segunda-feira, 29 de junho de 2009

Primeiro parque de ondas é português

Portugal tem a funcionar, já desde finais de Setembro, o primeiro Parque de Ondas do mundo. Localizado em Aguçadoura, no concelho da Póvoa de Varzim, este Parque de Ondas promete gerar energia suficiente para alimentar cerca de 15 mil famílias, sendo que 10% da energia reverterá imediatamente para o concelho, alimentando cerca de um terço do mesmo.

Dada a sua longa costa, Portugal é por excelência uma país privilegiado para a utilização das ondas para a produção de energia eléctrica. A costa de Aguçadoura foi escolhida por ter as condições ideais, profundidades de 50-70 metros. Assim, a 5 km da costa de Aguçadoura podemos observar as primeiras unidades Pelamis P-750, cada uma a produzir 750 quilowatts.

O Pelamis é uma estrutura semi-submersa composta por secções cilíndricas, unidas por juntas articuladas onde se encontra um módulo de conversão de energia. Os movimentos induzidos pelas ondas são absorvidos por cilindros hidráulicos, que pressurizam óleo. Dada a natureza do recurso, acumuladores suavizam o circuito até ao accionamento dos geradores eléctricos que produzem electricidade. A energia convertida em cada uma das juntas é entregue à rede eléctrica através de um único cabo e vários dispositivos podem partilhar uma mesma ligação.
Naturalmente, a quantidade de energia produzida depende da força das ondas num determinado momento, pelo que, tal como a energia solar e eólica, a produção de energia não é constante. De qualquer forma, o parque de Ondas de Aguçadoura é um importante passo em frente na produção de energia por meios alternativos.


Link consultado: http://www.cm-pvarzim.pt/

Mala portátil a energia solar

A invenção do computador portátil permite ao utilizador de hoje a mobilidade e liberdade de trabalhar a partir de qualquer local. Porém, há uma necessidade que os limita. A ligação regular à rede eléctrica para os carregar. As malas para portáteis Voltaic são geradores solares portáteis que permitem carregar virtualmente qualquer dispositivo electrónico.

Painéis fotovoltaicos, leves, resistentes e à prova de água, no lado de fora da Voltaic Generator, produzem até 14.7 watts. O suficiente para carregar completamente o típico computador portátil,com um dia de exposição ao sol. Malas mais pequenas produzem cerca de 4 watts. Uma hora de exposição servirá para carregar um iPod durante 3 horas ou um telemóvel durante 1 hora e meia. Cada mala vem equipada com uma bateria para guardar a energia produzida, bem como adaptadores para uma grade variedade de dispositivos. Um indicador no exterior da mala, indica quando a bateria está carregada.
As malas são fabricadas a partir de um plástico reciclado. Este material é leve, extremamente durável, resistente aos raios UV, à prova de água e até tem melhor aspecto que o nylon normal. Mas mais importante, tem menores custos de produção e cria uma procura por materiais reciclados.

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domingo, 28 de junho de 2009

O musculado Hummer eléctrico

O Hummer é o tipo de carro associado ao condutor ecologicamente irresponsável. Grandes consumidores de combustível, os Hummer estão de fora do ideal de carro daqueles com preocupações ambientais. Para contrariar esta ideia a Raser, uma empresa Americana com ideais sustentáveis, apresentou o novo Hummer H3 eléctrico.
Ainda em fase de demonstração, o Hummer H3 tem um motor de 268 cv e uma autonomia de 65 quilómetros com o seu motor eléctrico, antes de ligar o seu motor de combustão. Tendo em conta que o Hummer é um veículo utilizado pelos habitantes das cidades e que a grande maioria dos carros não faz mais de 65 quilómetros por dia, o Hummer raramente utilizaria o seu motor a combustão.
Todavia, este Hummer H3 continua a não ser o carro mais aconselhado para aqueles que façam mais que estes 65 quilómetros diários, já que o consumo de 40 quilómetros por litro aumenta consideravelmente após esta distância. Resta esperar que quando chegar a sua versão comercial esta autonomia tenha aumentado.

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Plantas repelentes de insectos

Com a chegada do tempo mais quente, começam também a chegar às nossas casas os primeiros insectos. Pequenas moscas e mosquitos passeiam pelas divisões da casa, irritando os seus habitantes. Para nos livrar destes insectos utilizam-se muitas vezes insecticidas ou repelentes químicos, mas existem repelentes naturais: as plantas.


