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sexta-feira, 27 de agosto de 2010


Cerca de 45 por cento da eletricidade produzida em Portugal provém de energias renováveis, destaca hoje o jornal The New York Times que enaltece a aposta do Governo português nesta matéria.
"Quase 45 por cento da eletricidade em Portugal deriva de fontes renováveis, um aumento de 17 por cento face aos últimos cinco anos" escreve o jornal norte-americano que dedica hoje três páginas a esta matéria e faz destaque na primeira página.

Cinco anos depois de o Governo português liderado por José Sócrates ter "embarcado em projetos ambiciosos relacionados com as energias renováveis", o The New York Times refere também "que Portugal espera ser o primeiro país a inaugurar uma rede nacional de carregamento de carros elétricos" já em 2011.
"Ouvi todo o tipo de comentários: é um bom sonho, é incomportável, é muito caro", disse a propósito o primeiro ministro, José Sócrates, citado pelo jornal, acrescentando que "a experiência portuguesa mostra que é possível mudar num curto período de tempo".
O jornal menciona que "atualmente, os melhores bares de Lisboa, as fábricas do Porto e os 'resorts' mais 'glamourosos' do Algarve são alimentandos substancialmente por energia limpa".

No entanto, e apesar de a Agência Internacional de Energia ter classificado de "sucesso notável" a transição energética em Portugal, esta refere que "não é ainda claro que os custos financeiros, bem como o impacto no preço final ao consumidor, sejam compreendidos e bem aceites".
"Não imaginam as pressões que sofremos no primeiro ano", disse ao mesmo jornal o antigo ministro da Economia Manuel Pinho, um dos grandes impulsionadores da aposta portuguesa nas energias renováveis: ondas, sol e vento.

Apesar de alguns obstáculos, "as políticas agressivas tomadas pelo Governo português para acelerar o recurso às energias renováveis estão a ser bem sucedidas", escreve o jornal, que cita um estudo sobre energias alternativas da Universidade de Cambridge, Estados Unidos.

De acordo com este último (estudo), estima-se que em 2025 a eletricidade em países como a Irlanda, Dinamarca e Reino Unido seja proveniente de fontes renováveis. Também o Canadá e o Brasil deverão integrar este grupo.


domingo, 18 de outubro de 2009

Ecoarquitectura em Singapura: O templo de Po Ern Shi


O templo de Po Ern Shi em Singapura é um dos templos mais verdes do mundo, pois toda a energia utilizada provém de fontes renováveis. As autoridades do templo gastaram mais de SG$20 milhões nas modificações que incluem painéis fotovotailcos no telhado e diversas pás eólicas pequenas que geram 15MW todos os anos.
O templo tem 7 grandes aquecedores solares de água quente, que ajudam a cozinhar os alimentos para aproximadamente 1000 pessoas e 22 budistas residentes. O templo é naturalmente ventilado e usa a massa térmica dos materiais de construção. Tem ainda um reservatório de água e um sistema de purificação. A água do telhado cai quase 25m ao nível do porão onde é armazenada. Os coordenadores estão a trabalhar em maneiras possíveis de gerar electricidade usando a água da chuva antes que esta esteja armazenada nos tanques . Durante o dia é utilizada a luz natural, os interiores usam lâmpadas de díodo emissor de luz e CFL com economia da energia ao anoitecer.

Fonte: http://domescobar.blogspot.com/

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Carregador solar

Apresentamos o novo carregador solar, criado por Fandi Meng, que possui uma bateria interna e painéis dobráveis.
Poderá ser colocado no vidro de uma janela, com os painéis solares abertos, para absorver a luz do sol. Quando não está em uso ou totalmente carregado, fecha simplesmente os painéis e liga-o ao seu telemóvel para carregar.
Como pode verificar, mais uma óptima ferramenta para o uso das energias renováveis.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Carregador ecológico para telemóvel

Este é o Orange Power Pump um carregador para usar no campo ou quando faltar luz em sua casa. Trata-se de um gerador de energia compacto com uma turbina, impulsionada por uma bomba de pé, tal como as bombas de encher os pneus da bicicleta.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Residência eco-amigável em centros urbanos

É uma das primeiras residências remodeladas com certificação LEED nos EUA. Foi apresentada no San Francisco Sunset Idea House deste ano e se diferencia das outras casas devido ao facto de estar localizada numa densa área urbana e num terreno bastante compacto. Existem duas unidades e a mais pequena, com aproximadamente 112 metros quadrados, está a venda por 1 milhão de dólares.

