por um lado, é verdade que os nossos computadores irão usar mais energia e, portanto, contribuir mais para o efeito de estufa do que o Google. Porém, isso não isenta os sistemas de pesquisa de procurarem soluções para minimizar o seu impacto ambiental. Da mesma maneira que, os fabricantes de computadores também devem tomar medidas para que os seus produtos sejam menos poluentes.
Na questão ambiental, todos os esforços são necessários.

terça-feira, 26 de maio de 2009

A inflação das novidades

A evolução dos ritmos e imperativos de inovação é impressionante. Todos os anos são propostos aos europeus 20 000 novos produtos de grande consumo.
Em 1995, a Sony comercializou qualquer coisa como 5000 novos produtos. Esta febre de renovação conduziu a um forte aumento da procura de denominações, ao ponto de ter originado uma verdadeira inflacção de nomes de marcas: no total, encontram-se hoje registados 90 000 nomes de marcas.
No sector do vestuário, uma marca como a Zara, renova os seus artigos de duas em duas semanas, produzindo aproximadamente 12 000 modelos por ano, diferenciados em função dos países.
As indústrias culturais obedecem à mesma lei "frenética" do novo e do efémero. Não obstante, o elevado nível de concentração das indústrias culturais não devem ocultar outro fenómeno dominante, que tem a ver com a crescente variedade dos produtos e com a redução do tempo do seu ciclo de vida. A economia do hiperconsumo assiste ao alastrar da lógica do mercado, a um capitalismo mediático dominado por uma predilecção pelo descartável.

Gilles Lipovetski


Reciclagem de vidro de embalagem

O futuro apresenta-se risonho para a indústria vidreira. Hoje o vidro é visto como um produto de qualidade, com uma importante faceta ecológica, e constitui um dos melhores exemplos de reciclagem eficiente, podendo afirmar-se que é 100% recicável. No caso particular da reciclagem do vidro de embalagem, esta está particularmente avançada no nosso país, devendo, em grande medida, o seu sucesso ao crescente uso do vidrão. Actualmente , as garrafas produzidas em Portugal, são constituídas por 25% a 30% de vidro recuperado. Uma percentagem baixa, se comparada com os 45% a 50% atingidos nalguns paises europeus.

Vantagens do vidro reciclado:

- De mil toneladas de casco (vidro reciclado), obtém-se mil toneladas de vidro novo, o que representa uma poupança de matéria- prima muito significativa. Para produzir mil toneladas de vidro são necessárias mil e duzentas toneladas de matéria-prima.

- A reduçao da temperatura de fusão, e por conseguinte, a poupança de combustível é outra das vantagens. A quantidade de calor necessária para fundir um vidro sódio-cálcio normal de composição seca é de 716 kcal/kg; enquanto para fundir o mesmo quilograma de casco esta se situa nas 430 kcal. Teoricamente, podemos afirmar que um aumento de 10% de casco permite uma poupança até 5% de combustível. Em consequência é possível, não só aumentar o rendimento do forno, como prolongar o tempo de vida útil do mesmo.

- A redução de emissão de gases poluentes (sulfuretos).

- A diminuição do volume de resíduos industriais nos aterros.

- O casco é directamente utilizado na "receita" do vidro, entrando com a percentagem de 25-30%, em média.