A Riversimple apresentou um pequeno veículo citadino de dois lugares movido exclusivamente a hidrogénio.Segundo a empresa britânica este será o primeiro carro acessível à grande maioria dos condutores e apresenta-se como uma solução para alguns dos problemas da indústria automóvel actual.
O Riversimple Urban Car não só promete alcançar níveis de eficiência nunca antes conseguidos com a tecnologia de células de combustível de hidrogénio, como também desafia algumas das regras fundamentais da indústria automóvel. Este será um projecto open-source, permitindo que os seus clientes tenham liberdade para personalizar e evoluir o veículo e o seu conceito. Além disso, o carro não será vendido de forma tradicional, mas sim alugado por um período até 20 anos, com combustível e manutenção incluídos.
Segundo Hugo Spowers, responsável máximo pelo projecto, o Urban Car pesa apenas 350 kg e tem dimensões semelhantes às de um smart Fortwo. A sua célula de combustível de 6Kw permite-lhe alcançar os 80 km/h e proporcionar uma autonomia próxima dos 387 km.Refira-se que o projecto foi financiado por Sebastian Piëch, bisneto de Ferdinand Porsche.
Os seus criadores esperam disponibilizar este veículo a partir de 2012. No entanto, isto irá depender da implementação de uma adequada rede de distribuição de hidrogénio.
Principais detalhes técnicos do Riversimple Urban Car:
Imagine que numa semana poder-se-iam baixar as emissões de carbono em 84 por cento. Camelina é uma das culturas oleaginosas e poderá em breve ser utilizada como combustível em aviões. Um estudo realizado na Michigan Technological University revelou que este biocombustível é bastante potente e em breve poderá ser uma alternativa ao petróleo.


Tudo é simples e ecológico no Bloom. No reservatório introduz-se uma mistura de sabão vegetal, sementes variadas e acrescenta-se água. O sistema é ligado ao eixo da bicicleta através de uma roda dentada que faz girar uma hélice que produz um sopro de ar contínuo, dando origem a dezenas de bolas de sabão que são lançadas pelo tubo como se fosse uma chaminé. As sementes são transportadas pelo vento até caírem e germinarem, humedecidas pela água contida na bolha. 


Mais uma novidade promete unir beleza, eficiência e sustentabilidade num só produto. Estes postes de iluminação pública desenvolvidos pela
As hélices são instaladas no cimo , que podem ser de dois modelos. O primeiro é o tradicional na vertical, e o segundo é um modelo horizontal, capaz de produzir 300W de electricidade. Já nas laterais do poste, são montados dois painéis solares, capazes de produzir 80 W de energia.Em dias ensolarados e com vento, cada poste pode gerar 380W de electricidade. Essa energia fica armazenada numa bateria e é utilizada durante a noite em lâmpadas LED de alta eficiência.



O relatório demonstra que existem cerca de 3,9 milhões de pessoas nos EUA que trabalham em casa pelo menos uma vez por semana. Evitando uma média de 22 milhas de transporte até ao local de trabalho e tendo em conta que o aumento de utilização de energia em casa, esta prática permite poupar cerca de 840 milhões de barris de petróleo, o equivalente a tirar dois milhões de carros da estrada durante um ano.





Quando está no eco-modo, o Eco Button mede a quantidade exacta de energia que poupou bem como o total de energia que poupou desde que ligou o computador. Com o Eco button poderá poupar cerca de 60 euros por ano. Foi desenhado para funcionar em qualquer computador (com ambiente Windows) e só precisa de 5MB de espaço e 256Kb de RAM para ser instalado. E mais, se o preocupa a segurança como se preocupa com o ambiente, então poderá activar a função da palavra-passe de protecção no software eco button. E todas as vezes que reactivar a sua sessão será lhe pedido a palavra-passe antes do eco-modo se poder desligar.
Às vezes, preocupamo-nos tanto em como podemos tornar as nossas vidas um pouco mais sustentáveis, que acabamos deixando a simplicidade de lado. Mas como uma vez disse Clarice Lispector: “(…) só se consegue a simplicidade através de muito trabalho”.






A residência fica perto de Palm Springs, na Califórnia, e foram utilizados materiais recicláveis na sua construção. Porém o sistema de ventilação é, sem dúvida, a maior estrela da casa. De acordo com Russell, um dossel de aço garante sombra o dia inteiro, ajudando a refrescar a casa. Já as paredes podem ser “abertas”, facilitando a entrada do vento forte, habitual no local.
Mesmo com temperaturas acima dos 40º C a casa mantém-se fresca.
O resultado é uma casa bonita, funcional e altamente eficiente.
No inverno, basta fechar as portas e janelas para manter a temperatura dentro de casa.




Há muito que a Volvo tem vindo a apresentar diversos conceitos ecológicos, como o mais recente protótipo C30 Efficiency, mas só agora a marca Sueca passa «da teoria para a realidade», com a apresentação da sua gama ecológica «DRIVe».
Assim os modelos C30 e os S40/V50, adoptam alterações com vista à redução dos consumos e emissões, tais como o fundo «tapado», o mesmo acontece com as entradas de ar frontais, a menor altura ao solo, jantes aerodinâmicas, spoiler frontal e, no caso do C30 um novo deflector traseiro. A caixa de velocidades foi também melhorada, com um escalonamento mais longo e, os pneus foram substituídos por outros de baixa resistência.
Com estas alterações, os três modelos dotados da assinatura ecológica da marca, anunciam consumos de 4,4 litros no C30 e 4,5 litros no caso dos S40 e V50. Quanto a emissões de CO2, os valores ficam-se pelos 115 e 118 g/km, respectivamente para o C30 e os S40/V50.