Desenhada por John Lum, a casa tem tudo o que se pode esperar de uma green house: pavimento com certificação FSC, concreto feito com cinzas (fly ash), tintas com baixo teor de VOC (compostos orgânicos voláteis), electrodomésticos com elevada eficiência energética, tecto verde, recolha da água da chuva, uma pequena turbina eólica e aquecedores solares. A casa foi projectada para gerar energia renovável suficiente para satisfazer os seus moradores.

Golfinho inspira barco movido a hidrogénio

Enquanto os barcos e os navios solares ainda não são usados de forma regular, os investigadores procuram outras fontes ecológicas de combustível que podem fazer estes veículos ainda mais limpos ecologicamente falando.

Os designers do Rayka Design Studio estão a trabalhar num projecto, para a criação de um barco de passageiros abastecido com hidrogénio que ofereça uma boa velocidade sem emitir gases tóxicos.

O projecto é inspirado em golfinhos e permite aos passageiros sentarem-se em diferentes posições. O barco com 22m de comprimento, apelidado de Hydro Dolphin, possui fachadas de vidro largas, que podem abrir-se facilmente, dependendo das condições meteorológicas.

Está assegurada uma vista agradável do mar, de todos os ângulos, desde que o tempo esteja convidativo. No seu interior, há um espaço para a instalação duma pequena de cozinha ou um carrinho dependendo da exigência do proprietário e do seu uso.


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Guarda-sol polar

Muito interessante este guarda-sol que, apesar de ser pouco discreto, serve para proteger do sol extenuante e armazenar energia através das placas solares finas incorporadas no tecido. Na base do guarda-sol existem : 1 entrada de tomada 12V e 2 saídas USB. Ideal para recarregar telemóveis e uma infinidade de gadgets actuais.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Flores carregam telemóvel com energia solar

A Lei de Murphy tecnológica é sempre implacável: basta precisar do telemóvel para perceber que a bateria está quase a chegar ao fim. Para quem mora em Boston, nos Estados Unidos, esse problema deixou de existir com a chegada de carregadores gigantes em formato de flor.
Medem 5,5 metros de altura, estes "carregadores" de telemóvel são abastecidos por energia solar. As flores high tech também podem ser usadas para carregar outros aparelhos, como MP3 e até baterias de laptop. Melhor: quem quiser pode ligar-se à internet.

As pétalas das flores estão equipadas com células fotovoltaicas, que absorvem os raios de sol e transmitem energia de 110 volts para a sua base, que suporta até dez pessoas das 8h às 21hs, todos os dias.
As flores high tech fazem parte da estratégia de marketing do carro Prius, da Toyota, que será lançado em 2010. Além de Boston, Nova York, Chicago, Seattle, São Francisco e Los Angeles também vão receber as flores solares.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Empregos verdes crescem, segundo estudo da WWF

Um relatório da WWF indica que os empregos gerados em sectores mais amigos do ambiente estão já a ultrapassar os das indústrias poluentes tradicionais. São já 3,4 milhões de postos de trabalho relacionados com as energias renováveis, os “transportes sustentáveis e bens e serviços energeticamente eficientes”, o emprego “com baixas emissões de carbono”. Comparando com os 2,8 milhões de empregos criados em indústrias poluentes – exploração de minério, electricidade, gás, cimento e ferro e aço – a conclusão da WWF é que a economia verde crescerá nos próximos anos e o emprego nas indústrias extractivas e poluentes diminuirá.

