A Nike uniu-se a Steve Nash, famoso jogador americano de basquetebol e ambientalista, para criar ténis totalmente fabricados com lixo industrial. O Trash Talk é feito de restos de couro e material sintético recolhidos no chão da fábrica. Depois a parte superior ecológica é montada em sobras de espuma e restos de borracha que normalmente iriam para o lixo. Resultado: um par perfeito de ténis novos "velhos". Em 2008, a Nike lançou a US$ 100 o par, uma colecção limitada que se esgotou rapidamente.terça-feira, 14 de julho de 2009
Ténis inteligente
A Nike uniu-se a Steve Nash, famoso jogador americano de basquetebol e ambientalista, para criar ténis totalmente fabricados com lixo industrial. O Trash Talk é feito de restos de couro e material sintético recolhidos no chão da fábrica. Depois a parte superior ecológica é montada em sobras de espuma e restos de borracha que normalmente iriam para o lixo. Resultado: um par perfeito de ténis novos "velhos". Em 2008, a Nike lançou a US$ 100 o par, uma colecção limitada que se esgotou rapidamente.Papel eléctrico


Fabrico de Tijolo Ecológico
Os tijolos ecológicos são os que têm no seu processo de fabrico mistura de pó-de-pedra, cimento e cal e que necessitam apenas de água para o endurecimento, dispensando a utilização de forno para aquecimento, sendo auto-encaixável.
Link Consultado: http://www.vimaqprensas.com.br
Teclado Virtual Laser
O Teclado VBK Bluetooth Laser Virtual Keyboard da i-Tech é um pequeno dispositivo, com o tamanho de um maço de tabaco, que projecta um teclado virtual de 63 teclas e do tipo “QWERTY”, em qualquer superfície que seja plana e lisa. Este pequeno módulo detecta até 400 caracteres por minuto, um pouco menos que os teclados convencionais, mas que não afecta o desempenho do mesmo. A bateria do projector tem uma capacidade para 2 horas em modo activo. O preço deste interessante “brinquedo” ronda os 200 dólares ou 136 euros.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
Habitações ecológicas
Os materiais de construção são uma componente importante numa casa ecológica. Existem diversos materiais aconselhados, de baixo impacte ambiental na produção e ao longo da vida útil: cerâmica, isolamentos naturais (feitos de fibras vegetais, cânhamo e celulose), tintas biológicas, cal, vidro, ferro, cobre, plásticos ecológicos e pedra.O nosso comportamento na utilização da energia e da água é também fundamental na preservação dos recursos naturais e do ambiente. Opte por lâmpadas florescentes compactas e electrodomésticos de classe A, energeticamente mais eficientes, utilize equipamentos que funcionem com energias renováveis, tais como colectores solares térmicos e mini-turbinas eólicas e instale dispositivos adequados à poupança de água em torneiras e autoclismos.Estes pequenos gestos diários e escolhas acertadas em termos de equipamentos e de materiais tornam a nossa casa mais saudável e amiga do ambiente.
Um rato ecológico made-in Google

O Google disponibilizou através da sua Google Store um rato sem fios 100% ecológico. É que tudo neste novo periférico emprega materiais reciclados. Com o seu adaptador USB este rato é reconhecido automaticamente pelo sistema operativo e fica imediatamente disponível e pronto a funcionar.
O preço de venda é de $19,20. Sem preço é a sensação de estarmos a comprar material reciclado e, por muito pouco que seja, estarmos a ajudar à preservação do nosso belo planeta.
domingo, 12 de julho de 2009
Nokia ecológico