Manjericão (Ocimum basilicum)
Cultive manjericão ao ar livre ou então em vasos em áreas fechadas. O manjericão deve ficar perto das janelas ou portas por onde os mosquitos geralmente entram.


Jasmim (Jasminum officinale)
Plante um jasmim. O seu aroma natural funciona como um repelente natural de moscas e mosquitos. De um modo geral, os mosquitos são repelidos por plantas aromáticas com cheiros fortes.


Citronela (Cymbopogon nardus)
O repelente natural mais comum é a citronela. Podem cultivá-la em vasos ou então no jardim. Neste último caso as plantas devem ficar a pelo menos 1,5 m de distância umas das outras.


Eucalipto aromático (Eucalyptus citriodora)
Nas árvores de grande porte pode-se optar pelo eucalipto aromático. Estas árvores, também conhecidas como eucalipto-limão ou eucalipto-laranja, têm um cheiro parecido com o do limão ou da laranja, que repele os mosquitos.

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Samsung Blue Earth a energia solar

O investimento em tecnologias mais amigas do ambiente por parte dos fabricantes de telemóveis é cada vez maior. A Samsung lança, com o seu novo Samsung Blue Earth, o primeiro telemóvel a energia solar do mercado mundial.
A Samsung está determinada a alcançar melhores padrões energéticos e ambientais, apostando em tecnologias que promovam estes valores. O Blue Earth é fabricado a partir de plástico reciclado e de substâncias que não afectam o ambiente. Toda a parte de trás do telemóvel é um painel solar que permitirá aos seus utilizadores poderem recarregar o seu telemóvel em qualquer parte do mundo.
Como bónus o Blue Earth traz consigo o Eco-Walk, um software que conta a redução de emissões de CO2 dos nossos percursos a pé e nos transmite o resultado pelo número de árvores salvas.


Óculos que convertem energia solar

Desenhados por Hyun-Joong Kim e Kwang-Seok Jeong estes óculos de sol conversores de energia são uma inventiva forma de utilizar a energia do sol para alimentar pequenos dispositivos electrónicos.
Quando possíveis, os Self-Energy Converting Glasses terão lentes com células solares coradas, que recolhem a energia solar e permitem carregar pequenos dispositivos electrónicos através do cabo que sai através da haste.
Estas células solares coradas são descritas pelos criadores como um corante barato e orgânico, criado a partir de nano tecnologia, para transformar os raios solares em energia eléctrica.

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sexta-feira, 26 de junho de 2009

Colecção Re-volta das Embalagens


No dia a dia, muitos são os produtos que utilizamos e mais tarde deitamos fora a embalagem, e que poderiam facilmente ser reciclados ou reutilizados para criar novos objectos, com uma nova e melhorada função. A colecção Re-Volta das embalagens da Blindesign é uma linha de produtos criados a partir da reutilização de embalagens de leite.


Criada por Rita Carrilho e Rita Melo, a Blindesign, é uma Associação em formação que se dedica à edição de produtos e à função social do design e conta com várias entidades cooperantes para a prossecução e êxito deste projecto: Fundação AFID Diferença e Estabelecimento Prisional de Tires.
A sua colecção Re-Volta das Embalagens dá um novo uso às velhas embalagens do leite, criando-se assim práticos sacos, com os quais podemos facilmente andar na rua, ou por exemplo, quando vamos às compras. Carteiras, um estiloso candeeiro e recipientes para separação do lixo lá de casa, ou então guardar os brinquedos dos miúdos, são outros dos objectos que podemos encontrar.

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Moinhos acolhem centrais energéticas

Uma empresa Espanhola vai recuperar sete moinhos na Freguesia de França, inserida no Parque natural de Montesinho, Bragança, com o objectivo de instalar micro-centrais de geração de energia. O projecto prevê a recuperação de cerca de 300 moinhos na região fronteiriça.
Tratam-se de moinhos antigos, em granito e xisto, típicos da região transmontana. A sua recuperação permite a reabilitação de um património cada vez mais degradado. Os moinhos manterão a sua função original, podendo ser utilizados para a moagem de cereal sempre que necessário.
Esta recuperação não terá quaisquer custos para as freguesias. Até a própria ligação às linhas da Rede Eléctrica Nacional (REN), para onde será escoada a energia produzida, será custeada pela empresa Espanhola, ligada às energias renováveis. As freguesias só terão contrapartidas financeiras. Nos primeiros 10 anos receberão 10% dos lucros da venda da energia e após 15 anos a percentagem sobe para os 15%.

