quarta-feira, 22 de julho de 2009

Biocombustíveis para aviões

Imagine que numa semana poder-se-iam baixar as emissões de carbono em 84 por cento. Camelina é uma das culturas oleaginosas e poderá em breve ser utilizada como combustível em aviões. Um estudo realizado na Michigan Technological University revelou que este biocombustível é bastante potente e em breve poderá ser uma alternativa ao petróleo.

A Camelina pertence à familia da mostrada. Esta planta pode ser encontrada na Europa e é também conhecida como falso linho ou ouro-de-prazer. Algumas das vantagens da Camelina é o facto de poder ser cultivada em terra seca, precisa de pouco azoto, pode ser cultivada em rotação com o trigo e aumenta a resistência do solo.
Este biocombustível é quase o substituto ideal para o petróleo, pois possui uma química que é formada por hidrocarbonetos, que faz com que o investimento em infra-estruturas capazes de suportar este biocombustível seja muito acessível.

Fonte: http://www.maisenergias.com/

A mais Ecológica das TVs de LCD

A Sony está a introduzir no mercado uma nova linha de TVs LCD Ecológica das mais ecológicas que existem. A Bravia WE5 que pretende ser a mais ecológica de todas as TVs de LCD até ao momento, utiliza uma nova tecnologia chamada de micro-tubular HCFL de fundo, que reduz o consumo de potência activa em 50%. A nova linha Bravia também incorpora um Sensor de Presença que detecta através do calor e do movimento quando ninguém está vendo TV e desliga a imagem para economizar energia. Ao contrário da maioria dos televisores que continua a consumir energia mesmo quando em modo de "standby", a nova WE5 possui comandos que podem ser activadados para que a TV não consuma nem um centimo de energia, ou seja entra em modo "Zero Watts"A nova Sony WE5, como a maioria dos televisores Sony 2009, possui um rótulo ecológico que foi introduzida pela Comissão Europeia para certificar produtos que são ecológicos e que cumprem rigorosos critérios de avaliação ecológicos e de desempenho.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Pedalada Ecológica

Esta simpática e simbólica invenção é inspirada nas bolas de sabão sopradas através de um anel. E se nas bolas de sabão houvessem sementes? E se, ao soprar as bolas, estivéssemos em movimento? O meio de deslocação escolhido foi a bicicleta, uma metáfora aos veículos não poluentes e da vida ao ar livre. Ao pedalarmos, fazemos exercício, não poluímos o ambiente e ainda contribuímos para o crescimento de pequenos espaços verdes.

Tudo é simples e ecológico no Bloom. No reservatório introduz-se uma mistura de sabão vegetal, sementes variadas e acrescenta-se água. O sistema é ligado ao eixo da bicicleta através de uma roda dentada que faz girar uma hélice que produz um sopro de ar contínuo, dando origem a dezenas de bolas de sabão que são lançadas pelo tubo como se fosse uma chaminé. As sementes são transportadas pelo vento até caírem e germinarem, humedecidas pela água contida na bolha.

Notebook de bambu

A moda do bambu chegou aos laptops. A Asus acaba de lançar o notebook amigo da natureza, revestido com os tão populares e resistentes caules lenhificados, que, segundo conta a Wikipédia, são usados para fazer prédios à prova de terramoto. Dois modelos estarão em breve nas lojas americanas, com écras de 11,1 e 12,1 polegadas. A versão mais elaborada, vem com um processador Core 2 Duo, 4 GB de RAM, disco rígido híbrido de 320 GB (com 256 MB de memória flash) e placa de vídeo GeForce 9300M GS de 256 MB. Poderá escolher entre baterias de 3, 6 ou 9 células. Traz instalado um software que ajusta o consumo de energia de acordo com as aplicações utilizadas no momento. Os preços não foram divulgados.

Triturador de papel movido a hamster


O designer Tom Ballhatchet, criou uma ferramenta em que usa hamsters para criar energia. No seu trabalho de final de curso, ele, que se formou em design industrial em Londres, apresentou um produto que aproveita o movimento dos animais para triturar papel. O animal precisa de correr 45 minutos para destruir uma folha tamanho A4.

