quinta-feira, 16 de julho de 2009

Artica Eco-Friendly New Air

Um grupo apoiado pelo Design Londres têm estado a trabalhar num sistema de arrefecimento natural que proporcione conforto, sem o impacto negativo ao meio ambiente. Com uma aparência elegante e contemporânea, o Artica tem uma agradável silhueta que é notavelmente semelhante a uma ventoínha de tecto. O produto em si é feito de materiais recicláveis e usa menos de 10% da energia que utiliza um sistema de ar convencional. Está ainda na sua fase de protótipo, e está previsto sair este Outubro. Com o Artica, estará a reduzir a sua pegada de carbono, sendo as emissões de CO2 reduzidas em 90%.


Primeira unidade industrial de vermicompostagem em Portugal

A primeira unidade industrial de vermicompostagem em Portugal deverá começar a funcionar em Outubro, perto de Beja, onde milhares de minhocas vão transformar resíduos orgânicos e lamas em bionutriente, disse à agência Lusa um promotor do projecto.
Segundo João Completo, sócio da Lavoisier, a empresa promotora, as obras de construção da unidade de vermicompostagem de Beja, "previstas para começar no início do passado mês de Março, deverão terminar no final de Setembro".
A confirmar-se a previsão, a unidade de vermicompostagem de Beja, que será a primeira com dimensões industriais em Portugal, onde só existe a unidade piloto de média dimensão incluída no Centro Integrado de Tratamento de Resíduos do Vale do Ave, em Riba de Ave, no concelho de Vila Nova de Famalicão.

Eco-design no meio do deserto

Construir uma casa no meio do deserto é um desafio e tanto para qualquer arquitecto. Mas Lloyd Russell conseguiu transformar a dificuldade em inspiração e criou uma casa adaptada e sustentável. Possui uma estrutura que permite uma ventilação total, evitando o uso de ventiladores e ar-condicionados e prolongando a utilização da luz natural.

A residência fica perto de Palm Springs, na Califórnia, e foram utilizados materiais recicláveis na sua construção. Porém o sistema de ventilação é, sem dúvida, a maior estrela da casa. De acordo com Russell, um dossel de aço garante sombra o dia inteiro, ajudando a refrescar a casa. Já as paredes podem ser “abertas”, facilitando a entrada do vento forte, habitual no local.

As paredes podem ser "levantadas" para ajudar a ventilar a casa nos dias mais quentes.
Para criar a casa, Russell estudou a região e adaptou a arquitectura ao ambiente. Este deserto tem uma temperatura que varia de 40ºC a -12ºC e o vento pode ultrapassar os 140 km/h, então a casa deve ter a temperatura interna controlada contando por isso, com a ajuda a natureza.

Mesmo com temperaturas acima dos 40º C a casa mantém-se fresca.

“É uma vida muito simples,logo espera uma arquitectura bastante simples”, afirmou o arquitecto em entrevista ao Dwell Magazine. “E não precisa de ser feio para ser simples”, concluíu.

O resultado é uma casa bonita, funcional e altamente eficiente.

No inverno, basta fechar as portas e janelas para manter a temperatura dentro de casa.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Greenpeace Black Pixel Project (Válido somente para monitores de tubo ou plasma)

Sabe que pode melhorar o mundo um pouco de cada vez? Pois é esse o objectivo do projecto Black Pixel: Instalar um quadradinho preto no monitor do seu computador, ou seja, apagar um pixel.
Assim, a Greenpeace calcula que cada pessoa poderá economizar 0,057 watts por hora (Comprovado pelo Instituto C.E.S.A.R de Tecnologia).
Parece pouco, mas até agora o projecto já conseguiu economizar 100678 watts. Isto equivale a 2516 lâmpadas, 1118 frigoríficos, 915 televisores ou 838 computadores desligados por uma hora.
No site encontra outras informações sobre o projecto. Pode fazer a instalação do Black Pixel,contribuíndo assim para ajudar a economizar a energia do planeta.
Veja também este vídeo, para aqueles que não querem fazer muito, esta é uma boa iniciativa:



Link consultado: http://turmae2009.bligoo.com/

As cidades mais verdes do mundo

A cidade de Estocolmo será a “Capital Verde da Europa” em 2010

Para estimular a adopção de medidas capazes de tornar as cidades da Europa mais sustentáveis e com melhor qualidade de vida para os seus habitantes, a Comissão Européia lançou um prémio que irá atribuir todos os anos, a partir de 2010, o título de Capital Verde da Europa.
O prémio europeu será concebido às cidades com mais 200 mil habitantes que tenham demonstrado atingir um patamar bem definido em termos de padrões ambientais elevados e estejam empenhadas em continuar a trabalhar para alcançar objectivos ambiciosos, relacionados com melhorias para o desenvolvimento sustentável.
A ideia de uma Capital Verde da Europa foi originalmente concebida numa reunião em Tallinn, na Estónia, em 15 de maio de 2006, por iniciativa do antigo Presidente da Câmara, Jüri Ratas. Candidataram-se 35 cidades ao título e oito foram selecionadas. As finalistas foram:

- Amsterdão (Holanda)
- Bristol (Reino Unido)
- Copenhaga(Dinamarca)
- Friburgo (Alemanha)
- Hamburgo (Alemanha)
- Münster (Alemanha)
- Oslo (Noruega)
- Estocolmo (Suécia)


A vencedora de 2010 já tem nome: Estocolmo, na Suécia. Foi escolhida por um painel de peritos ambientais e um júri. A cidade será o exemplo a ser seguido por outras cidades europeias. Já em 2011, o título já está garantido para a alemã Hamburgo.
Entre as acções que tornaram essas cidades lugares tão “verdes” têm como objectivo eliminar o consumo de combustíveis fósseis e reduzir as emissões de CO2 em 80% até 2050, a alta qualidade do ar, a grande quantidade de áreas verdes e recreativas, planos de preservação da água e excelência em público.

Sistema de público eficiente e áreas verdes foram alguns motivos que tornaram Hamburgo a Capital Verde da Europa de 2011/Foto: Qdos

Para vencer, a candidata precisava de seguir alguns critérios de escolha. Os dez requisitos incluíam:
- contribuição local para as alterações climáticas globais
- sistema de transportes local
- disponibilização de zonas verdes públicas
- qualidade do ar
- poluição sonora
- gestão e tratamento de resíduos
- consumo de água
- tratamento de águas residuais
- gestão ambiental das autoridades locais
- ordenamento urbano sustentável

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

terça-feira, 14 de julho de 2009

Bateria ecológica de açúcar

A Sony desenvolveu um protótipo de bateria ecológica que produz energia suficiente para fazer tocar um mp3 player a partir do açúcar.
A bateria biológica possui 3,9 centímetros e sua estrutura é feita de plástico vegetal. O seu interior possui enzimas que em contato com uma solução de açúcar, consegue gerar electricidade.
[O açúcar é uma fonte natural de energia produzido pelas plantas através da fotossíntese], disse a Sony . [É regenerativo e encontrado na maioria dos lugares, enfatizando o potencial das baterias de açúcar como a energia ecológica do futuro.]
Testes com o protótipo conseguiram o equivalente a 50 miliwatts. A Sony pretende, em breve, lançar o produto para uso comercial.

Acenda uma lâmpada com o seu suor!

Correr durante uma hora na passadeira queima, aproximadamente, 600 calorias. Mas que tal mudar essa conta para kilowatt? É o que fazem os alunos das universidades de Oregon e Portland, nos Estados Unidos, que estão mais preocupados em produzir electricidade do que perder gordura durante os exercícios físicos.
Tudo porque as instituições instalaram, um pequeno dispositivo nos aparelhos de ginástica, que transforma o suor dos alunos em energia limpa.
O aparelho, comercializado por uma empresa chamada ReRev, captura a energia cinética produzida durante a actividade física dos alunos, convertendo-a em electricidade.
Um ginásio nos Estados Unidos também recicla a energia gerada pelos clientes. The Green Microgym, em Portland, ligou um gerador às rodas das bicicletas que transforma a energia cinética em eléctrica. Depois, é armazenada numa bateria que coloca em funcionamento os televisores, passadeiras e até um liquidificador que o ginásio usa para oferecer sumos e vitaminas aos clientes. A tecnologia que permite criar electricidade a partir de aparelhos de ginástica não é nova. Há décadas as pessoas usam dínamos nas bicicletas para acender as luzes traseira e dianteira. Este ginásio usa o mesmo princípio, diz Adam Boesel, proprietário do Green Microgym. "Num ginásio, quase todos os aparelhos para exercício têm uma roda que gira e, se puder girar uma roda, pode produzir electricidade, tal como os moinhos.”