SeedBomb, a bomba ecológica
Inspirado nos acontecimentos da II Guerra Mundial e de Gale Halvorson airdropped, foi criada esta bomba! O designer Hwang Jin wook e alguns dos seus amigos mudaram o conceito de bomba, quando criaram a SeedBomb.A missão desta bomba é combater a desflorestação com pequenas sementes dentro de cápsulas, que são largadas da SeedBomb.
Após esta ser lançada de um bombardeiro numa área especifica, as cápsulas serão separadas da bomba original, abrangendo assim uma maior área. Cada cápsula contém um solo artificial e sementes. Alojado em plástico biodegradável, o solo fornece alimentação artificial e humidade suficiente para as sementes, até que ela cresça o suficiente para se sustentar. A cápsula derrete com o tempo, assim como uma maça amadurece.
sábado, 11 de julho de 2009
Restaurantes de Matosinhos experimentam grelhador ecológico
O protótipo, ainda em testes, poderá vir a ser instalado nos estabelecimentos da cidade. A ideia é diminuir os fumos mantendo intactos os sabores.
A ASUS apresenta novas soluções ecológicas e o primeiro monitor wireless do Mundo

Chocolate como combustível alternativo?
Soluções alternativas como a electricidade, hidrogénio ou o gás natural podem vir a render-se ao…chocolate! Uma equipa de estudantes britânicos está a desenvolver um carro de corrida movido a chocolate e óleos vegetais.O ecoF3 é resultado da pesquisa de um grupo de estudantes da universidade de Warwick, no Reino Unido, que pretende que o carro - ou pelo menos algumas das suas soluções venham a ser adoptadas no futuro na competição, nomeadamente na Formula 1.
O ecoF3 tem um volante feito de cenouras, uma carroçaria feito de batatas e um banco construído à base de soja. A mistura de fibras vegetais derivadas da produção de resinas dão forma a muitos dos seus componentes, enquanto óleos derivados de chocolate, plantas e outros materiais são refinados para a produção de combustível e lubrificantes.
Para o primeiro protótipo, os responsáveis do projecto recorreram ao chassis e respectivo design de um monolugar de Formula3, embora, tanto o carro como o motor não cumpram os actuais regulamentos da Federação Internacional do Automóvel (FIA).Com o ecoF3, os seus responsáveis querem provar que um carro amigo do ambiente não tem de ser necessariamente lento. Sem adiantar detalhes técnicos, revelam apenas que o ecoF3 será capaz de superar os 233 km/h de velocidade máxima.
Telefones bem reciclados


sexta-feira, 10 de julho de 2009
Ilhas Galápagos prometem aeroporto ecológico

A empresa argentina Corporación América vai construir nas ilhas Galápagos, no Equador, aquele que é considerado como o primeiro aeroporto ecológico do mundo.
A nova infra-estrutura aeroportuária será erigido na ilha de Baltra e é apelidado pelo construtor como um "edifício verde", que promete baixos consumos de energia, ausência de ar condicionado (ventilação e iluminação naturais), uso eficiente e racional da água (reutilização da água da chuva, entre outros) e a utilização de materiais sustentáveis, com "baixo impacte ambiental e respeito pela paisagem".
Refira-se que, actualmente, o aeroporto de Baltra recebe mais de 200 mil passageiros por ano, a sua esmagadora maioria turistas em viagem às Galápagos para visita ao Parque Nacional das Ilhas Galápagos, classificado Património da Humanidade pela UNESCO.
Prevê-se que o novo aeroporto das ilhas Galápagos entre em funcionamento até ao fim de 2009.
A Madeira tem o melhor eco-hotel da Europa
O Hotel Jardim Atlântico, na ilha da Madeira, Portugal, foi considerado pelo canal televisivo norte-americano Fine Living, visto por 3,6 milhões de pessoas por mês, como um dos dez melhores eco-hotéis do mundo. A funcionar há 15 anos, a unidade de quatro estrelas fica a meia hora do Funchal e foi a única distinguida na Europa, após uma avaliação global com base nas capacidades, boas práticas ambientais, prémios e certificações dos imóveis.A notícia apanhou de surpresa o hotel, que até já tem desde 2002 a patente ambiental mais alta, o Rótulo Ecológico Europeu, foi terceiro entre as 15 mil unidades reconhecidas pela TUI nas práticas ecológicas e foi convidado a fazer o certificado de Biosphere Hotel, ligado à UNESCO.
“Orgulhamo-nos pela distinção de melhor hotel amigo do ambiente da Europa. É o reconhecimento das boas práticas no dia-a-dia, este é um trabalho contínuo”, afirmou a directora Celine Sousa. Notou que o Jardim Atlântico é muito frequentado por alemães, que aderem às actividades: reciclam, tratam das plantas e árvores, fazem a rega no Verão, limpam veredas, conhecem a flora endémica e vida agrária local e vêem palestras sobre biologia marinha.Além da gastronomia típica madeirense, o hotel preocupa-se em ter pratos vegetarianos e integrais segundo a filosofia feng-shui. Criou ainda o Caminho dos pés descalços, onde se pode contactar 17 elementos da natureza e testar reflexologia nos 800 metros do percurso.