“Queria criar um produto que mexesse com a imaginação das pessoas, além de tratar de assuntos como a mudança climática, a reciclagem e a fraude de identidade”, afirmou Ballhatchet, segundo o site “Telegraph”. “O triturador movido a hamster oferece uma solução para esses três problemas, porque usa o roedor para a produção de energia, destrói documentos confidenciais e transforma o papel em revestimento para a gaiola .” Segundo o criador, o dono do triturador pode colocar a folha no aparelho antes de se deitar. Quando acordar, o hamster terá corrido na rodinha e triturado o papel. “O animal precisa apenas de manter a sua rotina”, afirmou. Segundo a publicação britânica, diversas companhias manifestaram interesse no protótipo, mas ainda não há previsão de quando chegará às lojas.

Cidades do futuro


Mais uma novidade promete unir beleza, eficiência e sustentabilidade num só produto. Estes postes de iluminação pública desenvolvidos pela Urban Green Energy estão equipados com painéis solares e turbinas eólicas e podem gerar até 380W de energia.
É uma solução cheia de estilo, não apenas para a produção de luz a partir de energias renováveis, mas também como forma de fazê-lo sem emitir nenhum poluente. O sistema de iluminação é instalado num poste de aço galvanizado que utiliza a mesma estrutura dos tradicionais.

As hélices são instaladas no cimo , que podem ser de dois modelos. O primeiro é o tradicional na vertical, e o segundo é um modelo horizontal, capaz de produzir 300W de electricidade. Já nas laterais do poste, são montados dois painéis solares, capazes de produzir 80 W de energia.Em dias ensolarados e com vento, cada poste pode gerar 380W de electricidade. Essa energia fica armazenada numa bateria e é utilizada durante a noite em lâmpadas LED de alta eficiência.


Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

domingo, 19 de julho de 2009

Projecto de investigação de energias alternativas na UBI


Dois investigadores da Universidade da Beira Interior desenvolveram um sistema aquático para armazenamento de energia na forma de ar comprimido. Os reservatórios depositados em pleno oceano, podem acumular energia produzida directamente a partir de parques eólicos flutuantes.

Relógio movido a frutas


Relógio movido pela energia eléctrica obtida a partir de uma fruta ou vegetal A pilha eléctrica completou 209 anos, a maravilhosa invenção do italiano Alessando Volta, é sintetizada neste brinquedo mais do que didáctico.
Onde comprar: http://www.physlink.com/estore/cart/FruitPoweredClock.cfm

Link consultado: http://www.euqueru.net/

Um telemóvel que funciona a energia de... hamster!

Um rapaz de 16 anos inventou um carregador de telemóvel movido a hamster, como parte do seu projecto de Ciências.
Peter de Lawford, Somerset, juntou um gerador à roda de exercício do seu hamster, ligando a seguir o carregador do telefone. Elvis faz o seu exercício enquanto Peter carrega o telefone de forma económica e a favor do meio ambiente. A idéia surgiu, após a sua irmã se queixar frequentemente de ouvir a roda chiar durante a noite. " Eu pensei que da roda poderia fazer algo útil. Então, resolvi ligar um sistema de engrenagens e uma turbina, " disse. " Agora a cada dois minutos que Elvis brinca na roda, dá-me tempo de ter uma conversa aproximadamente de trinta minutos no meu telemóvel." Ao inventor adolescente foi dado a A.A. para seu projecto e foi concedido um D globalmente para o curso.

Teletrabalho diminui emissões de carbono

Está definitivamente provado que o teletrabalho é vantajoso em termos de redução nos gastos de combustíveis com o transporte diário para o trabalho e na consequente redução de emissões de CO2, criando assim um melhor ambiente para todos.

