domingo, 5 de julho de 2009

Telha solar

Quem disse que para ter um telhado solar precisamos que nos separar de um bom design? É a novidade da empresa SRS Energy que desenvolveu painéis solares no mesmo formato e tamanho das telhas comuns de terracota, mantendo a mesma estética. A eficiência energética de 8% a 20% é menor do que a dos painéis solares comuns, mas capazes de gerar 860 Kwh ao ano por m² de telhado em locais com média anual de seis horas de sol ao dia. É muito interessante ver novidades desse tipo mesmo que a eficiência e os custos ainda sejam altos, mas tudo indica que em breve teremos melhores opções.


sábado, 4 de julho de 2009

Ideias para o novo mundo: Cidades flutuantes

Ninguém gosta de pensar nisso, mas no fundo todos sabemos que se as coisas continuarem com estão, certamente teremos imensos desastres naturais e elevação do nível dos oceanos devido ao aquecimento global. Muitas cidades ficarão alagadas e as pessoas terão que migrar para o interior ou procurar saídas alternativas como a apresentada pelo arquitecto francês Vincent Callebaut.
Vincent sugeriu uma cidade flutuante inspirada em plantas aquáticas. Segundo ele uma cidade como estas poderias abrigar cerca de 50 mil habitantes. Funcionaria como um iceberg, ou seja, parte ficaria para fora das águas, outra dentro. A energia usada para manter a ilha artificial seria inteiramente de recursos renováveis, como eólica, solar e de ondas.
Os Lilypads, como são chamadas as cidades, foram inspiradas no formato das vitórias-régias, muito comuns na região Amazônica, que são grandes, pesadas, mas que se mantém à superfície de água. Tudo o que puder ser reciclado, será, fazendo com que as cidades-flutuantes sejam totalmente livres de emissões de carbono ou maiores danos ao meio ambiente. A megalópole ecológica também utilizaria a chuva para encher um reservatório central com água doce, esta utilizada para consumo e rega de vegetais.Agora, só falta saber o que é viável e o que é puro realismo fantástico…

Link consultado: http://cavedon.net/blog/

Colchão com fibra de bambu

Responsabilidade ecológica e tecnologia de ponta sempre foram as duas metas da Probel, maior referência de colchões do país (Brasil). Abraçando a idéia da tendência aos produtos ecologicamente correctos, a marca desenvolveu o conjunto box Natural Soft Bamboo, com fibra de bambu. A novidade traz o benefício do menor custo, além de ser um agente bactericida natural e possuir alta percentagem de fibras naturais (73% natural e ecológica). Esta composição garante ao tecido uma agradável sensação de frescura.
O colchão ainda conta com o sistema No Turn, que dispensa o rodízio de lados, além da espuma especial com tratamento antimicrobiano que garante a protecção contra a proliferação de ácaros, fungos e bactérias, principais causadores de problemas alérgicos e respiratórios.

Fibras naturais e ecológicas

Numa campanha instituída pela ONU, 2009 é o ano das fibras naturais. De acordo com os fabricantes de malhas em algodão, a iniciativa reflcete a preferência actual dos consumidores. Para a directora de desenvolvimento da Sultextil, de Caxias do Sul (RS), Paola Reginatto Vist, há um desejo mundial por esse tipo de tecido.
“Essa informação tem base em duas fontes principais: a manifestação dos nossos clientes confeccionistas ao relatar o mercado varejista atual, e às pesquisas de mercado, especialmente nos países europeus”, garante.
Para o grupo Rosset Têxtil, outro factor muito importante para explicar a grande procura é a preocupação do consumidor final em utilizar tecidos ecológicos. “Há um comprometimento do comprador, que olha com atenção os fios que têm origem natural”, explica Ângelo Frigério, coordenador de produto da empresa.
Esse também é um dos argumentos da própria ONU, quando afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mate o seu lixo de fome!

Este é o slogan de uma humorada campanha que está sendo feita na capital britânica. “Starve your Bin” mostra como é possível diminuir absurdamente a quantidade de resíduos deitados no lixo e a imensa quantidade de resíduos que podem ser reciclados. A campanha tem como objectivo de convencer as pessoas da importância da reciclagem. Uma óptima iniciativa que deveria ser veículada também no nosso país. O vídeo que se segue, mostra-nos como personagem principal um saco de lixo sempre a pedir latas, garrafas pet e outras coisas recicláveis. Divirta-se e comece já a reciclar!



Eco casa flutuante

Não há como negar: a sustentabilidade está em alta. É cada vez maior o número de pessoas que se preocupam em mudar seus hábitos para proteger os recursos naturais. Na onda da arquitetura verde, Flo Florian e Sascha Akkermann, do estúdio de design Confused Direction, construíram uma casa ecologicamente correcta. Até aqui, nada de novo. Muitos profissionais já fizeram isso, em diferentes lugares do mundo. Mas os designers alemães foram mais longe e criaram um projecto sustentável e flutuante. Baptizada de Schwimm Haus Boot, a casa não emite substâncias tóxicas para a atmosfera, possui um tecto verde e foi construída com materiais reciclados. Parte da madeira de demolição utilizada no projecto veio do barracão de uma fazenda construído há mais de 250 anos. No andar de baixo, o sobrado flutuante possui sala, cozinha e w.c. O quarto e uma pequena varanda ficam no piso superior. Na decoração foram usadas peças criadas pelos próprios designers, como as poltronas Odú.
A casa flutuante está na cidade de Oldenburg, na Alemanha.

