sexta-feira, 10 de julho de 2009

CDs feitos de milho

Para evitar o acumular de CDs antigos, que já não são utilizados, mas também aproveitar o aumento da procura de produtos que respeitam a natureza, a Sanyo lançou há alguns anos atrás o CD de milho.
Segundo uma reportagem publicada no jornal inglês "Financial Times", o MildDisc (disco leve, em inglês) tem capacidade para armazenar dados, música e vídeo. O aspecto também é o mesmo de um CD convencional.
A única diferença é que a matéria-prima é o milho, que é biodegradável e se decompõe mais fácil se entrar em contacto com a água, por exemplo.
Fazer um CD de milho é possível, porque os cientistas descobriram uma forma de transformar o material num polímero, a mesma matéria que compõe os CDs tradicionais.
A desvantagem é o preço. A produção do CD de milho ainda é três vezes mais cara que a do CD convencional, mas a Sanyo espera que o custo caia com o aumento do fabrico.
De acordo com a Sanyo, uma espiga de milho pode fornecer material para fabricar 10 CDs. São cerca de 85 grãos de milho para cada disco.


A primeira produção de CDs de milho destinou-se ao mercado japonês. O objectivo foi responder a artistas, órgãos governamentais e empresas preocupadas em preservar o meio ambiente.
Além dos CDs musicais, a Sanyo também quer chegar às empresas que utilizam CDs promocionais. De acordo com dados fornecidos pela Associação Internacional de Meios Graváveis, mais de 425 milhões de CDs promocionais são enviados só para lares norte-americanos. Muitos deles vão parar ao lixo. Para evitar o crescimento dos CDs no lixo, que não se decompõem facilmente, o CD de milho promete ser uma alternativa.

Condomínio da Terra

Condomínio da Terra - Envolva-se!

Temos uma origem comum e um destino comum. Partilhamos todos a mesma casa, o mesmo planeta. Frágil, pequeno e finito. Um sistema vivo e complexo a que muitos chamam Gaia e que não suporta um projecto de exploração ilimitado.
O nosso planeta tem partes que não conseguimos dividir, mas das quais todos dependemos e que todos podemos afectar de forma positiva e negativa.Ao descobrimos que a atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade funcionam de forma global e interdependente ficamos a saber que, de forma involuntária, somos todos vizinhos uns dos outros. Se somos todos vizinhos e há partes comuns no planeta que necessitam de manutenção global, lançamos o desafio de pensar a Terra como “um imenso Condomínio".
Assine a Declaração de Gaia. A solução é possível!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Hotéis originais

Recriar, reinventar, reconstruir, podem ser três adjectivos essenciais para descrever as novas ideias de hotéis que estão a surgir um pouco por todo o mundo. Sabemos que existem espaços inoperativos ou abandonados que pelas suas características específicas nem sempre são utilizados de novo, é o caso de um bunker, por exemplo ou um Boeing 747 já na "reforma". Underground Hotel é assim o nome deste novo espaço de zero estrelas nascido nos arredores de Coober Pedy, a 850 quilómetros de Adelaide, na Austrália. Num velho bunker de guerra nasceu um hotel subterrâneo com seis quartos, duas suites e cozinha comum, o preço vai de 43€ a 49€. Quer saber mais, então visite esta ideia em http://www.theundergroundmotel.com.au/,
Outro hotel sui generis é o Jumbo Hostel, da estrutura de um velho Boing 747 guardado no aeroporto de Stockholm-Arlanda, a 42 quilómetros de Estocolmo nasceu um hotel com 25 quartos e o cockpit transformado numa suite. Os preços aqui variam entre 34€ e 323€, saiba mais em http://www.jumbohostel.com/
Ideias ecológicas que ajudam a renovar espaços velhos e abandonados ...