"Green computing"
A realização de trabalho a partir de casa consegue ter um efeito redutor nas emissões de dióxido de carbono, mesmo tendo em conta as emissões provenientes de ambientes domésticos, de acordo com um estudo levado a cabo pela CEA norte-americana (Consumer Electronics Association). O estudo “The Energy and Greenhouse Gas Emissions Impact of Telecommuting” permitiu verificar que o tele-trabalho nos EUA causou o aumento de emissões de dióxido de carbono para a atmosfera nacionais. Tal relaciona-se com os sistemas de aquecimento e arrefecimento e a energia para os dispositivos electrónicos. No entanto, tal é mais do que compensado com as poupanças no consumo de petróleo. O tele-trabalho reduz o consumo de energia associado ao transporte de e para o escritório e, em alguns casos, uma porção da energia associada ao espaço de escritórios comerciais.

O relatório demonstra que existem cerca de 3,9 milhões de pessoas nos EUA que trabalham em casa pelo menos uma vez por semana. Evitando uma média de 22 milhas de transporte até ao local de trabalho e tendo em conta que o aumento de utilização de energia em casa, esta prática permite poupar cerca de 840 milhões de barris de petróleo, o equivalente a tirar dois milhões de carros da estrada durante um ano.
O estudo focou-se em trabalhadores que gastam um ou mais dias a trabalhar a partir de casa por semana e comparou a energia despendida na reaalização do trabalho em casa e a realização do trabalho no escritório.
Veja o artigo completo em: Computerworld.com.pt

Veículo eléctrico desenvolvido por portugueses

Fonte: http://energiasalternativas.blogs.sapo.pt/

sábado, 18 de julho de 2009

A primeira lancha movida a energia solar

Não existem muitos tipos de veículos movidos a energia solar, mas a companhia holandesa Czeers alcançou sucesso ao encontrar um, que agora é a primeira lancha movida a energia solar do mundo. Apelidada de MK1, a lancha com um painel solar escondido, aparentemente pode alcançar a velocidade de 30 nós (ou 56km/h), e mesmo durante o seu funcionamento possui um relativo silêncio. A companhia não negligenciou as outras partes do barco e por isso ostenta um sistema de controle sensível ao toque, e um interior de couro luxuoso.

CO2 Sólido

Engenheiros na Islândia estão a tentar converter dióxido de carbono em rocha sólida. O objectivo é retirar 30 mil toneladas de CO2 da atmosfera por ano. O gás produzido pelas centrais de energia geotérmica é dissolvido em água e depois espera-se que reaja com rochas vulcânicas e se transforme em carbonato de cálcio. “Isto é um processo bem conhecido na natureza”, disse ao "Guardian" Holmfridur Sigurdardottir, gestor do projecto.

Nazaré recolhe cápsulas usadas de café

A Câmara Municipal da Nazaré aprovou, por unanimidade, a criação de um ponto de recolha de cápsulas usadas de café destinadas a um projecto em curso no Instituto Português de Oncologia, em Lisboa.
Por proposta do vereador socialista, Vítor Esgaio, a autarquia vai criar um ponto de recolha das cápsulas usadas da Nespresso e colaborar com o projecto desenvolvido pela Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro, que visa a reciclagem das cápsulas e a realização de trabalhos manuais pelas crianças internadas no Instituto Português de Oncologia de Lisboa.Com as cápsulas de café usadas, normalmente destinadas ao lixo, as crianças do IPO de Lisboa vão poder construir esculturas e telas, e dar largas à imaginação. A Câmara Municipal da Nazaré abraça, deste modo, a causa da solidariedade, considerada pela Acreditar como "um factor de extrema importância para ajudar a minimizar os problemas causados pelos longos e difíceis períodos de tratamento" destas crianças.

Primeiro camião eléctrico do mundo é americano

Esta notícia pode até parecer irrelevante, mas trata-se de uma notícia espectacular. Foi lançado na Califórnia-EUA o primeiro camião de grande porte movido por um motor eléctrico. O ZeroTruck, abre portas para o início de fabrico em grande escala de veículos de serviço que utilizam energias renováveis. Inicialmente prestará serviços para o departamento de Água do Estado da Califórnia, onde substituirá um veículo que consome combustível fóssil. O ZeroTruck possui baterias de lítio que fornecerão energia para um motor UQM PowerPhase 100, que dará propulsão necessária para o camião se movimentar. O ZeroTruck é baseado num chassi Isuzu N-táxi, é apenas um projecto grandioso, mas tem tudo para funcionar. Esperamos que esta idéia seja bem vista por todo o planeta e que nos faça evitar consumir toneladas de combustíveis não renováveis.