Volvo apresenta gama ecológica


Há muito que a Volvo tem vindo a apresentar diversos conceitos ecológicos, como o mais recente protótipo C30 Efficiency, mas só agora a marca Sueca passa «da teoria para a realidade», com a apresentação da sua gama ecológica «DRIVe».
C30, S40 e V50 são os modelos escolhidos para estrear a assinatura ecológica da marca Sueca. À semelhança do protótipo C30 Efficiency, utilizado como base de desenvolvimento, as novas variantes «amigas do ambiente» recorrem ao motor 1.6D e a todos os truques utilizados nos mais recentes carros «ecológicos».

Assim os modelos C30 e os S40/V50, adoptam alterações com vista à redução dos consumos e emissões, tais como o fundo «tapado», o mesmo acontece com as entradas de ar frontais, a menor altura ao solo, jantes aerodinâmicas, spoiler frontal e, no caso do C30 um novo deflector traseiro. A caixa de velocidades foi também melhorada, com um escalonamento mais longo e, os pneus foram substituídos por outros de baixa resistência.

Com estas alterações, os três modelos dotados da assinatura ecológica da marca, anunciam consumos de 4,4 litros no C30 e 4,5 litros no caso dos S40 e V50. Quanto a emissões de CO2, os valores ficam-se pelos 115 e 118 g/km, respectivamente para o C30 e os S40/V50.
Além disto, encontra-se no painel de instrumentos um indicador que aconselha a melhor altura para a troca de relação de caixa de velocidades.

Link consultado: http://www.autoportal.iol.pt/

Ténis inteligente

A Nike uniu-se a Steve Nash, famoso jogador americano de basquetebol e ambientalista, para criar ténis totalmente fabricados com lixo industrial. O Trash Talk é feito de restos de couro e material sintético recolhidos no chão da fábrica. Depois a parte superior ecológica é montada em sobras de espuma e restos de borracha que normalmente iriam para o lixo. Resultado: um par perfeito de ténis novos "velhos". Em 2008, a Nike lançou a US$ 100 o par, uma colecção limitada que se esgotou rapidamente.

Papel eléctrico



A softbattery é uma pilha de 1,5 volts flexível e fina como o papel. Foi desenvolvida pela Enfucell, uma micro-empresa que nasceu na Universidade de Helsínquia, na Finlândia. De produção fácil e barata, a Softbattery é tão inofensiva para o meio ambiente que pode ser deitada fora com o lixo doméstico comum.

Fabrico de Tijolo Ecológico




Os tijolos ecológicos são os que têm no seu processo de fabrico mistura de pó-de-pedra, cimento e cal e que necessitam apenas de água para o endurecimento, dispensando a utilização de forno para aquecimento, sendo auto-encaixável.

Link Consultado: http://www.vimaqprensas.com.br

Teclado Virtual Laser

O Teclado VBK Bluetooth Laser Virtual Keyboard da i-Tech é um pequeno dispositivo, com o tamanho de um maço de tabaco, que projecta um teclado virtual de 63 teclas e do tipo “QWERTY”, em qualquer superfície que seja plana e lisa.
Esse teclado projectado, que fica com cerca de 29,5cm por 9,5cm fica a uma distância de 6,5cm do projector. Este detecta a luz reflectida pela digitação das teclas, enviando via Bluetooth e em tempo real para o computador, telemóvel ou qualquer dispositivo compatível.
Este pequeno módulo detecta até 400 caracteres por minuto, um pouco menos que os teclados convencionais, mas que não afecta o desempenho do mesmo. A bateria do projector tem uma capacidade para 2 horas em modo activo. O preço deste interessante “brinquedo” ronda os 200 dólares ou 136 euros.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Habitações ecológicas