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Spam polui mais do que três milhões de carros

A inconveniência das mensagens que enchem as caixas de e-mails pelo mundo fora é maior do que se pensava. Uma pesquisa encomendada pela empresa de segurança na internet, McAfee, realizada em 12 países, divulgou que a energia gasta para criar, armazenar, visualizar e filtrar um spam equivale à emissão de gases de efeito estufa de 3,1 milhões de carros. Especialistas em spam e em mudanças climáticas envolvidos no estudo calcularam que a energia investida, por ano, nesse processo é de 33 bilhões de kilowatts/hora (kWh), o que equivale ao consumo de eletricidade de 2,4 milhões de casas norte-americanas. A pesquisa informa, ainda, que países com maior número de utilizadores, tendem a ter emissões proporcionais à sua conectividade de forma que os Estados Unidos poluem 38 vezes mais do que a Espanha, que apresentou o índice mais baixo: menor quantidade de email de spam recebido e de uso de energia de spam por utilizador de email. O Brasil tem gastos similares aos dos EUA. Estima-se que quase 80% dessa energia seja consumida pelos utilizadores finais que excluem as mensagens e procuram por e-mails legítimos. Por isso, de acordo com a McAfee, na próxima vez que quiser economizar energia, além do clássico “apagar a luz quando sair do quarto”, lembre-se de filtrar correctamente os emails com spam com sistema de alta tecnologia. Segundo o estudo, se pessoas e empresas tomassem esse tipo de atitude, poupariam 25 bilhões de kilowatts/hora (kWh) por ano.


Fonte: http://super.abril.com.br/

A carta do futuro

Fonte: http://pensareco.blogspot.com/

Piscina ecológica



Uma piscina ecológica é como um lago natural, um sistema que usa a natureza como modelo, recriando a estrutura e dinâmica funcional de uma zona húmida natural. Embora nem sempre seja fácil aceitar a ideia de se ter uma piscina ecológica em vez da clássica, a sua construção não apresenta grandes dificuldades ou custos, basta apenas alguma informação e vontade. Assim, há que ter esperança de que um dia se priveligiem estes sistemas em detrimento dos convencionais, pois estas piscinas representam um ecossistema em equilíbrio e com capacidade de se auto-regenerar.


Pentágono ecológico

Aparentemente até o , lar do Departamento de Defesa dos EUA, tem um fascínio pela ecológica, já que chegou a notícia de que 4000 iluminarão o Sector 5 do edifício.
O programa LED foi detalhado numa secção do Título III, um programa do Departamento de Defesa, e será executado por uma empresa chamada Cree. Os reduzirão o em 22% e serão pagos num período de 4 anos.
A iluminação por LEDs (Diodo Emissor de Luz na sigla em inglês) é uma tendência notável com a perspectiva em franco crescimento, isto porque tem como características e comparado à iluminação tradicional, um maior brilho, durabilidade e segurança, uma vez que, por se tratarem de grupos de unidos em substituição a uma lâmpada. Quando esta funde, mantém-se o praticamente toda a iluminação, o que não ocorreria com sistemas tradicionais onde toda a iluminação é comprometida.
Os preços ainda são sensívelmente elevados, por isso não é tarefa fácil encontrar lâmpadas de (mas é possível, e é certo que encontrará em lojas especializadas em iluminação). Por outro lado, a redução nos gastos de energia faz com que seja apenas uma questão de tempo para que o investimento inicial se pague e passe a partir de então a ser uma mensal. Note-se ainda que devido à maior durabilidade (ciclo de substituição), tal também gera menor quantidade de lixo físico.

Computadores com apelo "verde"


A Apple anunciou uma nova geração de computadores iMac e Mac mini. Todas as novidades, segundo a empresa, foram desenvolvidas em compromisso com o meio ambiente: seguem padrões de consumo baixo de energia e usam matéria-prima sem algumas substâncias nocivas. Além disso, a companhia anunciou o uso de material que pode ser facilmente reciclado nestas novidades, já disponíveis nos EUA. Numa lista de eletrónicos verdes divulgada pela organização Greenpeace em novembro de 2008, a Apple surge com fraca classificação : 4,3 pontos, quando o máximo (e melhor) é dez.
Já o Mac Mini, diz a empresa, tem desempenho gráfico até cinco vezes melhor que o seu antecessor. O modelo mais barato, de US$ 600, tem processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz, memória RAM de 1 GB (expansível para 4 GB), disco rígido de 120 GB e placa Nvidia Geforce 9400M. A versão de US$ 800 inclui o mesmo processador e placa, 2 GB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 320 GB.Os valores do Mac Mini não incluem monitor, teclado e mouse.


