segunda-feira, 22 de junho de 2009

Telejornal mais amigo do ambiente


A recente remodelação do estúdio/redacção do Telejornal da RTP deu um passo em frente para tornar este espaço mais amigo do ambiente.

A utilização de lâmpadas LED, que gastam cerca de 7 vezes menos que as normais, na iluminação, contribuirá para uma diminuição substancial dos gastos energéticos. A fusão do espaço de redacção e de estúdio acabará também por contribuir para uma maior poupança em gastos com iluminação, aquecimento e outros.

Pilhas recicláveis


O ideal seria que se reciclassem as pilhas, contudo, toda a gente sabe que mais tarde ou mais cedo, as pilhas acabarão por ir parar ao lixo comum, contribuindo para a poluição do solo e das águas.
A EnviroMax é a nova pilha da Fuji. Não contém mercúrio, cádmio ou PVC e são feitas em plástico ao invés de metal. Aliás, a Fuji defende que, embora seja 100% reciclável, a EnviroMax é segura para ser depositada em aterros.

Estudante inventa frigorífico solar


Provando que as melhores ideias são muitas vezes as mais simples, a estudante Britânica de 21 anos Emily Cummins criou um brilhante frigorífico solar portátil, que funciona baseado no principio da evaporação. O frigorífico não necessita de electricidade e pode ser produzido a partir de materiais comuns, como cartão, areia e restos de metal. Perfeito para países sub-desenvolvidos.


Colocam-se os alimentos e medicamentos na câmara metálica interior do frigorífico. Entre a câmara interior e a exterior, material orgânico como areia, lã ou terra é saturado com com água. Com o aquecimento do sol, a água no material orgânico evapora, reduzindo a temperatura da câmara interior até uns frescos 6º centígrados.

Depois de vencer um prémio de 5,000 libras, Emily adiou a ida para a universidade por um ano e fez uma viagem até África para melhorar o seu frigorífico solar. Construiu seis durante a fase inicial de produção e ajudou a construir mais de 50 em locais como a Namibia, Zambia e África do Sul. Emily acredita que centenas mais poderão estar em uso assim que a construção passe de comunidade em comunidade.


Link consultado: www.ecoideias.com

Poupe papel, salve a vida animal!


Criado pela agência publicitária Sudler & Hennessey este cartaz publicitário alerta-nos para a importãncia de poupar na quantidade de papel que utilizamos. A desflorestação é causadora de grandes alterações nos habitats de muitos animais, podendo levar até à sua extinção.

Link consultado: http://www.ecoideias.com

Tintas eficientes


Link consultado: http://www.ecoideias.com/

Porta giratória produtora de energia

Uma porta que recolhe a energia cinética de grupos de pessoas é uma óptima abordagem às energia renováveis. Recentemente, o café Holandês Natuurcafé La Port instalou um gerador de energia numa porta giratória para, cada vez que uma pessoa entre no café, gere um pouco de energia de volta para o café.

A porta faz parte das remodelações na estação de comboios de Driebergen- Zeist, desenhadas pela empresa de arquitectura RAU e executadas pela Boon Edam. Espera-se que esta porta gere cerca de 4600 kWh de energia cada ano, que pode parecer pouco, mas cada bocado ajuda. Para melhorar o desenho, a equipa decidiu colocar um tecto transparente, para mostrar como o sistema funciona, e um indicado com luzes LED para indicar a quantidade de energia gerada quando cada pessoa passa pela porta.

Fonte: http://www.ecoideias.com/

Fazer produtos de limpeza: Sabão


Nas prateleiras dos supermercados podem encontrar-se todo o tipo de produtos de limpeza. O que o utilizador comum desconhece é que a grande maioria desses produtos podem conter substâncias nocivas para o ambiente. Uma solução é fazer em casa os nossos próprios produtos de limpeza, como por exemplo o sabão.