CDs feitos de milho
Para evitar o acumular de CDs antigos, que já não são utilizados, mas também aproveitar o aumento da procura de produtos que respeitam a natureza, a Sanyo lançou há alguns anos atrás o CD de milho.Segundo uma reportagem publicada no jornal inglês "Financial Times", o MildDisc (disco leve, em inglês) tem capacidade para armazenar dados, música e vídeo. O aspecto também é o mesmo de um CD convencional.
A única diferença é que a matéria-prima é o milho, que é biodegradável e se decompõe mais fácil se entrar em contacto com a água, por exemplo.
Fazer um CD de milho é possível, porque os cientistas descobriram uma forma de transformar o material num polímero, a mesma matéria que compõe os CDs tradicionais.
A desvantagem é o preço. A produção do CD de milho ainda é três vezes mais cara que a do CD convencional, mas a Sanyo espera que o custo caia com o aumento do fabrico.
De acordo com a Sanyo, uma espiga de milho pode fornecer material para fabricar 10 CDs. São cerca de 85 grãos de milho para cada disco.

A primeira produção de CDs de milho destinou-se ao mercado japonês. O objectivo foi responder a artistas, órgãos governamentais e empresas preocupadas em preservar o meio ambiente.
Além dos CDs musicais, a Sanyo também quer chegar às empresas que utilizam CDs promocionais. De acordo com dados fornecidos pela Associação Internacional de Meios Graváveis, mais de 425 milhões de CDs promocionais são enviados só para lares norte-americanos. Muitos deles vão parar ao lixo. Para evitar o crescimento dos CDs no lixo, que não se decompõem facilmente, o CD de milho promete ser uma alternativa.
Condomínio da Terra
Temos uma origem comum e um destino comum. Partilhamos todos a mesma casa, o mesmo planeta. Frágil, pequeno e finito. Um sistema vivo e complexo a que muitos chamam Gaia e que não suporta um projecto de exploração ilimitado.
O nosso planeta tem partes que não conseguimos dividir, mas das quais todos dependemos e que todos podemos afectar de forma positiva e negativa.Ao descobrimos que a atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade funcionam de forma global e interdependente ficamos a saber que, de forma involuntária, somos todos vizinhos uns dos outros. Se somos todos vizinhos e há partes comuns no planeta que necessitam de manutenção global, lançamos o desafio de pensar a Terra como “um imenso Condomínio".
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Hotéis originais
Recriar, reinventar, reconstruir, podem ser três adjectivos essenciais para descrever as novas ideias de hotéis que estão a surgir um pouco por todo o mundo. Sabemos que existem espaços inoperativos ou abandonados que pelas suas características específicas nem sempre são utilizados de novo, é o caso de um bunker, por exemplo ou um Boeing 747 já na "reforma". Underground Hotel é assim o nome deste novo espaço de zero estrelas nascido nos arredores de Coober Pedy, a 850 quilómetros de Adelaide, na Austrália. Num velho bunker de guerra nasceu um hotel subterrâneo com seis quartos, duas suites e cozinha comum, o preço vai de 43€ a 49€. Quer saber mais, então visite esta ideia em http://www.theundergroundmotel.com.au/,Outro hotel sui generis é o Jumbo Hostel, da estrutura de um velho Boing 747 guardado no aeroporto de Stockholm-Arlanda, a 42 quilómetros de Estocolmo nasceu um hotel com 25 quartos e o cockpit transformado numa suite. Os preços aqui variam entre 34€ e 323€, saiba mais em http://www.jumbohostel.com/
Ideias ecológicas que ajudam a renovar espaços velhos e abandonados ...