Jogue na cidade Ecológica de Clim City


Em Clim City, um jogo em flash criado pelo centro de cultura científica da região francesa da Aquitain, decidimos o destino, em questões ecológicas, de uma cidade. O objectivo é em 50 turnos, equivalente a 50 anos, alterar os perfis de consumos energéticos e emissões poluentes da cidade.
Ao todo são 250 as acções que podemos tomar em Clim City. Podemos actuar nas populações, nas indústrias, na agricultura, nos transportes, tudo que possa imaginar. E, ano a ano, vamos promovendo melhorias que afectaram o estado geral da cidade, desde promover o uso de biodisel à reciclagem de resíduos, passando pela fomentação do eco-turismo ou a utilização de rotas mais económicas pelas empresas de transportes.
Cada acção traz uma pequena explicação e descrição dos efeitos e vantagens, que, enquanto jogamos nos vão consciencializando para os problemas e suas soluções. A única desvantagem é todo o jogo ser em Francês, exigindo que se conheça um pouco a língua para poder usufruir do jogo.

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terça-feira, 23 de junho de 2009

Fraldas de pano ecológicas e reutilizáveis

A fralda é um dos elementos essenciais à vida de um bebé recém-nascido. É também onde os pais gastam a maior parte do orçamento e convenhamos, não são dos produtos mais ecológicos. Uma fralda descartável pode levar 500 anos a decompor-se. A alternativa são as fraldas de pano, ecológicas e reutilizáveis.
As fraldas de pano são ideais para os pais que querem o melhor para o seu bebé e que têm preocupações ecológicas. Completamente laváveis, reduzem a necessidade e o gasto de estar constantemente a comprar fraldas novas, podendo utilizar-se sempre as mesmas, até para os bebés seguintes.

Fabricadas com produtos naturais e respiráveis, geralmente algodão orgânico não branqueado (evitando-se assim o uso de químicos nocivos), reduzem os riscos de dermatites e ajudam o bebé a largar as fraldas mais cedo.

Link consultado: http://www.bebesdaterra.pt

Joalharia e acessórios de lixo reciclado


Jóias que emocionam. Este é o lema da linha de joalharia e acessórios da empresa Espanhola Ciclus. Respeitando as cores, formas e texturas, todas peças são feitas em 80% de material reciclado, com acabamentos em prata e tratadas cuidadosamente de modo a aumentar o seu tempo de vida.
A Ciclus emociona através do desenho. Com sensibilidade, transforma ideias e materiais em produtos únicos. Como filosofia, em cada criação procuram soluções que respeitem o ambiente e os princípios do eco-desenho: reduzir, reutilizar e reciclar.

Dando novos usos a materiais como cartão, anilhas de latas, embalagens de sumos e velhas fitas de filmes, e com preços que variam dos 12€ aos 125€, o catalogo da Ciclus é recheado de maravilhosas peças. Desde simples brincos e porta-chaves, a longos colares e mesmo malas de senhora.
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Colunas de som bonsai


Este ano, na Tokyo Designers Week, a JVC apresentou as suas novas colunas Kiribaku. Produzidas com eco-plástico, as pequenas colunas modulares podem ser agregadas em diferentes formas, e cada uma contem um pequeno espaço perfeito para plantar um pequeno bonsai.
Cada unidade é semelhante à base de uma árvore com três ramos horizontais – dois deles têm colunas enquanto o terceiro é um terminal. O conjunto das colunas vem completo com reflectores de bass e sub-woofer. Cada uma é feita com eco-plástico, que tanto pode ser plástico reciclado como plástico feito a partir de plantas.

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segunda-feira, 22 de junho de 2009

Pegada Ecológica, o que é?

Nenhuma acção do homem sobre o seu planeta vem sem uma consequência. As compras que fazemos, como nos transportamos, a quantidade de lixo que produzimos, se reciclamos ou não, são tudo factores que afectam a nossa pegada ecológica.

O termo Pegada Ecológica, criado pelo ecologista e professor canadiano William Rees, é utilizado em todo o mundo como um indicador da sustentabilidade ambiental. Refere-se, em termos de divulgação ecológica, à quantidade de terra e água que seria necessária para sustentar as gerações actuais, tendo em conta todos os recursos materiais e energéticos gastos por uma determinada população.

Cada pessoa pode fazer um simples teste para descobrir qual a sua pegada ecológica.