Ingredientes:
- 1 kg de soda cáustica (NaOH)
- 2 litros de água
- 4 litros de óleo de frituras (excepto de peixe)
- 1 litro de álcool
- 5 ml óleo essencial

Recomendações:
- Não utilizar óleo da fritura de peixes e frutos do mar.
- Coar o óleo para separar as impurezas. Estas impurezas deverão ser colocadas no contentor dos indiferenciados.
- Manter uma distância segura quando efectuar a mistura da água com a soda cáustica e utilizar protectores para olhos e máscara para nariz e boca, pois o vapor resultante dessa mistura é muito forte.
Procedimento:
- Colocar no balde, 1 kg de soda cáustica e 2 l de água quente. Misturar com uma colher de pau até diluir totalmente. Não esquecer de usar luvas e óculos de protecção SEMPRE.
- Juntar 4 litros de óleo de frituras. Continuar a mexer com a colher de pau, durante cerca de 20 minutos.
- Acrescentar 1 litro de álcool, óleo essencial (caso se pretenda que o sabão fique perfumado) e elementos decorativos adicionais a gosto.
- Misturar tudo até se obter a consistência de pasta.
- Despejar esta mistura num caixote de madeira forrado com um pano limpo ou nas formas pretendidas.
- Acomodar a pasta no caixote.
- Deixar secar totalmente (pelo menos 24 horas)
- Cortar os pedaços de sabão no tamanho desejado.

Para saber mais clique: Fazer produtos de limpeza: Sabão

sábado, 20 de junho de 2009

Poema Ecologico - Lindo

Poema Ecológico - Lindo!

Sky Village em Copenhaga

Desenhado como uma acrópole de unidades individuais empilháveis, a Sky Village ganhou recentemente o concurso para a construção de um novo arranha-céus em Rødovre, um município do condado de Copenhaga. O arranha-céus incorpora vários elementos de desenho sustentável para reduzir o impacto ambiental, e o seu principal conceito está centrado num sistema de unidades individuais que podem ser empilhadas em várias configurações para maximizar o espaço e permitir mudanças estruturais de acordo com as necessidades.

A MVRDV e a ADEPT projectaram a Sky Village para incluir espaços comerciais, escritórios, apartamentos, um hotel e um parque à volta da base do edifício. Flexibilidade é um dos aspectos fundamentais do projecto, e a sua composição modular permite aos proprietários a facilidade de alterar a estrutura de acordo com as necessidades dos seus habitantes.

Se uma loja precisa de mais espaço ou são necessários mais apartamentos, “pixeis” podem ser facilmente adicionados para reconfigurar a estrutura. Cada pixel tem aproximadamente 60 metros quadrados e estão organizados à volta de um núcleo central. A inclusão de espaços comerciais, restaurantes e escritórios num empreendimento habitacional dá às pessoas a possibilidade de viverem onde trabalham, fazendo desta uma verdadeira cidade, uma vertical.

A base da Sky Village é mantida pequena para minimizar a pegada do edifício e maximizar o espaço da praça e parque público adjacente. Espaços comerciais e restaurantes ocupam os andares inferiores, mais estreitos, os escritórios ocupam os andares intermédios e os apartamentos são construídos nos andares superiores, alguns com terraços, para dar ao edifício um perfil curvo. Estes terraços dão aos seus habitantes um “jardim no céu”. Lá em cima no topo fica o hotel, com vista para o centro de Copenhaga.
A Sky Village inclui também vários elementos ecológicos, como o reciclar de águas, quarenta por cento de betão reciclado nas fundações e uma fachada que irá incorporar várias tecnologias de energias renováveis.

Fonte: http://www.ecoideias.com

Hotel feito de antigos de barris de vinho

Alguma vez adormeceram ao lado de um bom copo de vinho? E então no interior do barril de vinho? O hotel De Vrouwe van Stavoren na Holanda recuperou quatro antigos barris de vinho e transformou-os em maravilhosos quartos de hotel.
Antigamente preenchidos com 14,500 litros do vinho francês Beaujolais, cada barril é agora um modesto quarto para duas pessoas, completo com as comodidades básicas e até uma pequena sala e quarto-de-banho em anexo. Visitantes de todo o mundo viajam para a parte mais a Norte da cidade de Stavoren para ficar num destes quartos.
Depois de cumprirem a sua função de fornecer sabor e cor a milhares de garrafas de vinho, os barris foram montados em camiões e enviados para Stavoren. Os antigos barris formam excelentes quartos, considerando a sua resistência e isolamento, e criam uma oportunidade para gabar aos amigos.
Os preços variam entre 74€ - 1119€ por noite, com descontos até 75% dependendo da época. Por exemplo, no Inverno um quarto pode custar apenas 18 € por noite. O pequeno-almoço está incluído e podem até levar o cão.