Os materiais de construção são uma componente importante numa casa ecológica. Existem diversos materiais aconselhados, de baixo impacte ambiental na produção e ao longo da vida útil: cerâmica, isolamentos naturais (feitos de fibras vegetais, cânhamo e celulose), tintas biológicas, cal, vidro, ferro, cobre, plásticos ecológicos e pedra.O nosso comportamento na utilização da energia e da água é também fundamental na preservação dos recursos naturais e do ambiente. Opte por lâmpadas florescentes compactas e electrodomésticos de classe A, energeticamente mais eficientes, utilize equipamentos que funcionem com energias renováveis, tais como colectores solares térmicos e mini-turbinas eólicas e instale dispositivos adequados à poupança de água em torneiras e autoclismos.Estes pequenos gestos diários e escolhas acertadas em termos de equipamentos e de materiais tornam a nossa casa mais saudável e amiga do ambiente.

Fonte: http://www.energiasrenovaveis.com/

Um rato ecológico made-in Google


O Google disponibilizou através da sua Google Store um rato sem fios 100% ecológico. É que tudo neste novo periférico emprega materiais reciclados. Com o seu adaptador USB este rato é reconhecido automaticamente pelo sistema operativo e fica imediatamente disponível e pronto a funcionar.
O preço de venda é de $19,20. Sem preço é a sensação de estarmos a comprar material reciclado e, por muito pouco que seja, estarmos a ajudar à preservação do nosso belo planeta.

Veículo ecológico movido a óleo vegetal


Link consultado: http://www.vegetalcar.net/

domingo, 12 de julho de 2009

Nokia ecológico


É desta que a empresa finlandesa mostra o que vale no campo… verde! Entre as várias novidades que nos vai trazer o Nokia Eco Sensor, destacamos o reconhecimento da qualidade do ar através de uma pulseira, outro dos componentes do Eco Sensor. Sensores extra nessa bracelete podem medir a frequência cardíaca ou a pressão arterial e também as condições atmosféricas, a humidade ou o nível de ruído. Pode ainda dividir a informação que recebeu com outros utilizadores e assim criar consciência social do estado climático dessa localidade. Como não poderia deixar de ser, a Nokia aposta nas fontes energéticas alternativas. Uma unidade constituída por células solares garante que o telemóvel nunca ficará sem bateria e na página da Nokia fala-se ainda em energia cinética – os seus movimentos podem gerar energia – e em energia térmica, como a proveniente do calor corporal. Escusado será dizer que todo o telefone é feito com materiais reciclados e não – aliás, foi feito a pensar na regra dos três R: reduzir, reutilizar e reciclar. Para conceito, promete!

Link consultado: http://www.t3.com.pt/

SeedBomb, a bomba ecológica

Inspirado nos acontecimentos da II Guerra Mundial e de Gale Halvorson airdropped, foi criada esta bomba! O designer Hwang Jin wook e alguns dos seus amigos mudaram o conceito de bomba, quando criaram a SeedBomb.A missão desta bomba é combater a desflorestação com pequenas sementes dentro de cápsulas, que são largadas da SeedBomb.

Após esta ser lançada de um bombardeiro numa área especifica, as cápsulas serão separadas da bomba original, abrangendo assim uma maior área. Cada cápsula contém um solo artificial e sementes. Alojado em plástico biodegradável, o solo fornece alimentação artificial e humidade suficiente para as sementes, até que ela cresça o suficiente para se sustentar. A cápsula derrete com o tempo, assim como uma maça amadurece.


Link consultado: http://globpt.com

sábado, 11 de julho de 2009

Restaurantes de Matosinhos experimentam grelhador ecológico



O protótipo, ainda em testes, poderá vir a ser instalado nos estabelecimentos da cidade. A ideia é diminuir os fumos mantendo intactos os sabores.