quarta-feira, 8 de julho de 2009
Spam polui mais do que três milhões de carros
A inconveniência das mensagens que enchem as caixas de e-mails pelo mundo fora é maior do que se pensava. Uma pesquisa encomendada pela empresa de segurança na internet, McAfee, realizada em 12 países, divulgou que a energia gasta para criar, armazenar, visualizar e filtrar um spam equivale à emissão de gases de efeito estufa de 3,1 milhões de carros. Especialistas em spam e em mudanças climáticas envolvidos no estudo calcularam que a energia investida, por ano, nesse processo é de 33 bilhões de kilowatts/hora (kWh), o que equivale ao consumo de eletricidade de 2,4 milhões de casas norte-americanas. A pesquisa informa, ainda, que países com maior número de utilizadores, tendem a ter emissões proporcionais à sua conectividade de forma que os Estados Unidos poluem 38 vezes mais do que a Espanha, que apresentou o índice mais baixo: menor quantidade de email de spam recebido e de uso de energia de spam por utilizador de email. O Brasil tem gastos similares aos dos EUA. Estima-se que quase 80% dessa energia seja consumida pelos utilizadores finais que excluem as mensagens e procuram por e-mails legítimos. Por isso, de acordo com a McAfee, na próxima vez que quiser economizar energia, além do clássico “apagar a luz quando sair do quarto”, lembre-se de filtrar correctamente os emails com spam com sistema de alta tecnologia. Segundo o estudo, se pessoas e empresas tomassem esse tipo de atitude, poupariam 25 bilhões de kilowatts/hora (kWh) por ano.
Fonte: http://super.abril.com.br/
Piscina ecológica


Pentágono ecológico
Aparentemente até o Pentágono, lar do Departamento de Defesa dos EUA, tem um fascínio pela tecnologia ecológica, já que chegou a notícia de que 4000 LEDs iluminarão o Sector 5 do edifício.O programa LED foi detalhado numa secção do Título III, um programa do Departamento de Defesa, e será executado por uma empresa chamada Cree. Os LEDs reduzirão o consumo de energia em 22% e serão pagos num período de 4 anos.
A iluminação por LEDs (Diodo Emissor de Luz na sigla em inglês) é uma tendência notável com a perspectiva em franco crescimento, isto porque tem como características e comparado à iluminação tradicional, um maior brilho, durabilidade e segurança, uma vez que, por se tratarem de grupos de LEDs unidos em substituição a uma lâmpada. Quando esta funde, mantém-se o praticamente toda a iluminação, o que não ocorreria com sistemas tradicionais onde toda a iluminação é comprometida.
Os preços ainda são sensívelmente elevados, por isso não é tarefa fácil encontrar lâmpadas de LEDs (mas é possível, e é certo que encontrará em lojas especializadas em iluminação). Por outro lado, a redução nos gastos de energia faz com que seja apenas uma questão de tempo para que o investimento inicial se pague e passe a partir de então a ser uma economia mensal. Note-se ainda que devido à maior durabilidade (ciclo de substituição), tal tecnologia também gera menor quantidade de lixo físico.
Computadores com apelo "verde"