50 Carros ou 1 Autocarro?

A empresa de publicidade Sueca, Acne, criou uma incrível campanha para uma empresa de transportes de autocarro para o aeroporto, que inspira os condutores a usarem o autocarro para chegar ao aeroporto ao invés dos seus carros.

Com o tema “50 Carros ou 1 Autocarro”, foram utilizados 50 carros para formar um enorme autocarro semelhante aos da Flygbussarna, na auto-estrada que leva ao aeroporto. A Acne utilizou 50 carros para simbolizar que um autocarro pode sentar 50 pessoas, em quanto que em média cada carro só leva 1.2 pessoas.
Paralelamente, foi lançada uma página na Internet onde se podem ver os carros a passar pelo autocarro. A página conta o número de carros que passam e a quantidade de CO2 que poderia ser poupado se as pessoas desses carros tivessem utilizado o autocarro. Ter em conta que um autocarro não liberta mais CO2 que quatro carros.

Spark Lamp alerta gastos energéticos


E se medir os gastos energéticos lá de casa fosse tão simples como ligar um interruptor? Esta é a ideia por detrás do Spark Lamp. Um candeeiro desenhado por Bervely Ng, um aparelho a energia solar que oferece uma forma engenhosa de monitorizar estes gastos. Uma lâmpada LED muda de cor dependendo dos gastos energéticos durante o mês, dando-nos uma ajuda visual que nos fará poupar energia.

O Spark Lamp foi criado em resposta às recentes medidas do governo Sueco para combater a crise de energia. Na Suécia, as novas casas vão ter instalado um medidor que permitirá aos proprietários consultar pela Internet os gastos energéticos do mês. O Spark Lamp fornecerá uma ajuda visual para controlar esses gastos.
Durante o dia o candeeiro é virado ao contrário e colocado junto a uma janela para recarregar. À noite é virado para a posição normal e ligado. Nesta altura estabelece uma ligação sem fios à Internet e mostra-nos o consumo energético do mês até ao momento, através de uma ligeira luz vermelha, amarela ou verde, durante três segundos. Depois deste momento de eco-iluminação, a luz torna-se branca e passa a funcionar como um candeeiro normal. Através desta indicação visual as pessoas vão lentamente passar a gerir melhor a energia que gastam em casa.

Um tapete verde de musgo


Não há nada como a sensação de relva acabada de cortar debaixo dos pés, especialmente quando saímos do chuveiro. Este tapete de musgo criado por Nguyen La Chanh traz o exterior para o interior da nossa casa. O musgo cresce em ambientes húmidos, por isso o local ideal para o colocar é na casa-de-banho.
Este tapete engenhoso é feito de uma espuma que não apodrece e povoado com três espécies de musgo, dando-lhe assim tonalidades diferentes. A manutenção é mínima, já que o musgo sobrevive da humidade libertada pelos rituais diários na casa-de-banho- Quem diria que tomar um duche podia contribuir para o crescimento de um pedaço de verde na nossa casa!

Vasos de cortiça reciclada


O The Home Project, um estúdio de Design baseado entre Faro e Berlim criou um extraordinário vaso completamente biodegradável. O Vaso 2.0 é feito de cortiça reciclada e vem em práticos pacotes de três vasos de diferentes tamanhos.

Os vasos são feitos em Portugal, a partir de cortiça reciclada. A cortiça, para além de ser um material sustentável e biodegradável, dá ao vaso outras vantagens, torna-o inquebrável, anti-séptico e protege o chão e as mesas, não os riscando.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Simulador de condução, como ferramenta pedagógica em segurança e ambiente está a ser desenvolvido por investigadores no Instituto Superior Técnico e no INESC-ID. Engenheiros desenvolvem software e plataforma interactiva para educar condutores a praticar condução segura, económica e amiga do ambiente. É um jogo de computador de carros. Mas aqui o paradigma não é uma corrida contra o tempo. Neste jogo ganha quem menos poluir e transgredir as regras e sinais de trânsito.Um simulador que nasce no projecto CleanDrive, uma investigação desenvolvida por engenheiros do INESC-ID e do Instituto de Engenharia Mecânica, do Instituto Superior Técnico.
Fonte: TV Ciência online

Casa de bonecas ensina a ser ecológico


Casa de bonecas criada pela Smart Gear tem tudo para ensinar as crianças a terem uma vida mais ecológica. A casa possui árvores, painéis solares, turbina de energia eólica, bicicleta, colecta de água da chuva e é claro eco-pontos para produtos recicláveis. As tintas usadas na casa são à base de água e sem nenhum material tóxico.