Lingerie feita de lata!


Recicle a sua TV!

Não sabe o que fazer com aquela TV velhinha encostada na sua casa? Que tal usar a criatividade e dar um novo uso para a sua antiga companheira? O site Recycle TV convida as pessoas a postarem a arte feita a partir de tvs velhas recicladas, e o resultado não podia ser mais incrível !









Lisboa será primeira escala de expedição transoceânica

Uma expedição transoceânica vai efectuar a sua primeira escala em Lisboa. A expedição de três anos vai estudar todos os oceanos e terá início em Setembro, pretendendo estudar o impacto das alterações climáticas nos microorganismos marinhos.O estudo do impacto das mudanças climáticas nos microorganismos marinhos, efectuado por uma expedição transoceânica, fará a primeira paragem na capital portuguesa. A expedição será executada por uma equipa de 14 membros e vai ser realizada a bordo de um veleiro francês, o Tara.
O veleiro sairá a 4 de Setembro da Bretanha onde regressará em Novembro de 2012. A passagem pelo cais de Alcântara, em Lisboa, está prevista para 10 de Setembro, noticia a Lusa.


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Conheça a Declaração Universal dos Direitos da Água

Em 22 de março de 1992, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água para que cidadãos, governos e corporações pudessem fazer uma reflexão sobre a utilização desse bem tão importante para a manutenção da vida no Planeta.

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. A sua protecção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor económico: é preciso saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer parte do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. Duma maneira geral, a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas actualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua protecção constitui uma obrigação jurídica para o Homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua protecção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.

Art. 10º - O planeamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão da sua distribuição desigual sobre a Terra.



Iluminação a custo zero!



Fonte: http://paoeecologia.wordpress.com/2009/06/01/iluminacao-a-custo-zero/

A energia que vem da fruta

Engana-se quem pensa que a energia derivada das frutas é apenas a calórica. Pesquisadores italianos da Universidade Tor Vergata, em Roma, desenvolveram painéis solares feitos a partir de cascas de fruta, verduras e legumes. Em parceria com o Pólo Solar Orgânico – instituto da iniciativa privada voltado para pesquisa em energias renováveis –, os cientistas descobriram que custa menos produzir células fotovoltáicas a partir de materiais orgânicos do que utilizando o silício, matéria-prima cara por conta do processo de transformação para a indústria, que é responsável por 60% do valor final das placas.No caso das placas feitas a partir de orgânicos, o preço é mínimo, tanto para a produção, quanto da matéria-prima. Hoje, as placas a base de silício custam entre € 6 a € 12 por watt. Com a nova tecnologia, esse preço pode cair para apenas € 2. As próprias máquinas utilizadas na produção dos painéis tradicionais variam de € 15 a € 100 milhões, enquanto que os feitos de restos de comida custam apenas um milhão.
As células orgânicas são mais eficientes por serem tridimensionais e, por isso, podem captar a radiação da luz vinda de todas as direcções. Além disso, as placas de frutas são muito mais finas e não têm diferença substancial na absorção de energia solar em relação às convencionais. Isto permite que os pigmentos possam ser aplicados em película, vidro ou plástico – podendo ser utilizado em janelas, por exemplo.
Para aqueles que se preocupam não só com iniciativas energéticas limpas, mas com a justiça social envolvida na distribuição dos alimentos, é importante lembrar que o processo utiliza apenas sobras orgânicas, evitando, assim, que falte comida para a população.

Alternativa energética para África
A experiência italiana com os painéis solares alternativos não é a única inovação energética feita a partir de material orgânico. Apesar de ser uma tecnologia bem mais simples que as placas fotovoltáicas, cientistas da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram uma maneira muito simples e eficiente de utilizar restos da produção de banana. Além da possibilidade de fazer vinhos e cerveja, os pesquisadores passaram a utilizar as cascas da fruta para produzir combustível. São trituradas juntamente com as folhas e caules, que, processados, são transformados em tijolos. Quando queimados, assumem a mesma função de, por exemplo, um toro de madeira, servindo para cozinhar ou iluminar.
O processo é muito simples. As cascas, os caules e as folhas da bananeira, que normalmente seriam descartados – estima-se que para cada tonelada de banana produzida no mundo, 10 toneladas de resíduos sobram –, são processados, prensados (para eliminar os líquidos) e, por último, ficam expostos ao sol por cerca de duas semanas para secar.
Países africanos como a Tanzânia, Burundi e Ruanda, grandes produtores de banana, podem ter sua contribuição para as mudanças climáticas bastante reduzidas, já que mais de 80% de sua produção energética vem da queima da madeira.