Avião a energia solar
O Solar Impulse HB-SIA é o primeiro avião que vai ser movido a energia solar, capaz de atravessar o Atlântico e, num futuro modelo, capaz de realizar uma viagem à volta do mundo, noticia a imprensa especializada.segunda-feira, 6 de julho de 2009
Relógio movido a lama
A invenção dos designers Francesco Castiglione e Tommaso Ceschi é um relógio alimentado por energia gerada a partir da lama produzida pelas plantas.A lama do solo sob as plantas reage química e eletronicamente com placas metálicas, gerando uma corrente eléctrica que alimenta o relógio. Graças a isso, enquanto mantiver as plantas regadas e vistosas, o relógio não precisa de energia. Inclusive, a caixa onde ele fica (feita com plástico reciclado) nem tem opção para inserir uma pilha ou ligar na tomada.
Parece um relógio realmente ecológico. Mas talvez seja apenas a forma mais complicada de accionar um mecanismo digital. Pelo menos, é bonito.
domingo, 5 de julho de 2009
O híbrido mais rápido do mundo
Um dos senãos dos amantes de automóveis em relação aos veículos híbridos é o facto de atingirem uma menor velocidade em comparação com os carros tradicionais.Mas isso pode deixar de ser um problema. Durante a última edição do prestigiado Salão do Automóvel de Genebra, Suíça, a marca italiana Italdesign Giugiaro e a marca de sistemas híbridos Frazer-Nash apresentaram um protótipo do carro híbrido mais rápido do mercado.
O carro recebeu o nome de Namir, que significa “tigre” em árabe. Com 370 cavalos de potência, ele pode atingir uma velocidade máxima de 300 quilómetros por hora, com aceleração de 0 a 100 quilômetros em 3,5 segundos. Até agora, o híbrido mais rápido era o Fisker Karma, que chegava a 200 quilómetros por hora.O Namir também conta com um sistema híbrido que combina um motor rotativo endotérmico de 814 centímetros cúbicos com quatro motores eléctricos, assegurando uma autonomia de 39 quilômetros com um litro de combustível e de 2.000 quilómetros com seu tanque de 50 litros cheio.
De acordo com os fabricantes, as emissões de carbono do Namir equivalem a menos de 60 gramas por quilómetro. Como referência, segundo dados do Instituto Sightline, um carro tradicional gera emissões de mais de 400 gramas de carbono por cada quilómetro rodado.
O exterior do automóvel é fabricado em fibra de carbono e sua estrutura foi especialmente concebida para ser mais leve e sem comprometer a resistência e rigidez.Como se trata de um carro-conceito, não foi anunciado se será produzido, nem o preço estimado.
Compostagem sem cheiros nem mosquitos
O designer Ken Jasinski idealizou uma caixa de compostagem de plástico, inspirada nos produtos da Tupperware. A caixa seria leve e bonita. Também teria a tampa vedada, para evitar a dispersão de mau cheiro e não atrair o enxame de mosquitos que as composteiras tradicionais trazem. Pode ser que alguém adopte esta ideia. Seria melhor se fosse feita com plástico reciclado.Outra opção é uma máquina de compostagem para quem mora em apartamentos.
A Amazónia em vídeo
O seu carro passa e a estrada fica limpa
Cientistas japoneses e engenheiros holandeses criaram uma solução para diminuir a poluição do ar causada pelos carros e camiões. Só que a solução não está na eficiência do carro ou no tipo de combustível. Desta vez, a idéia é mudar a estrada. Enquanto o condutor circula pela “estrada verde”, o asfalto neutraliza as emissões de óxido de nitrogénio (NOx) libertado pelos tubos de escape.O concreto especial da estrada tem um aditivo à base de dióxido de titânio que captura as partículas de NO2 da atmosfera e transforma-as em nitrato, um tipo de sal que é inofensivo ao meio ambiente. Quando chove na estrada, o sal é levado pela água e o chão fica limpo novamente.
A primeira estrada que testará o asfalto ecológico está na cidade de Hengelo, na Holanda. Foi escolhida devido à boa qualidade do ar local, que permitirá um acompanhamento mais preciso dos resultados.