Lâmpada LED refrigerada a óleo produz luminosidade 360º




Uma empresa especializada em soluções com LEDs, a ETERNALEDS, vende o que considera ser a primeira lâmpada refrigerada por óleo, denominada Hydralux 4.
Esta com apenas 4W gera luz equivalente a uma incandescente de 25w e promete vida útil de 35 mil horas, equivalente a 12 anos se usada 8 horas por dia. Segundo a empresa não há uso de mercúrio ou qualquer outra substância perigosa e o óleo é equivalente ao óleo de bebés.
Além de manter a sempre fria, o óleo faz com que a luminosidade se espalhe por todo o ambiente e são oferecidos dois modelos, o Warm White, com um tom branco amarelado e o Daylight White com branco azulado:

Comparação entre Hydralux Warm White e Daylight White com incandescente em tectos.

Comparação em média luz para quartos.

Fonte: http://blog.eco4planet.com/

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Chegou a casa do futuro

Fonte: http://www.atmosferaecoclube.com.br/

Eco Button, um botão amigo do ambiente

Existem várias maneiras para ajudar a salvar o mundo, o Eco Button é uma delas. Este gadget ensina a sua máquina a desligar todas as funções que consomem energia excepto um conjunto mínimo de memória necessária.
Basta ligar o Eco Button a uma entrada USB, e sempre que precise de tirar um intervalo ou deixar a sua secretária carregue no botão. O computador entrará num especial eco-modo, que é quase como o ter desligado completamente, mas diferente do modo stand-by. Quando voltar o eco-modo desliga-se rapidamente e volta ao ecrã que estava antes de ter saído.

Quando está no eco-modo, o Eco Button mede a quantidade exacta de energia que poupou bem como o total de energia que poupou desde que ligou o computador. Com o Eco button poderá poupar cerca de 60 euros por ano. Foi desenhado para funcionar em qualquer computador (com ambiente Windows) e só precisa de 5MB de espaço e 256Kb de RAM para ser instalado. E mais, se o preocupa a segurança como se preocupa com o ambiente, então poderá activar a função da palavra-passe de protecção no software eco button. E todas as vezes que reactivar a sua sessão será lhe pedido a palavra-passe antes do eco-modo se poder desligar.

Cartão de visitas ecológico

Às vezes, preocupamo-nos tanto em como podemos tornar as nossas vidas um pouco mais sustentáveis, que acabamos deixando a simplicidade de lado. Mas como uma vez disse Clarice Lispector: “(…) só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”.
Pois é justamente a simplicidade que pontua a solução que a agência de publicidade Fischer Portugal encontrou para um dos seus clientes. A consultoria ambiental Andrea Romani, como qualquer bom profissional, precisava de um cartão de visita. Só que ao invés da agência fazer um cartão tradicional, simplesmente criou um carimbo.
Desta maneira, Andrea pode transformar qualquer tipo de papel - e até mesmo outros materiais - num cartão de visitas, evitando assim a produção de papel para essa finalidade.

Impressora que usa tinta feita de café

Os tinteiros usados são um problema para o nosso planeta, mas na impressora RITI, a tinta seria criada a partir de café ou cha, criando assim uma tinta mais ecológica.
Para funcionar, basta mandar imprimir e inserir o café ou o chá, e com um movimento horizontal, a RITI conseguirá produzir a tinta. Não é muito prático mas ao menos ficará com uma impressão cheirosa, a chá ou a café.

Link consultado: http://nullsh.com/

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Micro Ondas mais pequeno do mundo, por USB

Caso seja daquelas pessoas que passa bastantes horas em frente ao computador e nem perde 10 minutos para ir a cozinha comer, esta solução é a ideal para si. Imagine que está a trabalhar no computador e tem a oportunidade de aquecer alguma coisa num mini microondas alimentado por USB? É realmente espectacular, não acha? A Heinz está a desenvolver esse sonho. O micro ondas por USB chamar-se á Beanzawave e medirá 18,7 cm de altura, 15,7 cm de largura e 15 cm de comprimento. O preço deverá rondar os 100 euros. É só aguardar pelo produto.