A ASUS apresenta novas soluções ecológicas e o primeiro monitor wireless do Mundo


A ASUS, fabricante líder de monitores LCD, acaba de anunciar uma nova gama de LCDs ecológicos, criados não apenas para oferecerem qualidade ao utilizador mas também para protegerem o ambiente. Estes monitores LCD representam um avanço no fabrico de LCDs e combinam o estilo contemporâneo com inovações centradas nos utilizadores, para fornecerem um desempenho como nunca antes visto.

Série EzLink – Um funcionamento mais rápido com ligação wireless
O Monitor LCD Wireless da ASUS, possui um design original, focado no utilizador, e fornece um aspecto inovador em termos das ligações do monitor a um desktop ou portátil. A nova geração de tecnologia EzLink permite aos utilizadores ligarem monitores através de uma Wireless Host Controller Interface (WHCI) ou Wireless USB HWA (Host Wire Adapter) mantendo mesmo desempenho do que um monitor convencional.

Monitores VH192C e VH196 - energeticamente eficientes
Consistente com os objectivos do ASUS Green, uma iniciativa empenhada na protecção ambiental em áreas como o design e o fabrico, a ASUS criou os monitores energeticamente eficientes LCD VH192C e VH196. Estes monitores foram criados especificamente para protegerem o ambiente – utilizando baixos níveis de mercúrio durante a construção e apenas duas lâmpadas, para pouparem mais de 20% no consumo de energia. Uma avançada película óptica fornece uma imagem nítida sem sacrificar as cores ou o brilho, e a tecnologia Aspect Control fornece um rácio de 4:3 ou reprodução em ecrã total com imagens mais nítidas, coloridas e com maior contraste. O ASUS VH192C utiliza também um ecrã Color Shine que enriquece a densidade de cor e melhora a saturação das imagens, realçando a qualidade e nitidez das mesmas.

Link consultado: http://www.lojaasus.com/

Eco-cabana



Chocolate como combustível alternativo?

Soluções alternativas como a electricidade, hidrogénio ou o gás natural podem vir a render-se ao…chocolate! Uma equipa de estudantes britânicos está a desenvolver um carro de corrida movido a chocolate e óleos vegetais.
O ecoF3 é resultado da pesquisa de um grupo de estudantes da universidade de Warwick, no Reino Unido, que pretende que o carro - ou pelo menos algumas das suas soluções venham a ser adoptadas no futuro na competição, nomeadamente na Formula 1.
O ecoF3 tem um volante feito de cenouras, uma carroçaria feito de batatas e um banco construído à base de soja. A mistura de fibras vegetais derivadas da produção de resinas dão forma a muitos dos seus componentes, enquanto óleos derivados de chocolate, plantas e outros materiais são refinados para a produção de combustível e lubrificantes.

Para o primeiro protótipo, os responsáveis do projecto recorreram ao chassis e respectivo design de um monolugar de Formula3, embora, tanto o carro como o motor não cumpram os actuais regulamentos da Federação Internacional do Automóvel (FIA).
Com o ecoF3, os seus responsáveis querem provar que um carro amigo do ambiente não tem de ser necessariamente lento. Sem adiantar detalhes técnicos, revelam apenas que o ecoF3 será capaz de superar os 233 km/h de velocidade máxima.

Telefones bem reciclados

Poderíamos ter todos os nossos antigos telefones e enviá-los para a reciclagem na China , ou um bom artista pode chegar a uma inteligente reutilização, tal como fez Jean-Luc Cornec, que construiu ovelhas a partir de telefones antigos e respectivos cabos, para o Museu de Telecomunicações em Frankfurt.


Fonte: http://moda.kiiweb.com/artes/

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ilhas Galápagos prometem aeroporto ecológico


A empresa argentina Corporación América vai construir nas ilhas Galápagos, no Equador, aquele que é considerado como o primeiro aeroporto ecológico do mundo.
A nova infra-estrutura aeroportuária será erigido na ilha de Baltra e é apelidado pelo construtor como um "edifício verde", que promete baixos consumos de energia, ausência de ar condicionado (ventilação e iluminação naturais), uso eficiente e racional da água (reutilização da água da chuva, entre outros) e a utilização de materiais sustentáveis, com "baixo impacte ambiental e respeito pela paisagem".
Refira-se que, actualmente, o aeroporto de Baltra recebe mais de 200 mil passageiros por ano, a sua esmagadora maioria turistas em viagem às Galápagos para visita ao Parque Nacional das Ilhas Galápagos, classificado Património da Humanidade pela UNESCO.
Prevê-se que o novo aeroporto das ilhas Galápagos entre em funcionamento até ao fim de 2009.