Fonte: http://www.ecoblogs.com.br/tag/crianca

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Produtos Recicláveis - Quais os produtos a reciclar? Meio Ambiente

Quer ajudar o meio ambiente e não sabe quais os produtos a separar para reciclagem? Confira agora uma lista com os tipos de produtos que podem ser reciclados e os que não podem.

Produtos que podem ser reciclados:

Lixo orgânico - restos de alimentos, frutas, legumes, folhas, relva, etc.
Papéis - papéis de escrever, papéis de impressão, papéis de embalagem, papéis para fins sanitários, cartões e cartolinas, papéis especiais (kraft, heliográfico, filtrante, de desenho).
Plásticos - embalagens de shampo, detergentes, refrigerantes e outros produtos domésticos, tampas plásticas de recipientes de outros materiais, embalagens de plástico de ovos, frutas e legumes, utensílios plásticos usados (canetas esferográficas, escovas de dentes, baldes, artigos de cozinha, etc) .
Vidros - todos os vidros (com exepção dos descritos nos produtos não-recicláveis).
Metais - folha-de-flandres (aço revestido com estanho como latas de óleo, sardinha, creme de leite, etc),
Alumínio - latas de refrigerantes, cerveja, chás.
Lâmpadas de mercúrio - lâmpadas de vapor de mercúrio, de vapor de sódio, de luz mista e as lâmpadas fluorescentes.
Pilhas e baterias.
Entulho.
Pneus.

Produtos que não podem ser reciclados:

Papéis - papel celofane, papel vegetal, papel plastificado, laminados (reciclagem difícil), encerados ou impregnados com substâncias impermeáveis, carbono, papel sanitário usados, papéis sujos, engordurados ou contaminados com alguma substância nociva à saúde, papéis revestidos com algum tipo de parafina ou silicone, fotografias, fitas adesivas e etiquetas adesivas.
Plásticos - plásticos termofixos (usados na indústria eletro- eletrónica e na produção de alguns computadores, telefones e electrodomésticos), plásticos tipo celofane, embalagens plásticas metalizadas (tipo salgadinhos), isopor.
Vidros - espelhos, vidros de janelas,vidros de automóveis, lâmpadas, tubos de televisão e válvulas, ampolas de medicamentos, cristal, vidros temperados planos ou de utensílios domésticos.
Lembre-se sempre de separar os produtos recicláveis para não serem contaminados, pois se, por exemplo, o plástico reciclável entrar em contato com alguma graxa ou solvente, já não poderá ser reciclado.

"A Última Hora"

domingo, 14 de junho de 2009

Bag for Life


Bag for Life é uma marca que alia responsabilidade ecológica com as últimas tendências, acaba de lançar a sua nova colecção de malas para o Outono-Inverno de 2009. Na linha de frente dos lançamentos, estão os modelos carteira, ou clutch, que vêm em materiais diferenciados.
A linha “Eco-Renda” foi desenvolvida pelo Studio Surface, que criou uma renda não-tecida, feita manualmente a partir de sobras de fios. Em “Fish”, a principal matéria-prima é o couro de tilápia, um peixe de água-doce criado em cativeiro para consumo humano. Nos rios, a pele de tilápia é altamente poluente, por isso, reaproveitá-la é tão importante.
Nos modelos “Animale”, o material é proveniente das sobras da indústria de tapetes de couro e de pêlo. Há opções em diversas cores e estampados, principalmente com motivos de animais, como onça, zebra, tigre e crocodilo.
Conhecidas de outras temporadas, a linha “ExMídia” vem renovada como “Classic”, utilizando lonas de outdoor combinadas com tecido de algodão e Pet reciclado da Locomotiva Eco. Esse modelo é grande e possui um detalhe exclusivo: vem com uma nécessaire destacável no interior. Para conhecer outros modelos, basta aceder ao site http://www.bagforlife.com.br/. Todas as colecções têm edição limitada, peças numeradas e embalagem de algodão natural. Além disso, a empresa direcciona parte dos lucros para projectos ligados à conservação ambiental.