Avião a energia solar

O Solar Impulse HB-SIA é o primeiro avião que vai ser movido a energia solar, capaz de atravessar o Atlântico e, num futuro modelo, capaz de realizar uma viagem à volta do mundo, noticia a imprensa especializada.
Uma equipa internacional de 50 especialistas desenvolveu um avião a energia solar capaz de se manter em voo durante 36 horas e de atravessar o Atlântico. O Solar Impulse HB-SIA é o primeiro avião movido a energia solar e vai ser programado para voos nocturnos. O avião, capaz de voar a 70 quilómetros por hora e de atingir uma altitude superior a 8 mil metros, tem uma envergadura de 61 metros e poderá pesar duas toneladas. A expectativa é que, em 2010, o avião sobrevoe os EUA e, em Maio de 2011, dê a volta ao mundo, com escala em todos os continentes. Este projecto é liderado pelo suíço Bertrand Piccard, psiquiatra especializado em hipnose. Bertrand Piccard também foi o primeiro homem a dar a volta ao mundo num balão, sem escalas, em Março de 1999.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Relógio movido a lama

A invenção dos designers Francesco Castiglione e Tommaso Ceschi é um relógio alimentado por energia gerada a partir da lama produzida pelas plantas.
A lama do solo sob as plantas reage química e eletronicamente com placas metálicas, gerando uma corrente eléctrica que alimenta o relógio. Graças a isso, enquanto mantiver as plantas regadas e vistosas, o relógio não precisa de energia. Inclusive, a caixa onde ele fica (feita com plástico reciclado) nem tem opção para inserir uma pilha ou ligar na tomada.
Parece um relógio realmente ecológico. Mas talvez seja apenas a forma mais complicada de accionar um mecanismo digital. Pelo menos, é bonito.

domingo, 5 de julho de 2009

O híbrido mais rápido do mundo

Um dos senãos dos amantes de automóveis em relação aos veículos híbridos é o facto de atingirem uma menor velocidade em comparação com os carros tradicionais.
Mas isso pode deixar de ser um problema. Durante a última edição do prestigiado Salão do Automóvel de Genebra, Suíça, a marca italiana Italdesign Giugiaro e a marca de sistemas híbridos Frazer-Nash apresentaram um protótipo do carro híbrido mais rápido do mercado.

O carro recebeu o nome de Namir, que significa “tigre” em árabe. Com 370 cavalos de potência, ele pode atingir uma velocidade máxima de 300 quilómetros por hora, com aceleração de 0 a 100 quilômetros em 3,5 segundos. Até agora, o híbrido mais rápido era o Fisker Karma, que chegava a 200 quilómetros por hora.
O Namir também conta com um sistema híbrido que combina um motor rotativo endotérmico de 814 centímetros cúbicos com quatro motores eléctricos, assegurando uma autonomia de 39 quilômetros com um litro de combustível e de 2.000 quilómetros com seu tanque de 50 litros cheio.
De acordo com os fabricantes, as emissões de carbono do Namir equivalem a menos de 60 gramas por quilómetro. Como referência, segundo dados do Instituto Sightline, um carro tradicional gera emissões de mais de 400 gramas de carbono por cada quilómetro rodado.

O exterior do automóvel é fabricado em fibra de carbono e sua estrutura foi especialmente concebida para ser mais leve e sem comprometer a resistência e rigidez.
Como se trata de um carro-conceito, não foi anunciado se será produzido, nem o preço estimado.

Compostagem sem cheiros nem mosquitos

O designer Ken Jasinski idealizou uma caixa de compostagem de plástico, inspirada nos produtos da Tupperware. A caixa seria leve e bonita. Também teria a tampa vedada, para evitar a dispersão de mau cheiro e não atrair o enxame de mosquitos que as composteiras tradicionais trazem. Pode ser que alguém adopte esta ideia. Seria melhor se fosse feita com plástico reciclado.
Outra opção é uma máquina de compostagem para quem mora em apartamentos.

A Amazónia em vídeo

A Greenpeace colocou no ar um novo vídeo que mostra a exuberância da floresta, os índios, a fauna e a flora tropical, mas revela também o processo de desmatamento e destruição da Amazónia. A banda sonora pertence aos Scorpions, “Send me an Angel”.