Segundo os dados disponibilizados, e tratados pela organização, haverá hoje em dia 400 mil trabalhadores europeus nas áreas das energias renováveis, 2,1 milhões em transportes “eficientes” e 900 mil em bens e serviços “amigos do ambientes”. Entre estes postos de trabalho incluem-se os de empresas de construção, instalação e manutenção de parques eólicas e painéis solares, construção civil com vista ao melhoramento de eficiência energética, além de postos de trabalho indirectos.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Cidades do futuro


Mais uma novidade promete unir beleza, eficiência e sustentabilidade num só produto. Estes postes de iluminação pública desenvolvidos pela Urban Green Energy estão equipados com painéis solares e turbinas eólicas e podem gerar até 380W de energia.
É uma solução cheia de estilo, não apenas para a produção de luz a partir de energias renováveis, mas também como forma de fazê-lo sem emitir nenhum poluente. O sistema de iluminação é instalado num poste de aço galvanizado que utiliza a mesma estrutura dos tradicionais.

As hélices são instaladas no cimo , que podem ser de dois modelos. O primeiro é o tradicional na vertical, e o segundo é um modelo horizontal, capaz de produzir 300W de electricidade. Já nas laterais do poste, são montados dois painéis solares, capazes de produzir 80 W de energia.Em dias ensolarados e com vento, cada poste pode gerar 380W de electricidade. Essa energia fica armazenada numa bateria e é utilizada durante a noite em lâmpadas LED de alta eficiência.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Como são importantes as barragens!

A energia hídrica é uma fonte de energia renovável muito usada em todo o mundo. Através deste tipo de energia evita-se o uso de combustíveis fósseis e, além disso, as barragens permitem um armazenamento de grandes massas de água doce.
Esta energia obtém-se através do aproveitamento do movimento das águas que movimentam mecanismos no interior da barragem e ligados a geradores que convertem a energia do movimento em energia eléctrica. Este processo recorre a um sistema de turbinas que é atravessado por grandes massas de água, que as fazem mover, gerando um corrente electromotriz induzida devido à presença de dois conjuntos de ímanes que produzem dois campos magnéticos que ao girarem se tornam campos magnéticos variáveis, produzindo corrente que depois atravessa transformadores para poder ser transportada até as nossas casas.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Energia eólica

O aproveitamento da energia eólica para a produção de electricidade é feito recorrendo aos aerogeradores de grande dimensão, os quais podem ser implantados em terra ou em mar e estar agrupados em parques ou isolados. Estas energias encorajam ao incremento das tecnologias de aproveitamento das energias renováveis.
Esta é mesmo a energia renovável em que a taxa de crescimento mais tem aumentado nos últimos anos. Os parques eólicos têm que estar situados em locais em que os ventos são mais ou menos constantes e atingem uma determinada intensidade.
A energia eólica não polui nem prejudica o meio ambiente; é uma energia inesgotável e renovável. Para saber mais clique aqui!

domingo, 10 de maio de 2009

Portugal diminui emissões de gases com efeito de estufa a partir de 2010




Portugal vai começar a baixar as emissões de gases com efeito de estufa a partir de 2010, invertendo a actual tendência de aumento. As conclusões pertencem ao projecto MISP (Estratégias de Mitigação das Alterações Climáticas). Apesar da visibilidade actual das energias renováveis e do nuclear, a energia fóssil é e será ainda ao longo de várias décadas dominante no panorama energético. No entanto, essa dominância, pelo menos ao nível da geração da electricidade, deverá perder-se já em 2020, de acordo com o trabalho, que contou também com a colaboração de Filipe Duarte Santos, especialista em alterações climáticas.
O projecto concluiu ainda que, por exemplo, a energia nuclear, que foi considerada em dois cenários, não é indispensável para a redução de emissões e defende a utilização do sequestro geológico para manter um ritmo forte e constante de mitigação. O objectivo do projecto MISP, apoiado pela Fundação Calouste Gulbenkian, procurou construir um modelo de prospectiva para Portugal no médio longo prazo. Trata-se de um modelo integrado de actividade, energia e emissão em 14 sectores, como transportes, serviços, resíduos ou centrais nucleares.