Primeiro rádio digital do mundo a energia solar


A empresa Inglesa Roberts Radio anunciou a criação do primeiro rádio a energia solar do mundo. O solarDAB é um rádio digital ecológico alimentado a energia solar e depois de carregado não necessita de estar permanentemente ao sol porque o solarDAB além de alimentado a energia solar ainda têm uma bateria a energia eléctrica. Este maravilhoso aparelho, para quem é céptico em relação a energia alternativa, depois de carregado poderá ouvir até 27 horas de música.
Quando se fartar de ouvir rádio, ainda têm a possibilidade de ligar o seu iPod. Pode também gravar até 10 estações de rádio e durante as músicas alterar as definições nos controlos do rádio a energia solar.
Disponível em 5 cores e a custar £79,99, poderá comprar o primeiro rádio digital a energia solar do mundo no site oficial.

Artica Eco-Friendly New Air

Um grupo apoiado pelo Design Londres têm estado a trabalhar num sistema de arrefecimento natural que proporcione conforto, sem o impacto negativo ao meio ambiente. Com uma aparência elegante e contemporânea, o Artica tem uma agradável silhueta que é notavelmente semelhante a uma ventoínha de tecto. O produto em si é feito de materiais recicláveis e usa menos de 10% da energia que utiliza um sistema de ar convencional. Está ainda na sua fase de protótipo, e está previsto sair este Outubro. Com o Artica, estará a reduzir a sua pegada de carbono, sendo as emissões de CO2 reduzidas em 90%.


Primeira unidade industrial de vermicompostagem em Portugal

A primeira unidade industrial de vermicompostagem em Portugal deverá começar a funcionar em Outubro, perto de Beja, onde milhares de minhocas vão transformar resíduos orgânicos e lamas em bionutriente, disse à agência Lusa um promotor do projecto.
Segundo João Completo, sócio da Lavoisier, a empresa promotora, as obras de construção da unidade de vermicompostagem de Beja, "previstas para começar no início do passado mês de Março, deverão terminar no final de Setembro".
A confirmar-se a previsão, a unidade de vermicompostagem de Beja, que será a primeira com dimensões industriais em Portugal, onde só existe a unidade piloto de média dimensão incluída no Centro Integrado de Tratamento de Resíduos do Vale do Ave, em Riba de Ave, no concelho de Vila Nova de Famalicão.

Eco-design no meio do deserto

Construir uma casa no meio do deserto é um desafio e tanto para qualquer arquitecto. Mas Lloyd Russell conseguiu transformar a dificuldade em inspiração e criou uma casa adaptada e sustentável. Possui uma estrutura que permite uma ventilação total, evitando o uso de ventiladores e ar-condicionados e prolongando a utilização da luz natural.

A residência fica perto de Palm Springs, na Califórnia, e foram utilizados materiais recicláveis na sua construção. Porém o sistema de ventilação é, sem dúvida, a maior estrela da casa. De acordo com Russell, um dossel de aço garante sombra o dia inteiro, ajudando a refrescar a casa. Já as paredes podem ser “abertas”, facilitando a entrada do vento forte, habitual no local.

As paredes podem ser "levantadas" para ajudar a ventilar a casa nos dias mais quentes.
Para criar a casa, Russell estudou a região e adaptou a arquitectura ao ambiente. Este deserto tem uma temperatura que varia de 40ºC a -12ºC e o vento pode ultrapassar os 140 km/h, então a casa deve ter a temperatura interna controlada contando por isso, com a ajuda a natureza.

Mesmo com temperaturas acima dos 40º C a casa mantém-se fresca.

“É uma vida muito simples,logo espera uma arquitectura bastante simples”, afirmou o arquitecto em entrevista ao Dwell Magazine. “E não precisa de ser feio para ser simples”, concluíu.

O resultado é uma casa bonita, funcional e altamente eficiente.

No inverno, basta fechar as portas e janelas para manter a temperatura dentro de casa.