O seu carro passa e a estrada fica limpa

Cientistas japoneses e engenheiros holandeses criaram uma solução para diminuir a poluição do ar causada pelos carros e camiões. Só que a solução não está na eficiência do carro ou no tipo de combustível. Desta vez, a idéia é mudar a estrada. Enquanto o condutor circula pela “estrada verde”, o asfalto neutraliza as emissões de óxido de nitrogénio (NOx) libertado pelos tubos de escape.
O concreto especial da estrada tem um aditivo à base de dióxido de titânio que captura as partículas de NO2 da atmosfera e transforma-as em nitrato, um tipo de sal que é inofensivo ao meio ambiente. Quando chove na estrada, o sal é levado pela água e o chão fica limpo novamente.
A primeira estrada que testará o asfalto ecológico está na cidade de Hengelo, na Holanda. Foi escolhida devido à boa qualidade do ar local, que permitirá um acompanhamento mais preciso dos resultados.


O anel que é um ser vivo

Você já pensou ter um jardim que possa carregar para onde quiser e que lhe dará um visual mais arrojado? O estilista islandês Hafsteinn Juliusson, diz-lhe que sim. Para isso, criou uma colecção de jóias, que de raras não têm nada, mas que provêm da natureza.
São as “jóias que brotam”, ou “Growing Jewelry”, que, segundo o seu criador, misturam os conceitos de joalharia e jardinagem. No lugar de pedras preciosas, há um pequeno musgo.
Só não dá para guardá-las no fundo do guarda-jóias. Para que as suas jóias fiquem sempre bonitas, tem de cuidar da pequena planta: é preciso podá-la e regá-la todos os dias.

Fonte: http://colunas.epoca.globo.com/

Telha solar

Quem disse que para ter um telhado solar precisamos que nos separar de um bom design? É a novidade da empresa SRS Energy que desenvolveu painéis solares no mesmo formato e tamanho das telhas comuns de terracota, mantendo a mesma estética. A eficiência energética de 8% a 20% é menor do que a dos painéis solares comuns, mas capazes de gerar 860 Kwh ao ano por m² de telhado em locais com média anual de seis horas de sol ao dia. É muito interessante ver novidades desse tipo mesmo que a eficiência e os custos ainda sejam altos, mas tudo indica que em breve teremos melhores opções.


sábado, 4 de julho de 2009

Ideias para o novo mundo: Cidades flutuantes

Ninguém gosta de pensar nisso, mas no fundo todos sabemos que se as coisas continuarem com estão, certamente teremos imensos desastres naturais e elevação do nível dos oceanos devido ao aquecimento global. Muitas cidades ficarão alagadas e as pessoas terão que migrar para o interior ou procurar saídas alternativas como a apresentada pelo arquitecto francês Vincent Callebaut.
Vincent sugeriu uma cidade flutuante inspirada em plantas aquáticas. Segundo ele uma cidade como estas poderias abrigar cerca de 50 mil habitantes. Funcionaria como um iceberg, ou seja, parte ficaria para fora das águas, outra dentro. A energia usada para manter a ilha artificial seria inteiramente de recursos renováveis, como eólica, solar e de ondas.
Os Lilypads, como são chamadas as cidades, foram inspiradas no formato das vitórias-régias, muito comuns na região Amazônica, que são grandes, pesadas, mas que se mantém à superfície de água. Tudo o que puder ser reciclado, será, fazendo com que as cidades-flutuantes sejam totalmente livres de emissões de carbono ou maiores danos ao meio ambiente. A megalópole ecológica também utilizaria a chuva para encher um reservatório central com água doce, esta utilizada para consumo e rega de vegetais.Agora, só falta saber o que é viável e o que é puro realismo fantástico…

Link consultado: http://cavedon.net/blog/

Colchão com fibra de bambu

Responsabilidade ecológica e tecnologia de ponta sempre foram as duas metas da Probel, maior referência de colchões do país (Brasil). Abraçando a idéia da tendência aos produtos ecologicamente correctos, a marca desenvolveu o conjunto box Natural Soft Bamboo, com fibra de bambu. A novidade traz o benefício do menor custo, além de ser um agente bactericida natural e possuir alta percentagem de fibras naturais (73% natural e ecológica). Esta composição garante ao tecido uma agradável sensação de frescura.
O colchão ainda conta com o sistema No Turn, que dispensa o rodízio de lados, além da espuma especial com tratamento antimicrobiano que garante a protecção contra a proliferação de ácaros, fungos e bactérias, principais causadores de problemas alérgicos e respiratórios.