Telhados Green - A tendência na arquitectura

Singapura

Nova Iorque
Ecologia, economia e estética estão unidas num só projecto: a Bio-construção. A última moda em arquitectura é sem dúvida um novo modo belíssimo de viver e utilizar os tectos das nossas cidades, ajudando o ecossistema e combatendo a poluição.
A vida nas cidades cada vez mais verticais, onde o espaço para o jardim ou a sonhada horta no quintal é cada vez mais difícil, cria uma nova forma de como desfrutar o telhado dos arranha céus dos grandes centros urbanos de maneira mais criativa e ambientalmente ecológica. Esta tem sido uma forte tendência em grandes metrópoles como Nova York, Vancouver, Tóquio, Singapura e até mesmo nas cidades menos poluídas, como por exemplo, Monte Carlo. A iniciativa além de inovadora e melhorar muito a vista panorâmica dos edifícios, traz inúmeras vantagens para o meio ambiente, mas acima de tudo para aqualidade de vida humana.

Vancouver

Monte Carlo

Tóquio

Fonte: http://ecotrendstips.wordpress.com/

Reciclagem de peças de automóveis


Sistema de Rodagem e Suspensão: Pneus:
Combustível alternativo em fábricas de cimento;
Asfalto;
Tapetes, mantas, coxins;
Percintas para sofás, tubos de drenagem de água, batentes;
Óleo combustível e gás.

Rodas de Ferro:
Peças metálicas ou produtos para construção civil.

Jantes de liga leve (alumínio):
Produtos de alumínio.

Amortecedores, molas, bandejas e outras peças da suspensão:
O óleo interno do amortecedor é utilizado na fabricação de lubrificantes.
As partes metálicas são transformadas em produtos para construção civil.

Sistema de Freio:
Tambores e discos de freio:
Discos e tambores novos.

Partes metálicas:

Peças de metal ou produtos para construção civil.

Sistema de Exaustão:
Tambores e discos de freio:
Discos e tambores novos.

Partes metálicas:
Peças de metal ou produtos para construção civil.


sexta-feira, 12 de junho de 2009

Roupas feitas com...beatas de cigarro!!!

Uma designer chilena descobriu como fazer um tecido utilizando as nojentas e numerosas beatas de cigarro que se espalham pelas ruas. Consta que são mais de 4 trilhões de beatas todos os anos a sujar o nosso ambiente. O projeto Mantis, de Alexandra Guerrerro, encontrou uma maneira de misturar o material do filtro com lã natural e fazer um tecido rústico. Antes, claro, limpa o material. Começa com um processo em autoclaves, que purifica as beatas com vapor e temperaturas altas. Depois, é aplicado um solvente. Volta novamente ao autoclave. Seguidamente, as beatas passam pela secagem. Finalmente, são trituradas e misturadas. Segundo a designer, uma pesquisa conduzida por uma ambientalista garantiu que o tecido resultante fica suficientemente purificado para garantir a segurança dos clientes. Até agora, Alexandra produziu um poncho, um bolero, um vestido, um chapéu e até sabão.