O anel que é um ser vivo
Você já pensou ter um jardim que possa carregar para onde quiser e que lhe dará um visual mais arrojado? O estilista islandês Hafsteinn Juliusson, diz-lhe que sim. Para isso, criou uma colecção de jóias, que de raras não têm nada, mas que provêm da natureza.São as “jóias que brotam”, ou “Growing Jewelry”, que, segundo o seu criador, misturam os conceitos de joalharia e jardinagem. No lugar de pedras preciosas, há um pequeno musgo.
Só não dá para guardá-las no fundo do guarda-jóias. Para que as suas jóias fiquem sempre bonitas, tem de cuidar da pequena planta: é preciso podá-la e regá-la todos os dias.

Telha solar
Quem disse que para ter um telhado solar precisamos que nos separar de um bom design? É a novidade da empresa SRS Energy que desenvolveu painéis solares no mesmo formato e tamanho das telhas comuns de terracota, mantendo a mesma estética. A eficiência energética de 8% a 20% é menor do que a dos painéis solares comuns, mas capazes de gerar 860 Kwh ao ano por m² de telhado em locais com média anual de seis horas de sol ao dia. É muito interessante ver novidades desse tipo mesmo que a eficiência e os custos ainda sejam altos, mas tudo indica que em breve teremos melhores opções.
sábado, 4 de julho de 2009
Ideias para o novo mundo: Cidades flutuantes
Vincent sugeriu uma cidade flutuante inspirada em plantas aquáticas. Segundo ele uma cidade como estas poderias abrigar cerca de 50 mil habitantes. Funcionaria como um iceberg, ou seja, parte ficaria para fora das águas, outra dentro. A energia usada para manter a ilha artificial seria inteiramente de recursos renováveis, como eólica, solar e de ondas.
Os Lilypads, como são chamadas as cidades, foram inspiradas no formato das vitórias-régias, muito comuns na região Amazônica, que são grandes, pesadas, mas que se mantém à superfície de água. Tudo o que puder ser reciclado, será, fazendo com que as cidades-flutuantes sejam totalmente livres de emissões de carbono ou maiores danos ao meio ambiente. A megalópole ecológica também utilizaria a chuva para encher um reservatório central com água doce, esta utilizada para consumo e rega de vegetais.Agora, só falta saber o que é viável e o que é puro realismo fantástico…
Colchão com fibra de bambu
Responsabilidade ecológica e tecnologia de ponta sempre foram as duas metas da Probel, maior referência de colchões do país (Brasil). Abraçando a idéia da tendência aos produtos ecologicamente correctos, a marca desenvolveu o conjunto box Natural Soft Bamboo, com fibra de bambu. A novidade traz o benefício do menor custo, além de ser um agente bactericida natural e possuir alta percentagem de fibras naturais (73% natural e ecológica). Esta composição garante ao tecido uma agradável sensação de frescura.Fibras naturais e ecológicas
Numa campanha instituída pela ONU, 2009 é o ano das fibras naturais. De acordo com os fabricantes de malhas em algodão, a iniciativa reflcete a preferência actual dos consumidores. Para a directora de desenvolvimento da Sultextil, de Caxias do Sul (RS), Paola Reginatto Vist, há um desejo mundial por esse tipo de tecido.“Essa informação tem base em duas fontes principais: a manifestação dos nossos clientes confeccionistas ao relatar o mercado varejista atual, e às pesquisas de mercado, especialmente nos países europeus”, garante.
Para o grupo Rosset Têxtil, outro factor muito importante para explicar a grande procura é a preocupação do consumidor final em utilizar tecidos ecológicos. “Há um comprometimento do comprador, que olha com atenção os fios que têm origem natural”, explica Ângelo Frigério, coordenador de produto da empresa.
Esse também é um dos argumentos da própria ONU, quando afirma que, por serem biodegradáveis, as fibras naturais estão em alta com o aumento da consciência do consumidor.