Fibras naturais e ecológicas

Numa campanha instituída pela ONU, 2009 é o ano das fibras naturais. De acordo com os fabricantes de malhas em algodão, a iniciativa reflcete a preferência actual dos consumidores. Para a directora de desenvolvimento da Sultextil, de Caxias do Sul (RS), Paola Reginatto Vist, há um desejo mundial por esse tipo de tecido.
“Essa informação tem base em duas fontes principais: a manifestação dos nossos clientes confeccionistas ao relatar o mercado varejista atual, e às pesquisas de mercado, especialmente nos países europeus”, garante.
Para o grupo Rosset Têxtil, outro factor muito importante para explicar a grande procura é a preocupação do consumidor final em utilizar tecidos ecológicos. “Há um comprometimento do comprador, que olha com atenção os fios que têm origem natural”, explica Ângelo Frigério, coordenador de produto da empresa.
Esse também é um dos argumentos da própria ONU, quando afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Mate o seu lixo de fome!

Este é o slogan de uma humorada campanha que está sendo feita na capital britânica. “Starve your Bin” mostra como é possível diminuir absurdamente a quantidade de resíduos deitados no lixo e a imensa quantidade de resíduos que podem ser reciclados. A campanha tem como objectivo de convencer as pessoas da importância da reciclagem. Uma óptima iniciativa que deveria ser veículada também no nosso país. O vídeo que se segue, mostra-nos como personagem principal um saco de lixo sempre a pedir latas, garrafas pet e outras coisas recicláveis. Divirta-se e comece já a reciclar!



Eco casa flutuante

Não há como negar: a sustentabilidade está em alta. É cada vez maior o número de pessoas que se preocupam em mudar seus hábitos para proteger os recursos naturais. Na onda da arquitetura verde, Flo Florian e Sascha Akkermann, do estúdio de design Confused Direction, construíram uma casa ecologicamente correcta. Até aqui, nada de novo. Muitos profissionais já fizeram isso, em diferentes lugares do mundo. Mas os designers alemães foram mais longe e criaram um projecto sustentável e flutuante. Baptizada de Schwimm Haus Boot, a casa não emite substâncias tóxicas para a atmosfera, possui um tecto verde e foi construída com materiais reciclados. Parte da madeira de demolição utilizada no projecto veio do barracão de uma fazenda construído há mais de 250 anos. No andar de baixo, o sobrado flutuante possui sala, cozinha e w.c. O quarto e uma pequena varanda ficam no piso superior. Na decoração foram usadas peças criadas pelos próprios designers, como as poltronas Odú.
A casa flutuante está na cidade de Oldenburg, na Alemanha.

Lingerie feita de lata!


Recicle a sua TV!

Não sabe o que fazer com aquela TV velhinha encostada na sua casa? Que tal usar a criatividade e dar um novo uso para a sua antiga companheira? O site Recycle TV convida as pessoas a postarem a arte feita a partir de tvs velhas recicladas, e o resultado não podia ser mais incrível !









Lisboa será primeira escala de expedição transoceânica

Uma expedição transoceânica vai efectuar a sua primeira escala em Lisboa. A expedição de três anos vai estudar todos os oceanos e terá início em Setembro, pretendendo estudar o impacto das alterações climáticas nos microorganismos marinhos.O estudo do impacto das mudanças climáticas nos microorganismos marinhos, efectuado por uma expedição transoceânica, fará a primeira paragem na capital portuguesa. A expedição será executada por uma equipa de 14 membros e vai ser realizada a bordo de um veleiro francês, o Tara.
O veleiro sairá a 4 de Setembro da Bretanha onde regressará em Novembro de 2012. A passagem pelo cais de Alcântara, em Lisboa, está prevista para 10 de Setembro, noticia a Lusa.


quarta-feira, 1 de julho de 2009

Conheça a Declaração Universal dos Direitos da Água

Em 22 de março de 1992, a ONU (Organização das Nações Unidas) divulgou a Declaração Universal dos Direitos da Água para que cidadãos, governos e corporações pudessem fazer uma reflexão sobre a utilização desse bem tão importante para a manutenção da vida no Planeta.

Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimónia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e dos seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. A sua protecção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor económico: é preciso saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer parte do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. Duma maneira geral, a sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas actualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua protecção constitui uma obrigação jurídica para o Homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos da sua protecção e as necessidades de ordem económica, sanitária e social.

Art. 10º - O planeamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão da sua distribuição desigual sobre a Terra.



Iluminação a custo zero!



Fonte: http://paoeecologia.wordpress.com/2009/06/01/iluminacao-a-custo-zero/

A energia que vem da fruta

Engana-se quem pensa que a energia derivada das frutas é apenas a calórica. Pesquisadores italianos da Universidade Tor Vergata, em Roma, desenvolveram painéis solares feitos a partir de cascas de fruta, verduras e legumes. Em parceria com o Pólo Solar Orgânico – instituto da iniciativa privada voltado para pesquisa em energias renováveis –, os cientistas descobriram que custa menos produzir células fotovoltáicas a partir de materiais orgânicos do que utilizando o silício, matéria-prima cara por conta do processo de transformação para a indústria, que é responsável por 60% do valor final das placas.No caso das placas feitas a partir de orgânicos, o preço é mínimo, tanto para a produção, quanto da matéria-prima. Hoje, as placas a base de silício custam entre € 6 a € 12 por watt. Com a nova tecnologia, esse preço pode cair para apenas € 2. As próprias máquinas utilizadas na produção dos painéis tradicionais variam de € 15 a € 100 milhões, enquanto que os feitos de restos de comida custam apenas um milhão.
As células orgânicas são mais eficientes por serem tridimensionais e, por isso, podem captar a radiação da luz vinda de todas as direcções. Além disso, as placas de frutas são muito mais finas e não têm diferença substancial na absorção de energia solar em relação às convencionais. Isto permite que os pigmentos possam ser aplicados em película, vidro ou plástico – podendo ser utilizado em janelas, por exemplo.
Para aqueles que se preocupam não só com iniciativas energéticas limpas, mas com a justiça social envolvida na distribuição dos alimentos, é importante lembrar que o processo utiliza apenas sobras orgânicas, evitando, assim, que falte comida para a população.

Alternativa energética para África
A experiência italiana com os painéis solares alternativos não é a única inovação energética feita a partir de material orgânico. Apesar de ser uma tecnologia bem mais simples que as placas fotovoltáicas, cientistas da Universidade de Nottingham, no Reino Unido, descobriram uma maneira muito simples e eficiente de utilizar restos da produção de banana. Além da possibilidade de fazer vinhos e cerveja, os pesquisadores passaram a utilizar as cascas da fruta para produzir combustível. São trituradas juntamente com as folhas e caules, que, processados, são transformados em tijolos. Quando queimados, assumem a mesma função de, por exemplo, um toro de madeira, servindo para cozinhar ou iluminar.
O processo é muito simples. As cascas, os caules e as folhas da bananeira, que normalmente seriam descartados – estima-se que para cada tonelada de banana produzida no mundo, 10 toneladas de resíduos sobram –, são processados, prensados (para eliminar os líquidos) e, por último, ficam expostos ao sol por cerca de duas semanas para secar.
Países africanos como a Tanzânia, Burundi e Ruanda, grandes produtores de banana, podem ter sua contribuição para as mudanças climáticas bastante reduzidas, já que mais de 80% de sua produção energética vem da queima da madeira.

Telhas feitas com tubos de pasta de dentes



Fonte: http://paoeecologia.wordpress.com/

Cobertor ecológico

Produzidos com fios de poliéster feito 100% com fibras de garrafas pet, o Wal-Mart Brasil lançou em 2007 um cobertor sustentável que reutiliza cerca de 200 garrafas a cada coberta fabricada.
Cerca de 115 milhões de garrafas a menos poluindo o meio ambiente. Agora você já se pode aquecer e ajudar o natureza!