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Greenpeace Black Pixel Project (Válido somente para monitores de tubo ou plasma)

Sabe que pode melhorar o mundo um pouco de cada vez? Pois é esse o objectivo do projecto Black Pixel: Instalar um quadradinho preto no monitor do seu computador, ou seja, apagar um pixel.
Assim, a Greenpeace calcula que cada pessoa poderá economizar 0,057 watts por hora (Comprovado pelo Instituto C.E.S.A.R de Tecnologia).
Parece pouco, mas até agora o projecto já conseguiu economizar 100678 watts. Isto equivale a 2516 lâmpadas, 1118 frigoríficos, 915 televisores ou 838 computadores desligados por uma hora.
No site encontra outras informações sobre o projecto. Pode fazer a instalação do Black Pixel,contribuíndo assim para ajudar a economizar a energia do planeta.
Veja também este vídeo, para aqueles que não querem fazer muito, esta é uma boa iniciativa:



Link consultado: http://turmae2009.bligoo.com/

As cidades mais verdes do mundo

A cidade de Estocolmo será a “Capital Verde da Europa” em 2010

Para estimular a adopção de medidas capazes de tornar as cidades da Europa mais sustentáveis e com melhor qualidade de vida para os seus habitantes, a Comissão Européia lançou um prémio que irá atribuir todos os anos, a partir de 2010, o título de Capital Verde da Europa.
O prémio europeu será concebido às cidades com mais 200 mil habitantes que tenham demonstrado atingir um patamar bem definido em termos de padrões ambientais elevados e estejam empenhadas em continuar a trabalhar para alcançar objectivos ambiciosos, relacionados com melhorias para o desenvolvimento sustentável.
A ideia de uma Capital Verde da Europa foi originalmente concebida numa reunião em Tallinn, na Estónia, em 15 de maio de 2006, por iniciativa do antigo Presidente da Câmara, Jüri Ratas. Candidataram-se 35 cidades ao título e oito foram selecionadas. As finalistas foram:

- Amsterdão (Holanda)
- Bristol (Reino Unido)
- Copenhaga(Dinamarca)
- Friburgo (Alemanha)
- Hamburgo (Alemanha)
- Münster (Alemanha)
- Oslo (Noruega)
- Estocolmo (Suécia)


A vencedora de 2010 já tem nome: Estocolmo, na Suécia. Foi escolhida por um painel de peritos ambientais e um júri. A cidade será o exemplo a ser seguido por outras cidades europeias. Já em 2011, o título já está garantido para a alemã Hamburgo.
Entre as acções que tornaram essas cidades lugares tão “verdes” têm como objectivo eliminar o consumo de combustíveis fósseis e reduzir as emissões de CO2 em 80% até 2050, a alta qualidade do ar, a grande quantidade de áreas verdes e recreativas, planos de preservação da água e excelência em público.

Sistema de público eficiente e áreas verdes foram alguns motivos que tornaram Hamburgo a Capital Verde da Europa de 2011/Foto: Qdos

Para vencer, a candidata precisava de seguir alguns critérios de escolha. Os dez requisitos incluíam:
- contribuição local para as alterações climáticas globais
- sistema de transportes local
- disponibilização de zonas verdes públicas
- qualidade do ar
- poluição sonora
- gestão e tratamento de resíduos
- consumo de água
- tratamento de águas residuais
- gestão ambiental das autoridades locais
- ordenamento urbano sustentável

Fonte: http://www.ecodesenvolvimento.org.br/

terça-feira, 14 de julho de 2009

Bateria ecológica de açúcar

A Sony desenvolveu um protótipo de bateria ecológica que produz energia suficiente para fazer tocar um mp3 player a partir do açúcar.
A bateria biológica possui 3,9 centímetros e sua estrutura é feita de plástico vegetal. O seu interior possui enzimas que em contato com uma solução de açúcar, consegue gerar electricidade.
[O açúcar é uma fonte natural de energia produzido pelas plantas através da fotossíntese], disse a Sony . [É regenerativo e encontrado na maioria dos lugares, enfatizando o potencial das baterias de açúcar como a energia ecológica do futuro.]
Testes com o protótipo conseguiram o equivalente a 50 miliwatts. A Sony pretende, em breve, lançar o produto para uso comercial.