A Madeira tem o melhor eco-hotel da Europa

O Hotel Jardim Atlântico, na ilha da Madeira, Portugal, foi considerado pelo canal televisivo norte-americano Fine Living, visto por 3,6 milhões de pessoas por mês, como um dos dez melhores eco-hotéis do mundo. A funcionar há 15 anos, a unidade de quatro estrelas fica a meia hora do Funchal e foi a única distinguida na Europa, após uma avaliação global com base nas capacidades, boas práticas ambientais, prémios e certificações dos imóveis.
A notícia apanhou de surpresa o hotel, que até já tem desde 2002 a patente ambiental mais alta, o Rótulo Ecológico Europeu, foi terceiro entre as 15 mil unidades reconhecidas pela TUI nas práticas ecológicas e foi convidado a fazer o certificado de Biosphere Hotel, ligado à UNESCO.

“Orgulhamo-nos pela distinção de melhor hotel amigo do ambiente da Europa. É o reconhecimento das boas práticas no dia-a-dia, este é um trabalho contínuo”, afirmou a directora Celine Sousa. Notou que o Jardim Atlântico é muito frequentado por alemães, que aderem às actividades: reciclam, tratam das plantas e árvores, fazem a rega no Verão, limpam veredas, conhecem a flora endémica e vida agrária local e vêem palestras sobre biologia marinha.
Além da gastronomia típica madeirense, o hotel preocupa-se em ter pratos vegetarianos e integrais segundo a filosofia feng-shui. Criou ainda o Caminho dos pés descalços, onde se pode contactar 17 elementos da natureza e testar reflexologia nos 800 metros do percurso.


CDs feitos de milho

Para evitar o acumular de CDs antigos, que já não são utilizados, mas também aproveitar o aumento da procura de produtos que respeitam a natureza, a Sanyo lançou há alguns anos atrás o CD de milho.
Segundo uma reportagem publicada no jornal inglês "Financial Times", o MildDisc (disco leve, em inglês) tem capacidade para armazenar dados, música e vídeo. O aspecto também é o mesmo de um CD convencional.
A única diferença é que a matéria-prima é o milho, que é biodegradável e se decompõe mais fácil se entrar em contacto com a água, por exemplo.
Fazer um CD de milho é possível, porque os cientistas descobriram uma forma de transformar o material num polímero, a mesma matéria que compõe os CDs tradicionais.
A desvantagem é o preço. A produção do CD de milho ainda é três vezes mais cara que a do CD convencional, mas a Sanyo espera que o custo caia com o aumento do fabrico.
De acordo com a Sanyo, uma espiga de milho pode fornecer material para fabricar 10 CDs. São cerca de 85 grãos de milho para cada disco.


A primeira produção de CDs de milho destinou-se ao mercado japonês. O objectivo foi responder a artistas, órgãos governamentais e empresas preocupadas em preservar o meio ambiente.
Além dos CDs musicais, a Sanyo também quer chegar às empresas que utilizam CDs promocionais. De acordo com dados fornecidos pela Associação Internacional de Meios Graváveis, mais de 425 milhões de CDs promocionais são enviados só para lares norte-americanos. Muitos deles vão parar ao lixo. Para evitar o crescimento dos CDs no lixo, que não se decompõem facilmente, o CD de milho promete ser uma alternativa.

Condomínio da Terra

Condomínio da Terra - Envolva-se!