Telhas feitas com tubos de pasta de dentes



Fonte: http://paoeecologia.wordpress.com/

Cobertor ecológico

Produzidos com fios de poliéster feito 100% com fibras de garrafas pet, o Wal-Mart Brasil lançou em 2007 um cobertor sustentável que reutiliza cerca de 200 garrafas a cada coberta fabricada.
Cerca de 115 milhões de garrafas a menos poluindo o meio ambiente. Agora você já se pode aquecer e ajudar o natureza!

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Doces em cartão, completamente sem calorias!


Eco Parque em São Paulo - Brasil

O escritório de São Paulo da Levisky Arquitectos Associados desenhou este magnifico Eco Parque no que era um antigo terreno industrial contaminado. O parque com 40 mil metros quadrados era casa para um incinerador de lixo, por isso, após o processo de limpeza, minimizaram-se as escavações pela construção de uma plataforma um metro acima do chão. A Victor Civita Plaza inclui também painéis fotovoltaicos, uso extensivo de madeiras reclamadas, e um museu que explica as características sustentáveis utilizadas na sua construção.

A terra tem a capacidade de preservar a História através do lixo deixado. Na Victor Civita Plaza a História é um pouco mais óbvia. A plataforma elevada expõe claramente a História do terreno como um local reclamado. Construída de madeira brasileira, obtida de fornecedores que obedecem a regras rígidas de extracção e reflorestação, a plataforma é suportada por uma armação em metal, o que lhe permite flutuar acima do solo contaminado.

Ao invés de utilizar outros materiais, a equipa optou por criar uma uniformidade visual, utilizando a mesma madeira da plataforma na construção de espaços mais pequenos no parque. É como se estes espaços crescessem directamente da plataforma.

O espaço tira vantagem da sua história para fazer as pessoas pensarem sobre a ecologia passada e presente do local. Através de painéis informativos os visitantes têm um vislumbre dos esforços para fazer o espaço mais limpo, saudável e sustentável. Estes incluem: o uso de madeiras recicladas, de painéis fotovoltaicos para produção de energia, um sistema de filtragem de água e a transformação da incineradora de lixo num museu da sustentabilidade.

Espaços recreativos e comunitários tornam o Victor Civita Plaza num espaço de valor incalculável para as comunidade vizinhas desta densa comunidade urbana. Um anfiteatro da lugar a espectáculos musicais e um centro comunitário a workshops ecológicos.

Link consultado: www.ecoideias.com

Lâmpada a energia do solo

O solo contém naturalmente metais condutores como zinco, cobre e ferro. As células de combustível biológicas são capazes de converter os electrólitos no solo em energia utilizável.
Criada pelo designer Alemão Marieke Staps a Soil Lamp usa placas condutivas de cobre e zinco enterradas no solo para fornecer uma constante e (quase) eterna energia a uma lâmpada LED. Manter a Soil Lamp é tão simples como regar uma planta - basta apenas um pouco de água de vez em quando para a energia continuar a fluir.
As implicações de produzir energia a partir do solo são promissoras - a terra como um recurso grátis e abundante está disponível a praticamente toda a gente no mundo. Graças à sua condutividade natural, o solo é facilmente convertido numa energia que durará muito mais do que o tempo de vida de uma lâmpada, desde que seja propriamente regado.

Link consultado: http://www.mariekestaps.nl

Primeiro parque de ondas é português

Portugal tem a funcionar, já desde finais de Setembro, o primeiro Parque de Ondas do mundo. Localizado em Aguçadoura, no concelho da Póvoa de Varzim, este Parque de Ondas promete gerar energia suficiente para alimentar cerca de 15 mil famílias, sendo que 10% da energia reverterá imediatamente para o concelho, alimentando cerca de um terço do mesmo.

Dada a sua longa costa, Portugal é por excelência uma país privilegiado para a utilização das ondas para a produção de energia eléctrica. A costa de Aguçadoura foi escolhida por ter as condições ideais, profundidades de 50-70 metros. Assim, a 5 km da costa de Aguçadoura podemos observar as primeiras unidades Pelamis P-750, cada uma a produzir 750 quilowatts.

O Pelamis é uma estrutura semi-submersa composta por secções cilíndricas, unidas por juntas articuladas onde se encontra um módulo de conversão de energia. Os movimentos induzidos pelas ondas são absorvidos por cilindros hidráulicos, que pressurizam óleo. Dada a natureza do recurso, acumuladores suavizam o circuito até ao accionamento dos geradores eléctricos que produzem electricidade. A energia convertida em cada uma das juntas é entregue à rede eléctrica através de um único cabo e vários dispositivos podem partilhar uma mesma ligação.
Naturalmente, a quantidade de energia produzida depende da força das ondas num determinado momento, pelo que, tal como a energia solar e eólica, a produção de energia não é constante. De qualquer forma, o parque de Ondas de Aguçadoura é um importante passo em frente na produção de energia por meios alternativos.


Link consultado: http://www.cm-pvarzim.pt/