Calcule a sua pegada ecologica.pdf

Depois de saber qual o seu impacto no ambiente, cada pessoa pode tomar medidas para reduzir a sua pegada ecológica. Diminuir a produção de embalagens, evitar actos consumistas, evitar substituir grandes aparelhos electrónicos sem necessidade, evitar produtos descartáveis, reduzir os gastos energéticos e de água em casa e utilizar meios de transporte mais económicos e ecológicos, são só algumas ideias.

Fonte: http://www.ecoideias.com/

Telejornal mais amigo do ambiente


A recente remodelação do estúdio/redacção do Telejornal da RTP deu um passo em frente para tornar este espaço mais amigo do ambiente.

A utilização de lâmpadas LED, que gastam cerca de 7 vezes menos que as normais, na iluminação, contribuirá para uma diminuição substancial dos gastos energéticos. A fusão do espaço de redacção e de estúdio acabará também por contribuir para uma maior poupança em gastos com iluminação, aquecimento e outros.

Pilhas recicláveis


O ideal seria que se reciclassem as pilhas, contudo, toda a gente sabe que mais tarde ou mais cedo, as pilhas acabarão por ir parar ao lixo comum, contribuindo para a poluição do solo e das águas.
A EnviroMax é a nova pilha da Fuji. Não contém mercúrio, cádmio ou PVC e são feitas em plástico ao invés de metal. Aliás, a Fuji defende que, embora seja 100% reciclável, a EnviroMax é segura para ser depositada em aterros.

Estudante inventa frigorífico solar


Provando que as melhores ideias são muitas vezes as mais simples, a estudante Britânica de 21 anos Emily Cummins criou um brilhante frigorífico solar portátil, que funciona baseado no principio da evaporação. O frigorífico não necessita de electricidade e pode ser produzido a partir de materiais comuns, como cartão, areia e restos de metal. Perfeito para países sub-desenvolvidos.


Colocam-se os alimentos e medicamentos na câmara metálica interior do frigorífico. Entre a câmara interior e a exterior, material orgânico como areia, lã ou terra é saturado com com água. Com o aquecimento do sol, a água no material orgânico evapora, reduzindo a temperatura da câmara interior até uns frescos 6º centígrados.

Depois de vencer um prémio de 5,000 libras, Emily adiou a ida para a universidade por um ano e fez uma viagem até África para melhorar o seu frigorífico solar. Construiu seis durante a fase inicial de produção e ajudou a construir mais de 50 em locais como a Namibia, Zambia e África do Sul. Emily acredita que centenas mais poderão estar em uso assim que a construção passe de comunidade em comunidade.


Link consultado: www.ecoideias.com

Poupe papel, salve a vida animal!


Criado pela agência publicitária Sudler & Hennessey este cartaz publicitário alerta-nos para a importãncia de poupar na quantidade de papel que utilizamos. A desflorestação é causadora de grandes alterações nos habitats de muitos animais, podendo levar até à sua extinção.

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Tintas eficientes


Link consultado: http://www.ecoideias.com/

Porta giratória produtora de energia

Uma porta que recolhe a energia cinética de grupos de pessoas é uma óptima abordagem às energia renováveis. Recentemente, o café Holandês Natuurcafé La Port instalou um gerador de energia numa porta giratória para, cada vez que uma pessoa entre no café, gere um pouco de energia de volta para o café.

A porta faz parte das remodelações na estação de comboios de Driebergen- Zeist, desenhadas pela empresa de arquitectura RAU e executadas pela Boon Edam. Espera-se que esta porta gere cerca de 4600 kWh de energia cada ano, que pode parecer pouco, mas cada bocado ajuda. Para melhorar o desenho, a equipa decidiu colocar um tecto transparente, para mostrar como o sistema funciona, e um indicado com luzes LED para indicar a quantidade de energia gerada quando cada pessoa passa pela porta.

Fonte: http://www.ecoideias.com/

Fazer produtos de limpeza: Sabão


Nas prateleiras dos supermercados podem encontrar-se todo o tipo de produtos de limpeza. O que o utilizador comum desconhece é que a grande maioria desses produtos podem conter substâncias nocivas para o ambiente. Uma solução é fazer em casa os nossos próprios produtos de limpeza, como por exemplo o sabão.