Desvio da natureza na produção e comercialização de produtos alimentares

Vamos aos centros comerciais comprar fruta e legumes e o que encontramos são na sua maioria produtos importados, possivelmente do outro lado do planeta, da Nova Zelândia, da Argentina ou do Chile. É assim porque as grandes superfícies preferem comprar em grandes quantidades e produtos com bonito aspecto para comercializar. Para isto são geneticamente manipulados, levam doses maciças de fertilizantes e pesticidas, são apanhados verdes e conservados por longos períodos em atmosferas controladas. Quanto a paladar e qualidade é outra conversa. Por exemplo, no caso das maçãs, a maioria das importadas são muito bonitas e grandes, mas também na sua maioria não têm paladar, não são doces nem amargas, não têm bicho, pouco ou nenhum sumo, numa palavra, o que chamamos “farinhentas”. Metade das que compramos vai para o balde do lixo.
As maçãs nacionais de pequenos produtores, ou das quintas dos nossos amigos, são frutos pequenos, alguns com deformações e uns poucos com picadelas de bicho, mas muito doces e com sabor bem característico, umas um pouco mais ácidas umas e outras um pouco mais adocicadas. Esta fruta não se consegue comprar nos supermercados, muito embora seja fruta boa, de confiança para a saúde, e muito mais barata.
É a globalização no seu pior. Transportar alimentos do outro lado do Mundo, para serem consumidos fora da época de produção normal no local de destino, e conservados artificialmente (quer com químicos, quer gastando doses de electricidade), tem impactes ambientais enormes.
É um erro não utilizar para alimento os recursos da nossa proximidade. É um erro não darmos preferência por comer uvas na época das uvas, cerejas na época das cerejas e laranjas na época das laranjas, comer sardinhas no tempo das sardinhas, etc.:
- Era melhor para a economia do nosso país;
- Era melhor para a nossa saúde;
- Era melhor para os nossos agricultores;
- Era melhor para o ambiente;
- Era mais barato para os consumidores;
- Era melhor para a nossa felicidade intelectual;
- Só era pior para os grandes proprietários de supermercados
e importadores.
Porquê persistir em erros tão grosseiros? Nalguns países já se começa a dar verdadeiro valor aos mercados de rua com produtos locais.
Tem de haver uma profunda reflexão sobra as actuais regras e comportamentos da nossa sociedade.

Prefira produtos locais e nacionais. Seja bom para si mesmo!


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Video - Poema: "No limite"

Kid to Kid - Reutilização de produtos infantis

Ao atravessarmos uma grave crise económica, todas as ideias inovadoras que surjam são de louvar e esta não é excepção. Cada vez existem mais empresas que se dedicam à compra e venda de artigos em segunda mão, tudo isto porque os miúdos crescem mais depressa que o rendimento familiar. O KiD to KiD é uma loja que compra e (re)vende: roupas de crianças dos 0 aos 10 anos, pré-mamã, acessórios de puericultura, cadeiras auto e de passeio, livros, brinquedos, jogos, vídeos, ... tudo em perfeitas condições. Quando podemos comprar calças, camisas e vestidos por menos de oito euros porquê gastar tanto dinheiro em artigos que se usam apenas durante alguns meses ? RECICLAR é a palavra-de-ordem. Invista duas horas a rever os seus armários e a pôr de parte o que já não precisa. Selecione os melhores artigos para ter a certeza que se encontram em bom estado e num estilo actual.

Descubra mais em: guiadafamilia.com/guiadagravida

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Ideias originais para reutilizar objectos!

Por esta altura reciclar objectos velhos e inúteis já devia ser um hábito para toda a gente, mas apesar das campanhas e todo o investimento para essa causa, ainda estamos um bocado longe disso... Ou porque não há um ecoponto perto de casa ou porque dá muito trabalho andar a separar o lixo lá de casa...Seja como for, reciclar não é a única forma de "ajudar" o planeta, podemos também, usando a criatividade, dar outra utilidade a tralha velha que não sirva para nada transformando-a em belas utilidades... úteis...Neste post, podem ver algumas ideias que apesar de bastante estranhas, valem pela sua originalidade!

Cabide-funil


Mini-estufa


Suporte batedeira para algodão


Isolador sonoro-ténis


Xau Xau Hack

Link consultado: ideias-originais-para-reutilizar

Dez mil clientes mistério, são pagos para consumir e avaliar



Fazer compras, comer em restaurantes, frequentar hotéis ou um SPA, pode ser uma fonte de rendimento para quem quer ser cliente mistério. Existem já 10 mil portugueses que se tornaram "voluntários" para avaliar serviços abertos ao público. Com anúncios publicitários apresentaram-lhes a prespectiva de fazerem auditorias à qualidade das empresas, lojas, restaurantes ou hotéis, seguradoras, bancos, transportes públicos, telecomunicações e até mesmo hospitais, contribuíndo assim para a melhoria dos serviços e consequentemente para o factor ambiental. Esta forma de fazer auditorias, tem com objectivo permitir às empresas conhecerem os seus pontos fortes e fracos e "optimizarem" as acções de formação, que visam um compromisso para com a nossa qualidade de vida.

