Para evitar o acumular de CDs antigos, que já não são utilizados, mas também aproveitar o aumento da procura de produtos que respeitam a natureza, a Sanyo lançou há alguns anos atrás o CD de milho.Segundo uma reportagem publicada no jornal inglês "Financial Times", o MildDisc (disco leve, em inglês) tem capacidade para armazenar dados, música e vídeo. O aspecto também é o mesmo de um CD convencional.
A única diferença é que a matéria-prima é o milho, que é biodegradável e se decompõe mais fácil se entrar em contacto com a água, por exemplo.
Fazer um CD de milho é possível, porque os cientistas descobriram uma forma de transformar o material num polímero, a mesma matéria que compõe os CDs tradicionais.
A desvantagem é o preço. A produção do CD de milho ainda é três vezes mais cara que a do CD convencional, mas a Sanyo espera que o custo caia com o aumento do fabrico.
De acordo com a Sanyo, uma espiga de milho pode fornecer material para fabricar 10 CDs. São cerca de 85 grãos de milho para cada disco.

A primeira produção de CDs de milho destinou-se ao mercado japonês. O objectivo foi responder a artistas, órgãos governamentais e empresas preocupadas em preservar o meio ambiente.
Além dos CDs musicais, a Sanyo também quer chegar às empresas que utilizam CDs promocionais. De acordo com dados fornecidos pela Associação Internacional de Meios Graváveis, mais de 425 milhões de CDs promocionais são enviados só para lares norte-americanos. Muitos deles vão parar ao lixo. Para evitar o crescimento dos CDs no lixo, que não se decompõem facilmente, o CD de milho promete ser uma alternativa.
Fonte: http://tsf.sapo.pt/











Um dos senãos dos amantes de automóveis em relação aos veículos híbridos é o facto de atingirem uma menor velocidade em comparação com os carros tradicionais.
O carro recebeu o nome de Namir, que significa “tigre” em árabe. Com 370 cavalos de potência, ele pode atingir uma velocidade máxima de 300 quilómetros por hora, com aceleração de 0 a 100 quilômetros em 3,5 segundos. Até agora, o híbrido mais rápido era o Fisker Karma, que chegava a 200 quilómetros por hora.
O exterior do automóvel é fabricado em fibra de carbono e sua estrutura foi especialmente concebida para ser mais leve e sem comprometer a resistência e rigidez.




























Engana-se quem pensa que a energia derivada das frutas é apenas a calórica. Pesquisadores italianos da Universidade Tor Vergata, em Roma, desenvolveram painéis solares feitos a partir de cascas de fruta, verduras e legumes. Em parceria com o Pólo Solar Orgânico – instituto da iniciativa privada voltado para pesquisa em energias renováveis –, os cientistas descobriram que custa menos produzir células fotovoltáicas a partir de materiais orgânicos do que utilizando o silício, matéria-prima cara por conta do processo de transformação para a indústria, que é responsável por 60% do valor final das placas.No caso das placas feitas a partir de orgânicos, o preço é mínimo, tanto para a produção, quanto da matéria-prima. Hoje, as placas a base de silício custam entre € 6 a € 12 por watt. Com a nova tecnologia, esse preço pode cair para apenas € 2. As próprias máquinas utilizadas na produção dos painéis tradicionais variam de € 15 a € 100 milhões, enquanto que os feitos de restos de comida custam apenas um milhão.