De acordo firmado com a organização não-governamental Greenpeace, a Timberland garante que o couro utilizado não irá contribuir para a desflorestação da Floresta Amazónica.Depois de constar no relatório elaborado pela Greenpeace “A Farra do Boi na Amazónia”, que documenta a interferência da indústria do gado, do governo brasileiro e de grandes empresas na desflorestação, o anúncio do fabricante veio confirmar o compromisso adoptado pela empresa de que não utilizará mais couro, comum em seus produtos, proveniente de animais criados em áreas recém desflorestadas da região.
“A Timberland elevou o nível das políticas ambientais e da exploração socialmente responsável do couro da Amazónia”, acredita Lindsey Allen, militante da Greenpeace estadunidense.
Segundo a ONG, a indústria pecuária é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono e o maior motor de desflorestação no mundo e a moratória à expansão de gado é, portanto, um componente crítico para minimizar e reduzir as maciças emissões de gases do efeito de estufa (GGEs) relacionados com a floresta.
A decisão da Timberland, que recentemente montou uma loja dentro dos conceitos sustentáveis, acompanha o anúncio de mais duas envolvidas na investigação, as grandes marcas mundiais Nike e Geox, que já não compram couro oriundo da Amazónia, até que a desflorestação para a expansão seja interrompida.
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Desenvolvida por uma empresa suíça, a casa é feita com uma mistura de resina e celulose (que vem dos jornais e papelão), é pré-fabricada e custa US$ 5 mil. A inovação é uma nova alternativa de morada para os sem-abrigo e refugiados de todo o mundo.



Com esta campanha, o executivo pretende criar um novo conceito entre os consumidores. “Esta é a nossa esperança, de aumentar a consciência dos consumidores e encorajar os outros joalheiros a rejeitar e vender jóias feitas com corais”, disse.
Este veículo não poluente adopta materiais leves e ”verdes”, e propulsores eléctricos alimentados por baterias de iões de lítio. Estas baterias possuem um grande alcance devido a uma célula de combustível, componente que recarrega as baterias. Painéis fotovoltaicos geram energia suficiente para alimentar a iluminação exterior e do habitáculo. 









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A iniciativa Eco-inovação destina-se a organizações que desenvolveram produtos, serviços, práticas de gestão ou processos ambientais, que estejam documentados, mas cuja aplicação comercial não tenha ainda sido possível, devido a riscos residuais. A iniciativa Eco-inovação pretende ajudar as organizações a ultrapassarem aquelas barreiras, tornando aqueles projectos os futuros sucessos de eco-inovação da Europa. Esta iniciativa destina-se particularmente às Pequenas e Médias Empresas.