Ingredientes:
- 1 kg de soda cáustica (NaOH)
- 2 litros de água
- 4 litros de óleo de frituras (excepto de peixe)
- 1 litro de álcool
- 5 ml óleo essencial

Recomendações:
- Não utilizar óleo da fritura de peixes e frutos do mar.
- Coar o óleo para separar as impurezas. Estas impurezas deverão ser colocadas no contentor dos indiferenciados.
- Manter uma distância segura quando efectuar a mistura da água com a soda cáustica e utilizar protectores para olhos e máscara para nariz e boca, pois o vapor resultante dessa mistura é muito forte.
Procedimento:
- Colocar no balde, 1 kg de soda cáustica e 2 l de água quente. Misturar com uma colher de pau até diluir totalmente. Não esquecer de usar luvas e óculos de protecção SEMPRE.
- Juntar 4 litros de óleo de frituras. Continuar a mexer com a colher de pau, durante cerca de 20 minutos.
- Acrescentar 1 litro de álcool, óleo essencial (caso se pretenda que o sabão fique perfumado) e elementos decorativos adicionais a gosto.
- Misturar tudo até se obter a consistência de pasta.
- Despejar esta mistura num caixote de madeira forrado com um pano limpo ou nas formas pretendidas.
- Acomodar a pasta no caixote.
- Deixar secar totalmente (pelo menos 24 horas)
- Cortar os pedaços de sabão no tamanho desejado.

Para saber mais clique: Fazer produtos de limpeza: Sabão

sábado, 20 de junho de 2009

Poema Ecologico - Lindo

Poema Ecológico - Lindo!

Sky Village em Copenhaga

Desenhado como uma acrópole de unidades individuais empilháveis, a Sky Village ganhou recentemente o concurso para a construção de um novo arranha-céus em Rødovre, um município do condado de Copenhaga. O arranha-céus incorpora vários elementos de desenho sustentável para reduzir o impacto ambiental, e o seu principal conceito está centrado num sistema de unidades individuais que podem ser empilhadas em várias configurações para maximizar o espaço e permitir mudanças estruturais de acordo com as necessidades.

A MVRDV e a ADEPT projectaram a Sky Village para incluir espaços comerciais, escritórios, apartamentos, um hotel e um parque à volta da base do edifício. Flexibilidade é um dos aspectos fundamentais do projecto, e a sua composição modular permite aos proprietários a facilidade de alterar a estrutura de acordo com as necessidades dos seus habitantes.

Se uma loja precisa de mais espaço ou são necessários mais apartamentos, “pixeis” podem ser facilmente adicionados para reconfigurar a estrutura. Cada pixel tem aproximadamente 60 metros quadrados e estão organizados à volta de um núcleo central. A inclusão de espaços comerciais, restaurantes e escritórios num empreendimento habitacional dá às pessoas a possibilidade de viverem onde trabalham, fazendo desta uma verdadeira cidade, uma vertical.

A base da Sky Village é mantida pequena para minimizar a pegada do edifício e maximizar o espaço da praça e parque público adjacente. Espaços comerciais e restaurantes ocupam os andares inferiores, mais estreitos, os escritórios ocupam os andares intermédios e os apartamentos são construídos nos andares superiores, alguns com terraços, para dar ao edifício um perfil curvo. Estes terraços dão aos seus habitantes um “jardim no céu”. Lá em cima no topo fica o hotel, com vista para o centro de Copenhaga.
A Sky Village inclui também vários elementos ecológicos, como o reciclar de águas, quarenta por cento de betão reciclado nas fundações e uma fachada que irá incorporar várias tecnologias de energias renováveis.

Fonte: http://www.ecoideias.com

Hotel feito de antigos de barris de vinho

Alguma vez adormeceram ao lado de um bom copo de vinho? E então no interior do barril de vinho? O hotel De Vrouwe van Stavoren na Holanda recuperou quatro antigos barris de vinho e transformou-os em maravilhosos quartos de hotel.
Antigamente preenchidos com 14,500 litros do vinho francês Beaujolais, cada barril é agora um modesto quarto para duas pessoas, completo com as comodidades básicas e até uma pequena sala e quarto-de-banho em anexo. Visitantes de todo o mundo viajam para a parte mais a Norte da cidade de Stavoren para ficar num destes quartos.
Depois de cumprirem a sua função de fornecer sabor e cor a milhares de garrafas de vinho, os barris foram montados em camiões e enviados para Stavoren. Os antigos barris formam excelentes quartos, considerando a sua resistência e isolamento, e criam uma oportunidade para gabar aos amigos.
Os preços variam entre 74€ - 1119€ por noite, com descontos até 75% dependendo da época. Por exemplo, no Inverno um quarto pode custar apenas 18 € por noite. O pequeno-almoço está incluído e podem até levar o cão.

50 Carros ou 1 Autocarro?

A empresa de publicidade Sueca, Acne, criou uma incrível campanha para uma empresa de transportes de autocarro para o aeroporto, que inspira os condutores a usarem o autocarro para chegar ao aeroporto ao invés dos seus carros.

