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sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Ar expirado reciclado, convertido em biocombustível

O Aeroporto John Lennon em Liverpool, será brevemente o primeiro no mundo a experimentar uma tecnologia revolucionária que reciclará o ar expirado pelos passageiros em biocombustivel.
A Eco-Box, desenvolvida pela Origo Industries, retirará o CO2 expirado pelos passageiros e convertê-lo-á em combustível que será usado pelos veículos a diesel do aeroporto e pelos sistemas de aquecimento.
A Eco-Box foi originalmente concebida para reduzir as emissões de carbono dos veículos, funciona retirando as emissões de carbono através dum fotobioreactor, produzindo biomassa a partir de microalgas, a qual depois é refinada e convertida em biocombustivel.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Aviões ecológicos

A indústria aeronáutica, liderada pelos americanos da Boeing e os europeus da Airbus, tem anunciado nos últimos tempos novos projectos em alternativa ao querosene. Para já, existe a garantia da Boeing de ter um avião híbrido a voar na próxima década. Os testes com aviões movidos a pilha de combustível (hidrogénio) já começaram. E há também já ensaios com aviões solares.

A redução das emissões de CO2 para a atmosfera constitui um dos maiores desafios para a aviação. Os gigantes da indústria - Boeing e Airbus -, têm vindo a desenvolver novas gerações de aviões cada vez mais eficientes em termos de consumo.

Recentemente a companhia nipónica Japan Airlines (JAL) anunciou a realização de um voo de ensaio com um aparelho movido a biocombustível de algas e plantas não comestíveis, misturado com o combustível convencional para aviões. Também os alemães da Lufthansa se propõem reduzir em 25% as emissões de dióxido de carbono em 2020 utilizando biocombustíveis.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Biocombustíveis para aviões

Imagine que numa semana poder-se-iam baixar as emissões de carbono em 84 por cento. Camelina é uma das culturas oleaginosas e poderá em breve ser utilizada como combustível em aviões. Um estudo realizado na Michigan Technological University revelou que este biocombustível é bastante potente e em breve poderá ser uma alternativa ao petróleo.

A Camelina pertence à familia da mostrada. Esta planta pode ser encontrada na Europa e é também conhecida como falso linho ou ouro-de-prazer. Algumas das vantagens da Camelina é o facto de poder ser cultivada em terra seca, precisa de pouco azoto, pode ser cultivada em rotação com o trigo e aumenta a resistência do solo.
Este biocombustível é quase o substituto ideal para o petróleo, pois possui uma química que é formada por hidrocarbonetos, que faz com que o investimento em infra-estruturas capazes de suportar este biocombustível seja muito acessível.

Fonte: http://www.maisenergias.com/