Temos uma origem comum e um destino comum. Partilhamos todos a mesma casa, o mesmo planeta. Frágil, pequeno e finito. Um sistema vivo e complexo a que muitos chamam Gaia e que não suporta um projecto de exploração ilimitado.
O nosso planeta tem partes que não conseguimos dividir, mas das quais todos dependemos e que todos podemos afectar de forma positiva e negativa.Ao descobrimos que a atmosfera, a hidrosfera e a biodiversidade funcionam de forma global e interdependente ficamos a saber que, de forma involuntária, somos todos vizinhos uns dos outros. Se somos todos vizinhos e há partes comuns no planeta que necessitam de manutenção global, lançamos o desafio de pensar a Terra como “um imenso Condomínio".
Assine a Declaração de Gaia. A solução é possível!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Hotéis originais

Recriar, reinventar, reconstruir, podem ser três adjectivos essenciais para descrever as novas ideias de hotéis que estão a surgir um pouco por todo o mundo. Sabemos que existem espaços inoperativos ou abandonados que pelas suas características específicas nem sempre são utilizados de novo, é o caso de um bunker, por exemplo ou um Boeing 747 já na "reforma". Underground Hotel é assim o nome deste novo espaço de zero estrelas nascido nos arredores de Coober Pedy, a 850 quilómetros de Adelaide, na Austrália. Num velho bunker de guerra nasceu um hotel subterrâneo com seis quartos, duas suites e cozinha comum, o preço vai de 43€ a 49€. Quer saber mais, então visite esta ideia em http://www.theundergroundmotel.com.au/,
Outro hotel sui generis é o Jumbo Hostel, da estrutura de um velho Boing 747 guardado no aeroporto de Stockholm-Arlanda, a 42 quilómetros de Estocolmo nasceu um hotel com 25 quartos e o cockpit transformado numa suite. Os preços aqui variam entre 34€ e 323€, saiba mais em http://www.jumbohostel.com/
Ideias ecológicas que ajudam a renovar espaços velhos e abandonados ...


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Spam polui mais do que três milhões de carros

A inconveniência das mensagens que enchem as caixas de e-mails pelo mundo fora é maior do que se pensava. Uma pesquisa encomendada pela empresa de segurança na internet, McAfee, realizada em 12 países, divulgou que a energia gasta para criar, armazenar, visualizar e filtrar um spam equivale à emissão de gases de efeito estufa de 3,1 milhões de carros. Especialistas em spam e em mudanças climáticas envolvidos no estudo calcularam que a energia investida, por ano, nesse processo é de 33 bilhões de kilowatts/hora (kWh), o que equivale ao consumo de eletricidade de 2,4 milhões de casas norte-americanas. A pesquisa informa, ainda, que países com maior número de utilizadores, tendem a ter emissões proporcionais à sua conectividade de forma que os Estados Unidos poluem 38 vezes mais do que a Espanha, que apresentou o índice mais baixo: menor quantidade de email de spam recebido e de uso de energia de spam por utilizador de email. O Brasil tem gastos similares aos dos EUA. Estima-se que quase 80% dessa energia seja consumida pelos utilizadores finais que excluem as mensagens e procuram por e-mails legítimos. Por isso, de acordo com a McAfee, na próxima vez que quiser economizar energia, além do clássico “apagar a luz quando sair do quarto”, lembre-se de filtrar correctamente os emails com spam com sistema de alta tecnologia. Segundo o estudo, se pessoas e empresas tomassem esse tipo de atitude, poupariam 25 bilhões de kilowatts/hora (kWh) por ano.


Fonte: http://super.abril.com.br/

A carta do futuro

Fonte: http://pensareco.blogspot.com/

Piscina ecológica



Uma piscina ecológica é como um lago natural, um sistema que usa a natureza como modelo, recriando a estrutura e dinâmica funcional de uma zona húmida natural. Embora nem sempre seja fácil aceitar a ideia de se ter uma piscina ecológica em vez da clássica, a sua construção não apresenta grandes dificuldades ou custos, basta apenas alguma informação e vontade. Assim, há que ter esperança de que um dia se priveligiem estes sistemas em detrimento dos convencionais, pois estas piscinas representam um ecossistema em equilíbrio e com capacidade de se auto-regenerar.