Com o tema “50 Carros ou 1 Autocarro”, foram utilizados 50 carros para formar um enorme autocarro semelhante aos da Flygbussarna, na auto-estrada que leva ao aeroporto. A Acne utilizou 50 carros para simbolizar que um autocarro pode sentar 50 pessoas, em quanto que em média cada carro só leva 1.2 pessoas.
Paralelamente, foi lançada uma página na Internet onde se podem ver os carros a passar pelo autocarro. A página conta o número de carros que passam e a quantidade de CO2 que poderia ser poupado se as pessoas desses carros tivessem utilizado o autocarro. Ter em conta que um autocarro não liberta mais CO2 que quatro carros.

Spark Lamp alerta gastos energéticos


E se medir os gastos energéticos lá de casa fosse tão simples como ligar um interruptor? Esta é a ideia por detrás do Spark Lamp. Um candeeiro desenhado por Bervely Ng, um aparelho a energia solar que oferece uma forma engenhosa de monitorizar estes gastos. Uma lâmpada LED muda de cor dependendo dos gastos energéticos durante o mês, dando-nos uma ajuda visual que nos fará poupar energia.

O Spark Lamp foi criado em resposta às recentes medidas do governo Sueco para combater a crise de energia. Na Suécia, as novas casas vão ter instalado um medidor que permitirá aos proprietários consultar pela Internet os gastos energéticos do mês. O Spark Lamp fornecerá uma ajuda visual para controlar esses gastos.
Durante o dia o candeeiro é virado ao contrário e colocado junto a uma janela para recarregar. À noite é virado para a posição normal e ligado. Nesta altura estabelece uma ligação sem fios à Internet e mostra-nos o consumo energético do mês até ao momento, através de uma ligeira luz vermelha, amarela ou verde, durante três segundos. Depois deste momento de eco-iluminação, a luz torna-se branca e passa a funcionar como um candeeiro normal. Através desta indicação visual as pessoas vão lentamente passar a gerir melhor a energia que gastam em casa.

Um tapete verde de musgo


Não há nada como a sensação de relva acabada de cortar debaixo dos pés, especialmente quando saímos do chuveiro. Este tapete de musgo criado por Nguyen La Chanh traz o exterior para o interior da nossa casa. O musgo cresce em ambientes húmidos, por isso o local ideal para o colocar é na casa-de-banho.
Este tapete engenhoso é feito de uma espuma que não apodrece e povoado com três espécies de musgo, dando-lhe assim tonalidades diferentes. A manutenção é mínima, já que o musgo sobrevive da humidade libertada pelos rituais diários na casa-de-banho- Quem diria que tomar um duche podia contribuir para o crescimento de um pedaço de verde na nossa casa!

Vasos de cortiça reciclada


O The Home Project, um estúdio de Design baseado entre Faro e Berlim criou um extraordinário vaso completamente biodegradável. O Vaso 2.0 é feito de cortiça reciclada e vem em práticos pacotes de três vasos de diferentes tamanhos.

Os vasos são feitos em Portugal, a partir de cortiça reciclada. A cortiça, para além de ser um material sustentável e biodegradável, dá ao vaso outras vantagens, torna-o inquebrável, anti-séptico e protege o chão e as mesas, não os riscando.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Simulador de condução, como ferramenta pedagógica em segurança e ambiente está a ser desenvolvido por investigadores no Instituto Superior Técnico e no INESC-ID. Engenheiros desenvolvem software e plataforma interactiva para educar condutores a praticar condução segura, económica e amiga do ambiente. É um jogo de computador de carros. Mas aqui o paradigma não é uma corrida contra o tempo. Neste jogo ganha quem menos poluir e transgredir as regras e sinais de trânsito.Um simulador que nasce no projecto CleanDrive, uma investigação desenvolvida por engenheiros do INESC-ID e do Instituto de Engenharia Mecânica, do Instituto Superior Técnico.
Fonte: TV Ciência online

Casa de bonecas ensina a ser ecológico


Casa de bonecas criada pela Smart Gear tem tudo para ensinar as crianças a terem uma vida mais ecológica. A casa possui árvores, painéis solares, turbina de energia eólica, bicicleta, colecta de água da chuva e é claro eco-pontos para produtos recicláveis. As tintas usadas na casa são à base de água e sem nenhum material tóxico.


Fonte: http://www.ecoblogs.com.br/tag/crianca