Acenda uma lâmpada com o seu suor!

Correr durante uma hora na passadeira queima, aproximadamente, 600 calorias. Mas que tal mudar essa conta para kilowatt? É o que fazem os alunos das universidades de Oregon e Portland, nos Estados Unidos, que estão mais preocupados em produzir electricidade do que perder gordura durante os exercícios físicos.
Tudo porque as instituições instalaram, um pequeno dispositivo nos aparelhos de ginástica, que transforma o suor dos alunos em energia limpa.
O aparelho, comercializado por uma empresa chamada ReRev, captura a energia cinética produzida durante a actividade física dos alunos, convertendo-a em electricidade.
Um ginásio nos Estados Unidos também recicla a energia gerada pelos clientes. The Green Microgym, em Portland, ligou um gerador às rodas das bicicletas que transforma a energia cinética em eléctrica. Depois, é armazenada numa bateria que coloca em funcionamento os televisores, passadeiras e até um liquidificador que o ginásio usa para oferecer sumos e vitaminas aos clientes. A tecnologia que permite criar electricidade a partir de aparelhos de ginástica não é nova. Há décadas as pessoas usam dínamos nas bicicletas para acender as luzes traseira e dianteira. Este ginásio usa o mesmo princípio, diz Adam Boesel, proprietário do Green Microgym. "Num ginásio, quase todos os aparelhos para exercício têm uma roda que gira e, se puder girar uma roda, pode produzir electricidade, tal como os moinhos.”


Volvo apresenta gama ecológica


Há muito que a Volvo tem vindo a apresentar diversos conceitos ecológicos, como o mais recente protótipo C30 Efficiency, mas só agora a marca Sueca passa «da teoria para a realidade», com a apresentação da sua gama ecológica «DRIVe».
C30, S40 e V50 são os modelos escolhidos para estrear a assinatura ecológica da marca Sueca. À semelhança do protótipo C30 Efficiency, utilizado como base de desenvolvimento, as novas variantes «amigas do ambiente» recorrem ao motor 1.6D e a todos os truques utilizados nos mais recentes carros «ecológicos».

Assim os modelos C30 e os S40/V50, adoptam alterações com vista à redução dos consumos e emissões, tais como o fundo «tapado», o mesmo acontece com as entradas de ar frontais, a menor altura ao solo, jantes aerodinâmicas, spoiler frontal e, no caso do C30 um novo deflector traseiro. A caixa de velocidades foi também melhorada, com um escalonamento mais longo e, os pneus foram substituídos por outros de baixa resistência.

Com estas alterações, os três modelos dotados da assinatura ecológica da marca, anunciam consumos de 4,4 litros no C30 e 4,5 litros no caso dos S40 e V50. Quanto a emissões de CO2, os valores ficam-se pelos 115 e 118 g/km, respectivamente para o C30 e os S40/V50.
Além disto, encontra-se no painel de instrumentos um indicador que aconselha a melhor altura para a troca de relação de caixa de velocidades.

Link consultado: http://www.autoportal.iol.pt/

Ténis inteligente

A Nike uniu-se a Steve Nash, famoso jogador americano de basquetebol e ambientalista, para criar ténis totalmente fabricados com lixo industrial. O Trash Talk é feito de restos de couro e material sintético recolhidos no chão da fábrica. Depois a parte superior ecológica é montada em sobras de espuma e restos de borracha que normalmente iriam para o lixo. Resultado: um par perfeito de ténis novos "velhos". Em 2008, a Nike lançou a US$ 100 o par, uma colecção limitada que se esgotou rapidamente.

Papel eléctrico



A softbattery é uma pilha de 1,5 volts flexível e fina como o papel. Foi desenvolvida pela Enfucell, uma micro-empresa que nasceu na Universidade de Helsínquia, na Finlândia. De produção fácil e barata, a Softbattery é tão inofensiva para o meio ambiente que pode ser deitada fora com o lixo doméstico comum.