Pentágono ecológico

Aparentemente até o , lar do Departamento de Defesa dos EUA, tem um fascínio pela ecológica, já que chegou a notícia de que 4000 iluminarão o Sector 5 do edifício.
O programa LED foi detalhado numa secção do Título III, um programa do Departamento de Defesa, e será executado por uma empresa chamada Cree. Os reduzirão o em 22% e serão pagos num período de 4 anos.
A iluminação por LEDs (Diodo Emissor de Luz na sigla em inglês) é uma tendência notável com a perspectiva em franco crescimento, isto porque tem como características e comparado à iluminação tradicional, um maior brilho, durabilidade e segurança, uma vez que, por se tratarem de grupos de unidos em substituição a uma lâmpada. Quando esta funde, mantém-se o praticamente toda a iluminação, o que não ocorreria com sistemas tradicionais onde toda a iluminação é comprometida.
Os preços ainda são sensívelmente elevados, por isso não é tarefa fácil encontrar lâmpadas de (mas é possível, e é certo que encontrará em lojas especializadas em iluminação). Por outro lado, a redução nos gastos de energia faz com que seja apenas uma questão de tempo para que o investimento inicial se pague e passe a partir de então a ser uma mensal. Note-se ainda que devido à maior durabilidade (ciclo de substituição), tal também gera menor quantidade de lixo físico.

Computadores com apelo "verde"


A Apple anunciou uma nova geração de computadores iMac e Mac mini. Todas as novidades, segundo a empresa, foram desenvolvidas em compromisso com o meio ambiente: seguem padrões de consumo baixo de energia e usam matéria-prima sem algumas substâncias nocivas. Além disso, a companhia anunciou o uso de material que pode ser facilmente reciclado nestas novidades, já disponíveis nos EUA. Numa lista de eletrónicos verdes divulgada pela organização Greenpeace em novembro de 2008, a Apple surge com fraca classificação : 4,3 pontos, quando o máximo (e melhor) é dez.
Já o Mac Mini, diz a empresa, tem desempenho gráfico até cinco vezes melhor que o seu antecessor. O modelo mais barato, de US$ 600, tem processador Intel Core 2 Duo de 2 GHz, memória RAM de 1 GB (expansível para 4 GB), disco rígido de 120 GB e placa Nvidia Geforce 9400M. A versão de US$ 800 inclui o mesmo processador e placa, 2 GB de memória RAM e capacidade de armazenamento de 320 GB.Os valores do Mac Mini não incluem monitor, teclado e mouse.


Avião a energia solar

O Solar Impulse HB-SIA é o primeiro avião que vai ser movido a energia solar, capaz de atravessar o Atlântico e, num futuro modelo, capaz de realizar uma viagem à volta do mundo, noticia a imprensa especializada.
Uma equipa internacional de 50 especialistas desenvolveu um avião a energia solar capaz de se manter em voo durante 36 horas e de atravessar o Atlântico. O Solar Impulse HB-SIA é o primeiro avião movido a energia solar e vai ser programado para voos nocturnos. O avião, capaz de voar a 70 quilómetros por hora e de atingir uma altitude superior a 8 mil metros, tem uma envergadura de 61 metros e poderá pesar duas toneladas. A expectativa é que, em 2010, o avião sobrevoe os EUA e, em Maio de 2011, dê a volta ao mundo, com escala em todos os continentes. Este projecto é liderado pelo suíço Bertrand Piccard, psiquiatra especializado em hipnose. Bertrand Piccard também foi o primeiro homem a dar a volta ao mundo num balão, sem escalas, em Março de 1999.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Relógio movido a lama

A invenção dos designers Francesco Castiglione e Tommaso Ceschi é um relógio alimentado por energia gerada a partir da lama produzida pelas plantas.
A lama do solo sob as plantas reage química e eletronicamente com placas metálicas, gerando uma corrente eléctrica que alimenta o relógio. Graças a isso, enquanto mantiver as plantas regadas e vistosas, o relógio não precisa de energia. Inclusive, a caixa onde ele fica (feita com plástico reciclado) nem tem opção para inserir uma pilha ou ligar na tomada.
Parece um relógio realmente ecológico. Mas talvez seja apenas a forma mais complicada de accionar um mecanismo digital. Pelo menos, é bonito.