Fonte: Dica da semana 11-06-09

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Utilização de fibras e tintas naturais

O respeito pelo meio ambiente, a utilização de fibras e tintas naturais e a reciclagem de roupas e objetos usados são a base da moda ecológica, que pouco a pouco ganha terreno entre os consumidores e estilistas na Itália. A também chamada “ecomoda” confecciona roupa orgânica. Isto é, elaboradas com tecidos em cuja produção não são usados produtos químicos, nem fertilizantes, nem pesticidas. Com 72 mil empresas e 700 mil empregados, a indústria italiana do vestuário é uma das principais do mundo: fatura quase US$ 90 milhões ao ano. E, embora a moda de baixo impacto ambiental esteja mais desenvolvida em mercados como o inglês e o alemão, até gigantes do ramo, como Giorgio Armani, estão dispostos a aderir à tendência.
Armani agora cria jeans “ecologicamente corretos”, feitos com algodão orgânico. Outras grifes famosas internacionais vendidas na Itália, com Levi Strauss, Gap, Nike ou Marks & Spencer, também uniram-se à moda ecológica. Ponchos feitos com fibra de soja, trajes elaborados com embalagens de ovos ou calças fabricadas a partir de algas são alguns exemplos desta moda alternativa que combina criatividade com materiais insólitos. Muitos estilistas também reutilizam vestidos velhos ou que já não servem mais, para conservar os recursos naturais.
Autora: Francesca Colombo

Roupa ecológica no Parlamento Europeu

O Parlamentou Europeu recebeu esta sexta-feira um desfile de roupa ecológica organizado pela associação ambientalista Greenpeace. O objectivo é mostrar que é possível criar moda sem utilizar produtos químicos.
«São muitas as indústrias na Europa e no mundo que abandonaram o uso de substâncias químicas perigosas que, na opinião dos especialistas, são cancerígenas e podem comprometer o sistema hormonal e reprodutor das pessoas», afirmou o responsável pelas políticas químicas do Greenpeace, Marco Contiero.

«O problema desta nova forma de vestuário está na dificuldade de encontrar as fibras ecológicas e na obtenção de fundos para investigação», acrescentou o ambientalista.

O desfile aconteceu dias antes da votação no Parlamento Europeu da norma sobre substâncias químicas, «Reach», que tem como objectivo estabelecer na Europa a obrigatoriedade de registar, avaliar e autorizar os produtos químicos utilizados.

Fonte: Diário Digital

Governo lança programa para reduzir lixo urbano até 2016

Fraldas reutilizáveis, menos jornais gratuitos, facturas electrónicas, e água da torneira em vez de garrafa estão entre as medidas de um plano apresentado hoje pelo Ministério do Ambiente para reduzir a quantidade de lixo produzida no país. A acção mais eficaz, porém, é fazer compostagem dos resíduos orgânicos em casa.
É a terceira tentativa oficial de se controlar a produção de lixo. O primeiro Plano Estratégico para os Resíduos Sólidos Urbanos não atingiu a sua meta de redução. A 2ª etapa começou mal: em 2007 falhou novamente o alvo.
O agora divulgado Programa Nacional de Prevenção de Resíduos Urbanos promete reduzir, através de um conjunto de medidas, a recolha de lixo entre 50 e 100 quilos por pessoa, por ano. Cada português deita fora 470 quilos de lixo por ano.
A compostagem é a medida que surte maior efeito. Numa habitação portuguesa, cerca de um terço do lixo é composto por resíduos orgânicos – como cascas de frutas ou restos de comida. Com a compostagem em casa, nas escolas e em zonas rurais, pode-se reduzir o lixo orgânico em cerca de 17 por cento.
As fraldas descartáveis podem ser evitadas em 20 por cento, segundo o plano. Mas o peso absoluto desta redução, no cômputo geral, é mais reduzido.
Num cenário mais optimista, a produção total de lixo poderia ser reduzida em 17 por cento até 2016. Um cenário menos optimista – mas mais adaptado à realidade portuguesa, segundo o plano – coloca a redução em 10 por cento. Se nada for feito, estima-se que a quantidade de lixo crescerá quatro por cento.
Fonte: Público